Minha Vida de Foda - O Despertar de um Desejo

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Roberto e eu estávamos namorando há 2 anos, estávamos cursando o último ano do ensino médio, nossas fodas eram constantes, descobri que eu era ninfomaníaca e ele adorava isso, praticamente passávamos todo fim de semana trepando, eu estava apaixonada e ele também, nossas loucuras eram constantes, já não usávamos mais camisinha, já que eu tomava pílula regularmente, não correndo risco de engravidar, mas as coisas ficavam mais apimentadas e só pioraram na viagem de formatura da nossa turma.

Fomos para uma reserva ecológica, toda turma, 35 adolescentes, alguns namorando, outros, que namoravam pessoas de fora da turma, acabaram indo sem seus pares e é claro que tinha a turma dos solteiros, doidos para se pegarem, e obviamente havia uma turma grande de professores responsáveis por cuidar da gente.

A reserva era enorme, com campo de futebol, quadras de vôlei, tênis e paddle, um grande lago onde podia se andar de caiaque e uma cachoeira lindíssima, alem de uma vasta floresta por onde se podiam fazer trilhas a pé, de bicicleta e de quadriciclos.

Todos dormiriam em barracas, montadas lado a lado, na nossa, é claro que dormiríamos apenas Beto e eu. Os professores que estavam nos cuidando eram os mais legais do colégio, então permitiram até que bebessemos com moderação. Eu já estava alta e o sol quase raiava na primeira noite que passamos lá quando fui para a barraca, a noite era fria, ventava bastante, me tapei com a coberta e aproveitei pra ficar completamente nua esperando que Beto parasse de conversar com os amigos e viesse deitar também, vinho me deixava com tesão e eu sempre sonhara em transar numa barraca, sentindo o chão nas minhas costas.

Ele logo entrou na barraca, as vozes na rua cessaram ele achou que eu estava dormindo e se surpreendeu quando ergueu a coberta e viu meu corpo nu. Minha bucetinha agora tinha pêlos ralos, não tinha me depilado a mais ou menos uma semana, minha barriga continuava trincada, minha bunda estava maior, e meus seios continuavam durinhos e bons de apertar, Beto os amava.

Ele rapidamente também ficou nu, seu pau não estava duro quando senti ele me abraçar, colando meu corpo ao dele, me beijando e procurando com a mão minha buceta. Senti os dedos dele tocarem meu grelo e obviamente retribui pegando com gana seu pau mole, apertando, colocando minha boca na sua orelha.

-Vai brochar? Sua putinha esperando você peladinha e você vai brochar? - Eu gemia no ouvido dele, já sentindo o pau crescer entre meus dedos.

-Eu to bêbado. - Falou rindo, enfiando 2 dedos dentro da minha bucetinha.

Bucetinha essa que mesmo depois de passar dando continuava apertadinha, mordi o ombro dele assim que senti os dedos me invadirem, gemi baixo no seu ouvido.

-Não vai conseguir me fuder então? - Provoquei, eu jogava minha cintura para frente, fazendo os dedos dele me penetrarem ainda mais.

-Claro que consigo, quero ver se você vai aguentar até eu gozar. - Ele ria, ficando sobre mim.

Abri minhas pernas, senti minhas costas doerem pelo chão duro abaixo do meu corpo, as mãos dele me pegaram com força e aquele pau delicioso me invadiu, socando forte, arrancando um gemido alto da minha boca. A boca dele logo foi nos meus seios, o Beto amava mamar em mim e eu o provocava, chamava de filhinho, o fazia me chamar de mamãe.

-Mama na mamãe bebê, mama na minha teta vai, mama me fudendo, issssssooooooooo aaaaaahhhhhhhhh soca na minha bucetinha soca.

Eu achava que estava gemendo baixo, mas o som era bem perceptível nas barracas ao nosso lado onde estavam 2 amigos dele dormindo sozinhos.

Beto não tinha mais cabelos longos, agora estava com a cabeça raspada, eu não conseguia puxar eles então o que fazia era arranhar sua careca e nuca, cravando minhas unhas com força na sua cabeça, eu sentia ele acelerar as socadas, via ele enterrando o pau em mim, meu corpo se chocava com a terra abaixo da barraca, sentia minhas costas pressionadas e o pau sendo socado cada vez mais forte dentro de mim, enterrando cada vez mais fundo a rola na minha xoxota.

-Vou passar a manhã inteira fudendo você do jeito que to bêbado. - Falou ele ofegante, com as duas mão apoiadas ao lado da minha cabeça, mantendo seu corpo sobre o meu.

-Eu vou amar, vou amar você esfolando minha xana! - Provoquei mais ele e em seguida dei um tapa no seu rosto. - Se eu der o cu você goza mais rápido? - Falei miando.

-Aaaaahhhhhh só testando pra saber. - Respondeu rindo e saindo de cima de mim.

Beto ficou sentado sobre suas pernas, esperando eu ficar de quatro, mas ficar no chão era muito ruim pra mim então me levantei, ou quase isso, já que na barraca era impossível ficar em pé, empurrei ele para o chão, forrado apenas por uma fina camada de colchonete. Ele logo deitou e eu sentei sobre o rosto dele.

-Lambe meu cuzinho pra deixar ele babadinho pra fuder, lambe. - Eu rebolava na cara dele enquanto gemia, falando baixo, com uma das mãos na sua coxa e a outra pegando sua pica. - Issssssoooo, baba bem o cu da sua putinha, baba, baba tudo, lambe tudinho. Aaaaaahhhhhhhh filho da puta, que língua boa.... - eu delirava sentindo a língua do meu namorado nas preguinhas do meu cu.

Logo escorreguei meu corpo pelo tronco dele e ainda agarrando seu pau o passei na entrada da minha xoxota, mas não sentei, levei a rola até meu cuzinho, abrindo minha bunda com uma das mãos e segurando a pica com a outra fui sentando com meu rabo naquela tora, mordia meu lábio com força, morrendo de vontade de gritar alto, sentia meu corpo quente, sentia meu cu ardendo, sentia o gosto do sangue dos meus lábios.

As mãos de Beto estavam na minha cintura, me pegando com força e me segurando mexeu o quadril e o pau entrou com força em mim, vi estrelas, senti meu cu arder como se tivessem colocado pimenta nele e uma imensa vontade de cagar, precisei me controlar, meu cu latejava, ele começou a bombar sem deixar eu me concentrar, sem permitir que eu quicasse, ele que comandava tudo, comendo forte o meu cuzinho.

-Isssssooooooo fode meu rabinho, aaaaaaahhhhhhh come meu cu com força vai, fode, aaaaaaaaahhhhhhhhhh issssssoooooooooooo AAAAAAAHHHHHHHHHHHHHHHHHHH - Eu não me controlava mais.

