Aluna Novinha hentai

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O erotismo nascente

Ela linda, branca, 16 anos, grandes olhos verdes, 1,58 mais ou menos, corpo desenvolvido nada fora do lugar, coxas grossas bela bunda, a vi na escola de cursos profissionalizantes as vzs d shortinho jeans colado, durante as aulas a acompanhava nas dúvidas como com todos os alunos, depois da primeira vez que a vi, na segunda já batemos um breve papo depois da aula, nas aulas seguintes sempre conversávamos e numa dessas conversas trocamos whatsApp, ela adorava abraços, toda aula um forte abraço.

Conversamos por quase um mês, sobre sonhos atividades, foi quando descobri que ela fazia dança do ventre, e entre outras qualidades escrevia poemas, muitos deles de conotação sexual, adorava hentais, trocamos algumas fotos sem nada demais, o que realmente marcou foram poemas eróticos trocados entre nós, alguns bons e bem quentes.

Noutros dias ela seguramente com segundas intenções me desafiou a descobrir uns carácteres em japonês. Confesso que deixei de lado por uns dias, até que novamente em em uma conversa ela me cobrou sobre o significado e eu dei a deixa que teria q ser uma aposta, ganhei facilmente, mas será que aconteceria de verdade? Noutro dia outro desafio do tipo gráfico entre letras e números, aí o desafio foi maior é a aposta era maior, vê-la dançar se despindo para mim. Estava combinado adoramos as conversas e num belo dia que seria feriado me falou: vou estar sozinha tal dia tal hora, aceitei, os dias que seguiram comentamos q coisas faríamos como seria, como a trataria. Um certo romantismo e sacanagem não direta era o caminho. Estava adorando, descrições de nossas intimidades, mandei um nudes na verdade três, ela adorou, me contou de sua buceta é sempre dizia que estava molhada e excitada, comentou de ter ficado com outras meninas o prazer q sentiu mas queria ser possuída por um homem experiente

No dia anterior ela falou q iria muito linda e foi, roupa social super marcada camisa social com os botões saltando naqueles belos seios tenros, um rabo de cavalo, tive que acariciar aquele cabelo e seu pescoço, certamente a deixei com vergonha. Mas no próximo dia tudo de pé.

Fui de uber, não perguntei o número da casa, chegando lá dei um toque ela abre o portão, linda de salto alto vestido longo com um belo Corte. Na entrada a beijei um pouco reticente mas ok, me apresentou sua casa, fomos para a cama nos beijamos lentamente, beijo quente, claramente os dois um poucos nervosos.

Baixei minha mão para sua bunda, e entrei por aquele corte de vestido, ela deitada sobre mim com uma perna dobrada e a outra esticada, e os beijos agora já mais soltos continuavam, busquei seu sexo que visivelmente estava quente, vi sua calcinha de renda vermelha tipo shortinho bem marcante e linda.

Na continuação dos beijos coloquei meus dedos em seu mel, e senti molhada, muito molhada... acariciei e logo ela solta um gemidinho, estava no caminho certo para dar prazer para aquela ninfeta envergonhada. Me permitiu continuar logo me ajoelhei a seus pés enquanto ela deitada, tirei sua calcinha e encontro aquela linda bucetinha lisinha, com o pequenino grelo apontando para fora, a parte de baixo lindos pequenos lábios rosados. Olhei para ela e falei, eis a minha parte das apostas te chupar, fui por suas coxas descendo e beijando do lado daquela bela e molhada buceta, abri suas pernas e vi aquele mel se esticando como um belo convite. Me deitei ali entre suas pernas, levemente bem em cima, devagarinho, e brinquei um pouquinho beijando, com os joelhos para fora a puxei para mim, ela se ajoelhou na cama a beijei com seu mel, arranquei seu vestido, soltei seu soutien, e aqueles belos seios pequenos mas marcantes de biquinho mercadinho, beijei e era macio lindo gostoso. Abri minha calça para dá-la a oportunidade de sentir meu pau, que estava quase bem muito duro, encaminhei sua mão para lá, ela começou a tocar com a mão invertida tendo a palma da mão q as vzs fechava sobre a cabeçona do meu pau (que ela havia perguntado qual o tamanho 16 ou 17 cm é uma bela cabeça roxa e grosso) ela massageou de forma muito tranquila e ele ficou muito duro, encostada nua em mim, enquanto eu beijava ora sua boca pra seus seios, certo momento depois eu levo sua mão até meus lábios e os beijo e babo em sua mão para que acaricie a cabeça do meu pau, fico doido, acabo querendo só encostar em Seu grelo para que ela sentisse aquele pau duro para ela, mas não deixou, tudo bem prefiro sua tranquilidade e seu tesão crescente do que simplesmente uma penetração.

Já todo nu a deitei na cama e agora sim a chuparia e muito. Ela se entregou deliciosamente, tocava um Pouquinho e chupava ora bem em cima do grelo noutro momento toda a buceta, toquei mais e ouvi de sua boca entre gemidinhos deliciosos pedindo para colocar o dedo, coloquei um ela se contorceu ... logo ela pede o segundo, foi ao delírio, fiz movimentos de metendo e ela forçou lá no fundo e eu fui a loucura, só me passava meter naquela bucetinha linda, que certamente não era mais virgem, olhei no espelho do guarda-roupa, e q delicia que tesão dar prazer à aquela bela novinha safada mesmo, fogosa, minha amiguinha colorida. Toquei e meti muito meus dois dedos nela enquanto circulava, mordiscava, pressionava, metia minha dentro dela minha língua e explorava sua buceta muito bem feito, para deixá-la com aquela lembrança de um belo sexo oral.

Demos um tempo e ela já mais solta a pedi para dançar dança do ventre nua na cama sobre minha frente, ela o fez colocando minha mão na sua cintura, a ajoelhei e a beijei, eu queria gozar com certeza, ela não queria o finalmente mas tudo bem, ela desceu da cama e se pendurou em mim enquanto eu agarrado em sua cintura me beijava gemia, dava seu seio para eu chupar e eu queria gozar, ela estava assustada, falei para relaxar. Gozei, vi seus olhos arregalados em minha porra, desabei na cama, fechei os olhos e de repente sinto ela de quatro lambendo aquela porra branca ainda quente na minha barriga, lambeu tudo como uma gatinha no leite. Limpou tudinho e em seguida deitou do meu lado com a perna sobre minha coxa, sentia ela úmida e logo a beijei para sentir minha porra naquela boquinha novinha.

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