Minhas pernas estavam abertas em volta das pernas dele, eu completamente aberta, nua, com a buceta virada para porta, com o rosto abaixado, as mãos na frente, bem na ponta no colchonete, tentando ter equilíbrio para seguir quicando no pau dele, mas ele socava tão forte no meu cu que eu precisava segurar o colchonete e jogar meu corpo pra frente pra aguentar aquele pau maravilhoso me rasgar.

-É assim que você gosta né, vagabunda, piranha, vadia. - ele me xingava, me deixando ainda mais doida.

-Opa, desculpa. - Falou uma voz que não deveria estar ali.

Eu rapidamente olhei pra frente e vi o nosso professor de biologia, por reflexo me atirei pro lado e me cobri com a coberta, deixando o corpo nu de Beto bem evidente para o professor.

-Usem camisinha, por favor e me desculpem. - disse saindo depois de me encarar, fechando o zíper da nossa cabana.

Beto começou a rir e veio para perto de mim, me puxando novamente para o colchonete.

-Se assustou putinha? - Falou acariciando minha bunda.

-Porra o professor me viu transando, queria que eu ficasse como? - Falei enquanto ele me puxava de volta para o seu corpo.

-E qual o problema? - Ele estava bem bêbado, pegava minha bunda com força.

-Porra, qual o problema? Você é doente Roberto? Só pode né. ELE ME VIU PELADA, DANDO PRA VOCÊ, LEVANDO PICA NO CU!

Beto só sabia rir, seu pau estava duro como eu nunca tinha visto antes, mas não liguei uma coisa a outra, me virei de lado, ficando de costas pra ele, eu queria ir dormir, tinha perdido o tesão.

-Pára Roberto! - Falei sentindo a mão dele abrir minha bunda e seu pau forçar contra meu cu.

-Cala a boca, aguenta e não geme. Não era o que você queria? Me esperou pelada aqui, doida pra passar a noite tomando no cu, agora vai aguentar, vai calar a boca e dar o rabo. - Ele falava puxando meus cabelos com força, seu pau já tinha adentrado meu cu novamente, com brutalidade.

Ele fazia eu abrir minha perna esquerda, erguia ela com a mão e enterrava mais o pau dentro do meu cu, socando, afundando aquela rola grossa, grande, maravilhosa no meu rabinho. Seu braço estava embaixo do meu rosto e eu o mordia, evitando gemer, minha vontade era gritar, mas o medo de alguém aparecer de novo me consumia, eu precisava ser uma adolescente normal e me controlar, eu precisava me conter, eu não podia gritar, eu mordia ele cada vez mais forte, assim como cada vez mais forte ele arrombava meu cu, socando sem pena, esfolando minhas pregas, me deixando ardida e morrendo de vontade de cagar.

Ele sabia disso, e todos vocês homens deveriam saber também, dar o cu da uma vontade de cagar imensa, inclusive parece que você está cagando constantemente enquanto aquela tora entra no seu rabinho, mas é delicioso sentir aquilo, mas ele sabia que eu sentia vontade de cagar, que eu precisava me controlar muito pra não sujar a pica dele.

-Pára, pelo amor de deus, pára, se não eu vou gozar, pára Beto, pára de comer meu rabinho, por favor, pára. - Eu me arrepiava inteira.

Meu cu começara a piscar, estava tendo espasmos, senti ele montar mais em mim, o pau ir mais fundo, socando até o talo, arrebentando as preguinhas do meu cu, quase gritei, mas ele sentiu que eu estava gozando, sabia que eu gritava quando gozava muito e foi prudente em tapar minha boca, abafando o som. Em seguida senti mais duas bombadas fortes na minha bunda e a porra quente dele invadindo meu cu. Nós dois estávamos suados, ele tirou o pau do meu rabo e me abraçou. Eu logo virei de frente pra ele beijando sua boca.

-Ficou mais excitado de saber que o professor tava vendo? - Perguntei a ele enquanto o abraçava.

Ele não respondeu, apenas aninhou o rosto no meu pescoço e dormiu.

Acordamos pouco tempo depois, com a gritaria do pessoal, o dia estava ensolarado, logo coloquei meu biquini e um short e uma blusa por cima dele. Roberto colocou uma sunga e um short. Fomos os últimos a sair das barracas, escovamos os dentes e tomamos café, mesmo já tendo passado do meio dia não almoçamos, já que queríamos ir tomar banho na cachoeira.

Para chegar lá precisávamos passar por uma das trilhas, o sol estava quente demais, então logo tirei minha blusa, ficando apenas de sutiã na parte de cima, ele era colorido, parecendo um conjunto de folhas secas, verdes, amarelas e laranjas, pequeno, deixava parte da marca de onde meus seios não estavam bronzeados aparecendo, fingindo que o biquinho logo surgiria. O short e a calcinha do biquini eram pretos, o primeiro era largo de propósito, já que dava espaço para as mãos de Beto entrarem confortavelmente para me masturbar.

Logo que chegamos à trilha o professor Túlio, o mesmo que havia nos visto transando na barraca, estava na entrada dela, indicando o caminho a todos alunos, ele me encarou, imagino que a cena da minha buceta escancarada devia estar retornando a mente dele.

-Vou acompanhar vocês pra não se perderem. - Disse me encarando.

Meu deus, minha vergonha era imensa, ele ficou atrás de nós, Roberto ia na frente e eu estava no meio deles, ele ia falando as coordenadas, as mesmas que as placas indicavam, eu ficava imaginando que ele devia estar lembrando da nossa foda na noite anterior, que devia ter notado que o pau estava sumindo no meu cuzinho e estar vendo minha bunda no short agora, imaginando como algo tão pequeno como meu rabinho aguentava engolir toda tora do meu namorado, mas graças a deus ele passou na nossa frente, mas toda hora olhava pra trás eu, mega inibida, nem olhava para o rosto dele, mas quando chegamos ao topo do morro e era só descer as escadas para chegar a cachoeira ele parou e eu o olhei, seus olhos estavam vidrados nos meus seios. Era óbvio que ele tinha visto meu peito balançar enquanto eu quicava sentada com meu cuzinho na pica do Beto, por instinto mexi no sutiã do biquini, tentando tapar a parte branquinha deles, mas acho que aquilo o deixou ainda mais louco, pois quando foi falar conosco gaguejou.

-E...e euuu, que... queria pedir.... desculpas por ontem, achei que.... alg... alguma coisa estava acontecendo. - Falou tentando ficar com a voz normal.

-Nem esquenta fessor, a Prica que é muito escandalosa. - Beto ria.

Eu dei um tapa fortíssimo no braço dele e deixei os dois sozinhos, indo para as escadas e descendo rapidamente, fui tão rápida que tropecei nos degraus e quase cai, sorte que me segurei no corrimão. Sentei na pequena prainha que havia lá embaixo e não me mexi, fiquei olhando os outros se banharem, as meninas pediam para eu entrar na água, mas fiquei lá estática, remoendo o que tinha acontecido.

Logo Beto chegou, sentou ao meu lado, já estava sem short e o volume na sunga dele era bem evidente.

-Nem me esperou. - Reclamou.

-Esperar pra que? Pra ouvir o professor falar que eu tava dando o cu e ele viu? - Esbravejei com a voz baixa.

-Ele deve ter ficado de pau duro. - Falou ele rindo.

-Ahhh e você deve ter adorado ver o pau duro dele. - Eu estava irritadíssima. - Tu é viado Roberto? Gosta de pau? Porque se gosta de rola, me avisa, eu procuro outro namorado, porque não vou aturar namorado viado!

Me levantei e desci para a cachoeira com minhas amigas, estava tão possessa que até esqueci de tirar o short pra entrar na água, nadei sozinha para perto das quedas de água, que não eram muito fortes, assim como o riacho também não era tão fundo, as pedras podiam ser alcançadas pelos pés da maioria dos meninos e não havia o menor perigo de nos banharmos ali.

Não demorou muito para minha melhor amiga aparecer, ela se chamava Aline, uma loira bem bonitinha, éramos como irmãs, daquele tipo de amiga que fica pelada na frente da outra e que vão no banheiro juntas. Inclusive achava a buceta dela bem feinha, foi vendo a vulva de Aline que descobri que as pepecas tem tamanho e estilos diferentes, a dela tinha lábios enormes, parecia um hamburger suculento.

-Brigou com o Beto? - Perguntou ela sentando-se na mesma pedra que eu, entre uma pequena gruta e as quedas d`agua.

-Ele me irrita. - Falei bufando, olhando ele se divertindo com os meninos.

-Pegou ele olhando alguma garota de biquini? - Ela queria saber o motivo, mas não teve coragem de perguntar, mesmo sabendo que não escondíamos nada uma da outra.

-Não, foi pior que isso. Acho que ele é viado. - Falei sincera ao extremo.

-Viado? - Ela ficou boquiaberta. - Vai dizer que ele pegou no pau de algum menino? - Ela estava assustada.

-Não, não chegou a tanto. - Respirei fundo e comecei a contar tudo. - Ontem estávamos transando na barraca e eu, bêbada, gemi muito alto e a barraca do lado é a do Túlio, e ele ouviu e achou que eu tava apanhando eu acho. - Agora eu já ria. - Apareceu lá na barraca de samba canção e me pegou quicando com o cu no pau do Beto.

Aline ria, ria alto, sem se controlar, enlouquecida.

-Vai dizer que o Beto pediu pra ele por o pau pra fora e foi chupar ele? - Aline ia muito além nos pensamentos.

-Não - Ela tinha arrancado risos de mim também. - Eu me escondi, e ele ficou ainda mais louco quando o Túlio saiu, veio pra cima de mim, parecia ter ficado mais excitado, me comeu com mais força, mal to conseguindo sentar hoje. - Falei envergonhada. - E hoje o Tulio ficou me olhando, aquele tarado, e o Beto deu papo pra ele, ficou falando, eu to com um nojo dos dois, não sei como vou conseguir ficar com o Beto de novo.

-Não vejo nada demais nisso, a situação pode ser excitante. - Ela parecia calma. - Lembra o Gabi, aquele meu ex-namorado? Então, a gente transou uma vez com o irmão dele dormindo na mesma cama que a gente, do nosso lado e foi mega excitante, eu fiquei doida, pelo perigo, pelo possível exibicionismo, sou doida pra transar nesse mato aqui, torcendo pra alguém ver, acho que eu ia ficar bem doida, pena que pirralhos não me atraem, mas olha, até que o Túlio eu judiava bastante se me pegasse, ô professor gostoso. - Ela ria, era muito louca e eu amava esse jeito sincero e expontâneo dela. - Acho que você tem que conversar com o Beto e não tem nada de viado nisso...

Eu não respondi pra ela, continuei calada, pensando no que ela dizia, ela estava certa, exibicionismo é bem interessante, eu já tinha dito pro Beto que queria transar no riacho, com os outros perto, sem saberem que a gente estava trepando. Ela tinha razão, quando dei por mim ela já tinha ido e quem estava chegando perto de mim, passando pelas quedas dagua era meu namorado.

-Vai ficar de bico? - Falou sentando ao meu lado.

-Qual é a sua? Porque ficou dando trela praquele tarado filho duma puta? - Disse descarregando minha raiva.

-Porque ele tava doido te olhando e saber que outro cara fica louco pela minha namorada me excita, sei que você é só minha e me orgulha você ser tão linda e boa de cama, quero que todos saibam que a namorada mais gostosa e puta é a minha, só isso. - Falou me abraçando.

-Ahhh então porque não namora uma atriz pôrno? - Falei irritadíssima.

-Porque atriz pôrno dá pra qualquer um e você dá só pra mim. Sou seu dono esqueceu? - Ele falou colocando a mão no meu pescoço, fazendo meu ar faltar.

Eu não sabia ainda, mas ser enforcada me deixava alucinada e sentir aquela mão na minha garganta me fez ter vontade de dar.

-Pára. Seu viado de merda. - Falei com dificuldade.

Ele desceu a mão e abriu meu short, beijando minha boca com tesão, foi enfiando a mão dentro da calcinha do meu biquini e alisando minha buceta.

-Se eu fosse viado ia beijar você assim? Eu gosto de você, eu te amo como se fosse a minha vida, para de bobeira. Só curto saber que você é desejada, curto o medo de ti fuder e outros ouvirem, porque eu não tenho vergonha de ser teu, de ter a garota mais linda do mundo como minha namorada. Se eu pudesse mostrava você pelada pra todo mundo, pra verem a perfeição que só eu posso ter na cama e que me ama mais que tudo.

Aquela declaração foi a mais linda que eu já tinha recebido, olhava ele nos olhos, sentindo a mão máscula dele na minha campainha, sentando do jeito errado e lembrando do quão estragado e machucado estava meu cuzinho. Não pensei duas vezes, Tirei o pau dele de dentro da sunga com rapidez e comecei a mama-lo, sabia que a água da cachoeira ia dificultar a visão dos outros e que eles não saberiam o que estava acontecendo ali. Ainda podia sentir o gosto de cu que havia no pau dele e aquele gosto de pau sujo me deixava ainda mais louca.

-Mama vai cadela, mama no teu dono. - Ele falava entre os dentes, com uma mão na minha cabeça forçando seu pau contra minha garganta e a outra na minha calcinha me masturbando no grelinho.

Eu não respondia nada, tentava enfiar o pau até minha garganta, mas apesar de ter melhorado meu boquete, ainda não tinha a classe necessária para engolir todo ele, seu pau também estava maior, passava dos 18cm, eu o punhetava, apertava com carinho as bolas, que ainda estavam dentro da sunga, me babava toda enquanto o chupava. Amava sentir aquele pedaço grosso de carne entre meus lábios, passava a língua em volta dele, como se estivesse tentando limpar o gosto de merda que estava naquela rola.

Beto me pegava pelos cabelos e ao mesmo tempo acariciava meu grelo com pressão, esfregando a mão nele, fazendo o short entrar mais no meu rabo, eu sentia meu cu doer, arder, ele estava assado de tanto levar pica, e a bucetinha babava de tesão, escorrendo mel.

-Eu preciso dar, me leva pro mato, vamos, vem... - Falei olhando pra ele com a boca toda babada, olhando-o com cara de puta.

-Quer que eu saia da água com a pica nesse estado?- Disse ele rindo.

-Quero. Você não gosta que os garotos e o PROFESSOR me vejam bem gostosa? Deixa as meninas verem o que eu aguento levar no cu. - Falei beijando a boca dele. - Seu pau tá fedendo a merda, de tanto fuder meu cu sujo! Sabia que se eu cagar hoje vai sair porra de dentro dele? - Eu tinha aproximado minha boca do ouvido dele. - E você não vai poder comer meu rabo durante um bom tempo, porque tá doendo muito, porque você foi bruto ontem. - Agora eu fazia beicinho e me afastava dele, mergulhando na água, nadando para longe.

Quando cheguei na grama, do outro lado do riacho, que dava acesso à trilha pela qual chegamos o professor estava falando com Aline, os dois riam juntos, ele de short, era alto, grisalho, magro tinha uns 40 e poucos anos, um dos professores mais engraçados e queridos do colégio, ela estava somente de biquini, tinha nitidamente atolado a calcinha no rego, fazendo ela sumir na sua bunda, que não era de se jogar fora. Quando me aproximei roubei o olhar dele para mim, ela notou que Túlio me encarava, olhei para água e vi Beto se aproximando, resolvi então provocar os dois, já que ele gostava que me vissem, comecei a rebolar para meu short, que já estava aberto, sair, ele molhado estava grudado no meu corpo, precisei rebolar mais, empinei bem a bunda em direção ao riacho, para que Beto visse, notei o professor também tentando olhar, então na hora que fui pegar o short do chão tomei cuidado de virar a bunda para ele e, olhando para Beto, sorri. Senti minha calcinha atolada, então coloquei um dedo de cada lado da parte traseira dela e desmasquei em câmera lenta, deixando parte do meu reguinho aparecer propositalmente, mas rapidamente o tapei e tirei os dedos, caminhando rápido pela trilha, sem dar bola para os olhares do professor.

Ouvi os passos de Beto se aproximando de mim, então olhei para trás rindo safada, ele tentou me pegar pela cintura mas me esquivei, comecei a subir correndo os degraus, até que uma parte de mata fechada apareceu e ele me puxou com força, me pegando e escorando meus peitos em uma árvore. De onde estávamos podíamos ver quem passasse pela trilha mas era difícil que quem estivesse nela nos enxergasse.

-Pára, me solta!- Falei cravando minhas unhas nas mãos dele. - Preciso fazer xixi.

Eu sorria, me virei pra ele acocando-me na sua frente, afastei a calcinha para minha virilha e mostrando a xoxota para ele comecei a mijar, um xixi dourado, que saia da minha xaninha com força, quente, molhando toda a terra seca a nossos pés, ele me olhava incrédulo. Já tinha mijado na sua frente, mas sempre no vaso ou no máximo durante o banho junto, mas assim, mostrando a bucetinha, foi a primeira vez.

Me levantei e ele me pegou com força de novo, escorando novamente meu peito na árvore, tinha deixado minha calcinha ainda recolhida, sem precisar segura-la, ele tirou a pica pela lateral da sunga e socou em mim, seus joelhos estavam arqueados e os meus delicados pés, com unhas pintadas justamente para essa viagem, com meus dedinhos pequenos, fininhos, segurando meu corpo naquela terra vermelha.

O pau entrou com força e eu gemi alto.

-Aaaaaahhhhhhh issssssssssoooooo, fode minha xoxota.

Senti as mãos dele me pegando com força pela cintura, tentando que eu ficasse mais alta, tentando que o pau entrasse mais fácil, empinei mais minha bunda pra trás, rebolando minha buceta no pau dele, esfregando, enlouquecendo na pica dele.

-Não era isso que você queria? Fuder minha bucetinha no mato? Agora aproveita vai, come que nem macho, vai, fode, machuca ela que nem machucou meu rabo. Andaaaaaaaa me fode forrrrteeeeeee aaaaaaahhhhhhhhh.

-Mijona, sua puta vagabunda. - Ele falava brabo, metendo sem parar. - Buceta suja que nem o cu.

-Você gosta né?! Gosta de comer minha mijadinha? Gostou de me ver mijar ou vou ter que mostrar pro professor como minha racha fica quando to fazendo pipi?

Eu falava gemendo e as socadas só aumentavam, cresciam dentro de mim. Até que ouvimos passos, passos muito perto da gente. Não era só eu que estava escutando, Beto também ouviu e parou de meter, deixou o pau agasalhado dentro de mim. Quando olhei pra baixo não acreditei, Túlio estava com o short arriado, escorado em uma árvore, sendo mamado por Aline, o professor tarado, pedófilo, era chupado pela minha melhor amiga. Ele dava tapas na cara dela, que engasgava no pau dele. Eles não nos viam, estávamos muito acima, mas nossa visão era muito clara.

-Que porra é aquela? - Falei indignada.

-Ele tá matando a vontade de comer alguém. - Beto disse.

-Ela tem 16 anos e ele quase 50, ele tem que ser preso. - Eu estava irritada, enojada, fiquei em pé e ajeitei minha calcinha.

-Você que é culpada, pirou ele, olha no que deu. - Beto parecia ainda mais louco.

-Eu vou chamar alguém, isso é crime! - Falei me afastando correndo.

Mas Beto me segurou.

-Olha lá, ela quer, deixa eles, ele não tá obrigando ela.

Eu fiquei muda, o pau de Beto ainda estava latejando, todo babado da minha buceta. Quando olhei pra baixo Aline estava de quatro, olhando pra trás, com o professor comendo sua buceta, ela tentava gemer mas ele não deixava, tapava a sua boca, a calcinha dela estava no chão e o pau dele era grande o suficiente para machuca-la, seus olhos eram de prazer, Beto me pegou estática assistindo àquilo.

-Tá com inveja dela? - Ele me pegava por trás alisando minha buceta por cima da calcinha. - Sabe que ele tá comendo ela pensando em você né? Daqui a pouco ele põe ela na posição que flagrou você ontem.

As palavras dele me chocaram, mas o que mais me chocou foi Túlio fazer o que ele falou menos de 10 segundos depois, a diferença é que Aline dava a buceta e não o rabo, ela gemia alto agora, quicando forte no colo dele, pulando, olhando em direção à trilha, rebolando no pau do professor, que abria a bunda dela para ver o seu cuzinho.

-Vai lá ajudar ela. - Falou brincando comigo.

Eu empurrei ele com força e fui correndo para a trilha, fugindo daquilo.

Ele demorou para aparecer, quando chegou no acampamento eu já estava com minha roupa e a toalha de banho nas mão indo para o vestiário das meninas.

-Demorou hein. - Falei sem dar bola pra ele continuando caminhando.

-Fiquei lá pra ver o que ia acontecer. - Respondeu na maior cara de pau.

-FICOU VENDO MINHA AMIGA DANDO? PARABÉNS, VOCÊ É TÃO NOJENTO QUANTO ELES. -Eu estava furiosa.

Caminhei rápido pro vestiário, quando fiquei nua e entrei no chuveiro ele apareceu no banheiro, ainda só de sunga. O vestiário era daqueles abertos, que a porta não trancavam, apenas as cabines podiam ser fechadas, e quando fui fechar a minha ele pôs a mão e empurrou para abrir.

-Sai daqui ou eu vou gritar. - Falei furiosa.

-Eu precisei ficar lá, ele bateu nela. - Beto falou triste. - Ele tava gritando seu nome e dando tapa na cara dela.

Beto narrava a história enquanto nossos corpos se juntavam.

-A cara dela ficou marcada, mas ele chamava por você. - Ele alisava minha barriga, apertava meus seios. - O professor queria estar comendo você.

-O que você fez? - Perguntei com tesão só pelo olhar que meu homem me dava.

-A professora Ana estava na trilha, chamei ela, ela levou ele e a Aline pra algum lugar e a professora Janaína já está pedindo pra todo mundo arrumar as coisas.

-Você salvou ela? - O que eu mais amava em Beto era o caráter e toda safadeza que ele tinha e unir essas duas coisas me enlouquecia. - Meu macho salvou minha melhor amiga? - Eu pegava o pau dele com força, baixando a sunga.

-Acho que eu estraguei tudo, porque ela tava adorando levar rola. - Ele ria. - Você também gosta de apanhar. - Ele me encarava enquanto eu batia punheta, apertando seu pau com força.

-Gosto de apanhar é? Gosto né... - Eu o olhava com cara de vadia, com a boca meio aberta, e a língua fugindo da boca, meus dentes aparecendo e mordiscando meu lábio inferior. - Gosto mais quando você pensa nos outros e faz coisas boas assim...- Eu apertava forte o pau dele. - Ele não podia estar comendo uma aluna, é errado e você foi um ótimo menino. - Eu sussurrava com a boca perto da dele. - Ela não sabia o que estava fazendo.... - Eu o mordia agora, batendo punheta ainda mais forte.

Já sentia o pau dele latejar, começava a sair o líquido pela cabecinha, me ajoelhei rápido, colocando a boca na pica, punhetando mais forte, só deu tempo de eu dar 2 engolidas na pica e ele começou a gozar, jorrando porra na minha boquinha, me dando leitinho, sem parar, seu pau já não tinha mais gosto de cu, agora seria eu quem ficaria com bafo de porra. Engoli tudo, me levantei, abrindo a boca e mexendo a língua mostrando que tinha engolido tudo, em seguida soltei o ar na cara dele.

-Fiquei com bafo?

Ele me pegou com força e me bateu na cara, dando um tapa forte, me arrepiei inteira, logo abri a porta do banheiro e o empurrei pra fora.

-Vai arrumar nossas coisas, meu herói, sai daqui antes que alguém veja você.

Quando sai do banho todas barracas haviam sido desmontadas, o clima era de luto, ninguém parecia saber por que as professoras estavam apavoradas, irritadas, grosseiras e principalmente aflitas. A coordenadora do colégio não estava mais entre nós, nem Tulio, nem Aline, era meio claro que ela tinha levado eles para Curitiba, nada fora dito aos alunos, apenas que Aline havia se machucado e todos iriamos embora.

A viagem acabara 2 dias antes do previsto, e a culpa era minha, se Beto e eu tivéssemos sido cuidadosos, nada teria acontecido. Durante o trajeto de volta, que durou pouco mais de uma hora e meia, fui tentando mandar mensagens para Aline, mandei várias e ela não respondeu nenhuma.

Fiquei nervosa durante os 3 dias seguintes, até encontrar ela na escola na Segunda-Feira seguinte. Ela me contou que levaram eles para o colégio, queriam que ela fizesse exames para provar que tinha sido abusada, mas ela se recusou, não queria que sua mãe soubesse de nada, acalmou as professoras, mas o professor foi demitido, não se ouviu mais falar de Túlio, que segundo Aline, ficou calado o trajeto todo, arrependido do deslize que havia dado.

No fim de semana Aline foi dormir lá em casa, Beto também estava lá, ele nunca dormia no mesmo quarto que eu, já que meus pais não permitiam, então dormiríamos ela e eu na minha cama de casal e ele no quarto de hospedes. Passamos conversando sobre a vida até irmos dormir.

Deitei, propositalmente só de calcinha azul e baby look, meus seios estufavam a blusinha, Aline estava de shortinho e blusa branca, coladinha no seu corpo. Ficamos conversando durante um bom tempo, eu alisando seus cabelos, nossas bocas estava próximas, podia sentir a sua respiração, o corpo dela me excitava, nunca tinha ficado com mulheres, mas para meu plano de pedido de desculpas por tudo que tinha acontecido dar certo, era necessário aquele beijo, fechei meus olhos e tomei coragem, a reação dela poderia ser das piores possível, peguei sua nuca com força e a beijei. Minha língua invadiu sua boca, e qual não foi a minha surpresa quando senti sua mão apertar minha bunda e trazer meu corpo mais para perto do dela. Agora nossos seios se espremiam, a sensação de beijar uma mulher era maravilhosa, eu sentia seu corpo colado no meu e aquilo me pirava, me deixou encharcada, meu corpo quase tremia nas mão dela, me arrepiava inteira, nossas bocas não desgrudavam, eu a mordia, puxava seu cabelo, senti sua mão entrar na minha calcinha, tirando a parte que estava atolada no meu reguinho, precisei empurra-la para que parássemos.

-Desculpa, não sabia que minha mão assustaria você. - Falou ela limpando a boca e me olhando incrédula, eu ainda estava muda. - Você beija bem. - Disse quebrando o silêncio.

Eu sorri sem jeito, não sabia o que falar.

-Foi tão ruim assim, que você precisa ficar muda? - Perguntou ela preocupada. - Quer que eu vá pra minha casa? - Ela agora tinha sentado na cama.

-Não, não quero. - Respirei fundo. - Eu estraguei sua trepada com o professor, sei que ficou chateada por tudo que eu fiz, mas ele é pedófilo, você não tem idade pra decidir dar pra um homem velho como ele. - Ela me olhava sem entender qual ligação havia entre uma coisa e outra. - E eu quero compensar isso...

-Ah esse beijo então foi sem nenhuma vontade? Foi só uma compensação pelo que aconteceu? - Ela se levantou da cama irritada.

Peguei ela forte pelo braço e levei-a até a parede, quando suas costas tocaram ela a beijei novamente, dessa vez com mais fogo, colocando a mão direto no seu seio por cima da baby look, apertei forte ele e mordi seu lábio.

-É uma compensação sim, e acho que o Beto ia adorar brincar com nós duas. Você é minha melhor amiga, nunca tinha te visto com olhares maliciosos, nem quando tomamos banho juntas, mas seu beijo me fez ficar doida e agora não é mais compensação, to com desejo. - Seu seio já tinha saído por cima da baby look e eu colocava a boca nele.

A auréola era rosadinha, o biquinho pequeno, o tamanho era bem menor que o do meu, senti ela meter a mão na minha buceta por cima da calcinha, Aline tentava não gemer, já eu, não sabia como ser menos escandalosa. Ela ouviu meus gemidos abafados pelo seu seio e logo me empurrou.

-Vai logo chamar ele. - Disse tirando a blusa e a calcinha, ficando completamente nua na minha frente.

Eu abri a porta do meu quarto enquanto ela se deitava na cama, o ar condicionado estava ligado no frio e dormir de cobertor era necessário. Abri a porta do quarto de hóspedes com cuidado, entrei e o vi acordado, estava lendo alguma revista de super herói, coisas de nerd como ele era, Beto imediatamente largou a revista e me olhou sorrindo. Não entrei no quarto, apenas o chamei com o dedo indicador e sai saltitando, voltando para o meu aposento.

O esperei na porta, ele entrou e logo apontou para Aline, deitada na cama, fingindo que dormia. Eu coloquei o indicador verticalmente entre meus lábios, falando para se manter em silêncio, então tirei minha blusa e a calcinha, atirando ambas no chão, ele trancou a porta com chave e me agarrou, beijando minha boca e metendo a mão na minha buceta sentindo toda minha umidade.

-Ela tá toda babada. - Falou entre o beijo.

Não respondi, apenas puxei-o para cama, o fiz deitar entra Aline e eu, de costas para ela, baixei sua samba canção e peguei sua pica com força, ela estava dura, pulsando.

-Não faz assim putinha, sua amiga vai acordar. - Gemeu em meu ouvido, mordendo minha orelha em seguida.

Aline ouviu e abraçou ele por trás, colando os seios nas costas de Beto, levantei meu corpo, deixando meus seios na altura do rosto dele e a beijei, ele estava atônito, sem conseguir entender o que se passava naquela cama.

-Dá conta das duas? - Falei descolando minha boca da dela.

Antes que ele pudesse responder Aline beijou sua boca, ele correspondeu, eu apertei forte seu pau, aquilo me deu um ciúme intenso, um medo de ele preferir ela na cama, de ele não me querer mais depois daquilo.

-Meu herói. - Falou Aline desgrudando a boca da dele e pegando no seu pau.

Agora nossas mãos o masturbavam juntas, ele permanecia incrédulo, mas sorria, me olhava apaixonado.

-A gente precisa recompensar a Line, por ter estragado a foda dela né...

Agora Aline virara pra mim e beijava minha boca, Beto estava hipnotizado.

-Ele é lentinho coitado. - Falei rindo para minha amiga.

-Vamos ver se eu consigo acelerar ele. - Ela falou e logo foi por a boca no pau do meu homem.

Beto pegou ela pelos cabelos, como fazia comigo e a obrigou a engolir tudo, Aline era mais experiente, conseguiu fazer o pau entrar na sua garganta, engasgou, eu fiquei com raiva, enciumada, forcei o rosto dela contra o pau com força, fazendo-a ficar sem ar, se afogar na pica. Aline rapidamente tirou a boca, tossindo ficou me olhando, em seguida riu, seu rosto estava todo babado, então me aproximai e suguei a saliva com gosto de pau que escorria pelo seu queixo.

-Quer me matar sua puta? - Ela falou me dando um tapa forte na cara. -Se quer desistir por ciuminho fala agora. - Ela estava realmente braba.

-A idéia foi minha sua arrombada, ele nem sabia de nada. só que pra satisfazer meu homem precisa estar disposta a engasgar no pau. - Falei me sentindo dona da situação.

Me ajoelhei e abri a boca na sua pica, nunca tinha conseguido fazer como ela fez, mas estava decidida a conseguir colocar aquela pica gostosa na minha garganta, forcei, forcei e forcei, até sentir ânsia, senti o vômito vindo na minha boca mas engoli e o pau foi junto, até minha garganta, me deixando desesperadamente sem ar, como se tapassem meu nariz e boca, eu engolia a pica, como sempre sonhara, babada, quase cuspia no pau, quase vomitava, saí da pica tossindo, limpando minha boca com a mão e rindo para eles. Beto suava de tanto tesão.

Sentiu uma mão puxar meus cabelos e tirar meu rosto da pica, era Aline, que me beijava loucamente eu sentia o gosto da pica de Beto na boca dela, nossas línguas se entrelaçavam, Beto colou seu corpo atrás do meu, o trio estava de joelhos no colchão, se pegando, meu ciúme era grande mas o tesão era maior ainda, parei de pensar no que tudo aquilo poderia acarretar e resolvi curtir a loucura que eu mesma havia provocado.

-Aproveita sua nova putinha, não precisa meter em mim hoje. - Falei ficando de frente para ele e beijando-o com mais vontade.

Saí do beijo e atirei-o na cama de costas, voltei a beijar Aline, foi a minha vez de puxar seus cabelos, ela tinha beiços grandes ótimo para morder, chupei seu pescoço, mordendo ele, sugando-o.

-Senta no meu macho. - Falei mordendo sua orelha e respirando com força nela.

Aline prontamente fez o que eu mandei, não sem antes empinar a bundinha para trás, deixando seu reguinho, extremamente branco, bem amostra para mim, agarrando o pau de Beto ela colocou um dos pés sobre o colchão e agasalhou todo pau dele, sentando forte, logo precisando se apoiar com o outro joelho para ter total controle sobre seu corpo que começava a ser fodido.

Os dois me olhavam, o tesão era evidente naqueles corpos, eles queriam se deliciar mas tinham medo da minha reação.

-Podem aproveitar, eu sei bem o que estou fazendo aqui, não vai mudar nada entre nós três. - Falei, tentando aliviar a tensão.

Aline foi a primeira a acreditar, começou a quicar forte no pau do meu namorado, apoiando as mãos sobre o peito dele e arranhando-o, Beto a pegava forte pelos braços, mexia o quadril fazendo ela quicar mais, a loirinha começava a gemer no ouvido dele, mordendo sua orelha, quicando cada vez mais. Eu fui para trás dela, sentei na altura dos joelhos de Beto e fui beijando a nuca dela, depois de jogar seus cabelos para frente, tapando parte do seu rosto, desci mais a língua, sentindo o gosto de hidratante corporal, o meu, que ela tinha roubado no meu banheiro no começo daquela noite. Enquanto a beijava arranhava com força suas costas, sentia seu corpo deslizar pelo meu enquanto ela levava socadas na xoxotinha, minha mão desceu até sua bunda, abrindo seu rego, levei meus dedos até o pau de Beto e sentia ele molhado, entrando e saindo da bucetinha dela.

-Pode gozar dentro que ela é puta e toma pílula pra poder ganhar porra dos ficantes, né Line? - Falei rindo mordendo-a na altura cóccix.

Ela não falou nada, ainda gemendo, balançou a cabeça confirmando. Minha língua chegou no seu cuzinho e passei a lambe-lo, babando bastante aquele rabo maravilhoso, dando linguadas sem parar, senti um pesar por seu cuzinho ser tão limpo e não feder como o meu, ri sozinha pensando em como seria se ela me visse peidando para Beto, eu não podia estragar tudo fazendo isso, precisava me controlar. Enfiei meu indicador no seu ânus e vi minha unha pintada de vermelho rasgar suas preguinhas, sumindo dentro do seu rabinho rosado.

-Meuuuu cu, tira o dedo dai Pri, pára. - Gemeu ofegando, alto.

-Cala a boca, não grita, quer que meus pais batam aqui e peguem a gente fudendo? - Esbravejei no pé do seu ouvido.

-Eu nunca dei o cuzinho, tira a mão. - Falou miando segurando meu braço que a penetrava.

Beto, experiente já e bem no clima, começou a socar mais forte nela, fazendo-a não conseguir raciocinar, meu dedo entrava mais forte, ia fundo na sua bundinha, rasgando suas pregas, arrombando aquele cu virgem, eu lembrava de tudo que eu amava no meu cu, comecei a girar meu dedo dentro dela e em seguida deixei só a ponta dele dentro e comecei a tocar a parte interna do seu anel anal, fazendo-a começar a tremer.

Ela não teve forças pra se controlar, não conseguia se equilibrar, deitou o peito sobre o corpo de Roberto e começou a gozar, tremia como se estivesse tendo um ataque epilético, eu soquei mais fundo o dedo nela, rápido, enterrando ele dentro do seu cu enquanto Beto estava completamente dentro da sua buceta, esperando ela acabar de tremer.

Sai de trás de Aline e deitei ao lado do meu namorado, comecei a passar meu dedo indicador na sua boca enquanto aproximava a minha da sua orelha, ainda com o corpo dela deitado sobre o dele.

-Sente o gosto do cu dela amor, olha só, ainda tem todas preguinhas. - Eu miava no ouvido dele.

Beto abriu a boca e começou a sugar meu dedo, passando a língua em todo ele, voltando a meter forte na buceta de Aline, socando com voracidade, enterrando a rola com gana, metendo sem dó, ela gritava entre nós e eu precisei beija-la para que o som fosse abafado. Quando vi, Beto também estava gozando, enchendo a buceta da minha melhor amiga de porra, eu ri sozinha, ficando em pé na frente dos dois e afastando minhas pernas, os dois me olhavam, levei minha mão até minha xoxota e puxei com o dedão e o indicador todo mel que escorria dela, eu estava completamente babada, minha buceta jorrava o líquido que provava toda minha excitação com aquele menage muito bem planejado em minha mente.

Empurrei Aline para o outro lado da cama e fiquei de quatro na sua frente, com o rabo empinado para Beto, vi o líquido branco escorrendo da xana dela e logo pus a boca. Nunca tinha chupado uma buceta antes, mas amava o gosto da minha e era louca pelo gosto da porra do meu namorado, comecei a lamber ela, fundo, sentindo o líquido viscoso nos meus lábios, eu bebia a porra de Beto junto com o mel dela, limpando toda a xaninha, ela segurava meus cabelos e enlouquecia com meus toques leves. Senti Beto me pegando pela cintura e pincelando minha xoxota com sua pica, então peidei, Aline estava tão extasiada que nem ouviu, mas ele sim e sentiu meu cheiro, sabendo que aquele sinal significava que eu queria dar o cu e não a bucetinha, então subiu a pica, já babada da minha xana e forçou no meu cu, minhas pregas, já úmidas pelo que havia escorrido da minha buceta, arregaçaram facilmente e eu gritei, olhando para Aline com o rosto todo sujo de porra e mel, eu ria, ela me olhava suando frio, com calafrios pelo corpo todo.

-Não faz ideia de como é bom dar o cu. - Falei gemendo, sentindo Beto socar mais. - Sua buceta também é uma delícia de chupar.

Beto forçou meu rosto contra a xana dela novamente, voltando a bombar forte na minha bunda, eu rebolava na pica dele, sentindo todo caralho invadir meu corpo, ia quase até meu intestino, eu mexia a bunda pra cima e pra baixo, sentia a buceta dela ser esfregada no meu rosto e meu corpo ser dominado.

-Arromba o cu dessa puta Beto. - Falou Aline, com a consciência já recobrada.

-Vou arrombar o seu depois. - Falou ele ofegando e olhando para ela com cara de tarado.

-Não. . aahhhhhh aaaahhhhhh meu cu não aaaahhhhhhh. - Ela gemia se deliciando com minha língua no seu grelo.

Beto socava forte na minha bunda, puxando meus cabelos, me deu um tapa forte, de som alto, que me fez olhar pra ele com raiva.

-MEUS PAIS O FILHO DA PUTA! QUER QUE ELES ME PEGUEM DANDO O CU E CHUPANDO XANA? VAI SE FUDER! - Falei irritada mas controlando o tom de voz.

Beto riu, olhando com cara de quem pede desculpas, socando mais fundo a pica, meu cu já ardia, já piscava sozinho, eu estava perto de gozar, tirei a boca da buceta dela e comecei a me concentrar no meu rabo sendo esfolado, ele socava fundo, com força, a grossura do pau dele me abria, fechei os olhos e apertei a coberta da cama com força, só os abri novamente quando senti meus seios serem apertados e meu grelo começar a ser sugado pela boca de Aline, a língua dela era ágil, tremia rápido na minha campainha, eu não consegui me controlar, para não berrar cai de boca de novo na buceta dela, gemendo dentro dos grandes lábios da nossa loirinha. Gozar pelo cu continua sendo a melhor sensação da minha vida.

Beto me viu gozar e logo teve o pau arrancado do meu cu, fazendo meu rabo arder mais, deitada embaixo de mim Aline mamava na pica do meu namorado, pagando boquete para ele praticamente de cabeça pra baixo, quando voltei a tona fiquei de 4 na cama e tirei o pau da boca dela, começando a chupa-lo, enfiava fundo a rola na minha boca, tentando engolir ela inteira, sem sucesso, ela já tinha se posicionado como eu, mas sua boca estava na minha orelha.

-Gosto do seu cu é de sujeira. -Falou gemendo. - Você fede, seu cu tem gosto de merda. - Ela me provocava, forçando meu rosto contra o pau de Beto e me fazendo engasgar. - Mama direito, puta arrombada. Anda, engole toda pica. Não consegue né!? A pica é muito grande pra sua boquinha de vadia?

Eu estava ficando sem ar, a mão pressionava mais meu rosto, eu lacrimejava, tinha ânsia, sentia vontade de vomitar, mas estava amando. Até que ela aliviou a mão e eu pude tirar o pau da boca. Foi a vez dela de cair de boca, sem me dar a chance de olha-la, de dar um tapa na sua cara para me vingar. Beto me puxou para ele, beijando minha boca, enroscando a língua na minha, acariciando minhas costas, eu arranhei seu peito, apertava suas bolas com carinho, sentindo elas inchadas.

-Dá porra pra mim? Deixa eu provar seu leitinho? - Aline pediu miando, olhando ele com cara de vagabunda.

Beto não aguentou, gozou na boca de Aline, que ante de engolir o leite me puxou para ela, beijando minha boca, dividindo a porra comigo, senti sua língua toda melada, seus lábios me passavam o líquido para que eu me deliciasse, Beto tinha caído na cama, deitado, sem acreditar ainda em tudo que vivera.

-Seu leite alimentou duas gatas hoje. - Falou Aline olhando Beto e limpando o líquido que escorrera pelo seu queixo.

-Você conseguiu engolir tudo, a Prica nunca consegue. - Beto falou, olhando Aline encantado.

Aquilo me deu raiva, pensei que nosso namoro estaria estragado, ele preferia minha amiga a mim.

-Bom, agora o herói já foi condecorado, eu já me desculpei em grande estilo por ter estragado sua foda e a putinha está saciada, pode ir embora. - Falei do lado de fora da cama já, entregando a ele sua roupa e indo abrir a porta.

Abri com cuidado, meus pais ainda dormiam sem dúvida, eu estava quase aliviada.

-Vai me deixar fora do resto da brincadeira? - Falou ele na minha frente, tentando me beijar.

-Sim, agora é só pra meninas! - Falei baixando meu rosto na hora do beijo e empurrando-o pra fora do quarto.

Deitei ao lado dela na cama, ia me tapar, mas mesmo com o ar a toda velocidade o quarto parecia estar pegando fogo. Eu ainda pensava que as coisas poderiam estar arruinadas entre Beto e eu, e até com minha amizade com Aline, estava de olhos fechados, deitada de frente, imaginando o teto que eu não via, quando ela me abraçou.

-Você sabe que não precisava ter feito isso. -Disse com a voz doce e o braço sobre meus seios.

-Eu quis, queria apimentar as coisas. - Falei abrindo os olhos mas sem olha-la.

-Conheço você há 10 anos, sei que tá preocupada.- Aline sentara sobre mim, nua, me obrigando a olha-la. - Sabe que eu amo você como uma irmã, não senti nada de amor por ele, só tesão e por vocês dois, principalmente por ti e pela situação toda. Jamais farei algo sozinha com ele e sem você concordar.

Ela me beijou de novo, desceu a mão pra minha buceta e esfregou meu grelo. Eu estava muda até sentir seus toques, mas via verdade nos olhos dela e sabia que teria total lealdade da sua parte.

-Ele te ama, EU te amo. - Falou miando no meu ouvido. - E amei a sua bucetinha...

-Então fode ela. - Pedi pegando-a pela nuca.

-Só se peidar só pra mim!

Ela tinha ouvido meu peido, eu fiquei muda, sem reação.

-Mandei peidar! Quero sentir seu cheiro! - Falou mandando em mim, apertando forte meu seio, deixando a marca das unhas nele.

Peidei, alto, estralado, com força, rindo de vergonha.

-Fedorenta, vadia, peidorreira. - Falou enquanto entrelaçava as pernas na minha e começava a esfregar uma buceta na outra.

Meu grelo inchava de novo, sentia a sua buceta úmida, apertava sua bunda, procurando as suas preguinhas novamente, ela mamava em mim e se esfregava sem parar. Nunca gozei tão rápido, nunca havia gozado junto com uma menina, nós duas chegamos a orgasmos multiplus juntas, tremendo, nos beijando com os seios colados um no outro e as bucetas pulsando, eu sentia os batimentos do seu coração através da sua xota e ela os meus.

Dormimos assim, nuas, abraçadas, com as bocas coladas, e completamente gozadas, foi o despertar de um desejos que se manteria oculto durante muito tempo.

Essa foi somente o começo da história, a primeira vez que eu dei e eu nem imaginava ainda a puta que eu iria virar. Gostaram da história? Então não deixem de comentar, quero saber se vocês querem saber mais sobre mim e minhas milhares de fodas, podem me mandar e-mail para vargasprica@gmail.com

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