Recatada Namorada - Chifradeira Apaixonada 1

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Minha namorada, Fabiana, cabelo pretos, 27 anos, 1,65, falsa magra, seis médios, uma beleza normal, mas absolutamente charmosa e simpática, bastante recatada. Namorávamos há dois anos quando questões pessoais minhas, stress, trabalho, uma leve depressão, fez com que eu abandonasse um pouco o cuidado a ela, e a nossa relação.

Foi quando ela conheceu, em um evento da nossa igreja, um professor, como ela, pesquisador. Eles conversaram bastante aquele dia, comigo ao lado. Não há nada de mal nisso. Seu nove era Vinicius.

Durante a semana ela mesma contou que estavam trocando mensagens, que ele era um cara legal, estava dando dicas para a pesquisa dela, e também sobre aula.

Como não moramos juntos, não sei qual foi essa intensidade, mas sei que ela foi ficando diferente, mais distraída.

Quando um dia, tínhamos combinado de visitar um parente meu no interior de SP, bem próximo da capital. Ela iria comigo, mas disse que tinha que trabalhar aquele sábado. Acabou que fui sozinho.

Ao retornar, mais à noite, liguei para ela que me disse que tinha ido almoçar com o Vinicius. Fiquei bastante bravo, porque ela tinha mentido para mim. De qualquer forma, disse tinha ido em uma reunião da escola, e que combinaram de se encontrar depois.

No dia seguinte, nos encontramos para almoçar, e fomos num motel. Ela estava bem diferente. Perguntei se estava tudo bem, e ela me disse.

- Eu tenho conversado bastante com o Vinicius, e está surgindo um sentimento por ele. Como ele é comprometido, também disse que teve esse sentimento. Nós decidimos transformar isso em amizade.

Eu fiquei meio inseguro, mas confiei nela. Perguntei até se tinham ficado, ao que ela me respondeu que não. Sempre fomos bem abertos com relação aos nossos sentimentos, e às vezes no sexo causávamos algum ciume, ou ela me contava de casos antigos dela, e isso me excitava. Perguntei na lata:

- Vc tem tesão por ele?

- Sim, amor, ele tem costas grandes, como gosto. Ele é alto, e cheiroso.

- Já se tocou por ele?

- Não, você sabe que eu não faço isso.

- Mas naquelas mensagens todas, com essa troca até de sentimento, nunca rolou nada?

- Uma vez, ele fez chamada de vídeo, e está sem camisa, pediu para eu fechar os olhos, e me sentir como uma criança. Eu fiquei um pouco sim.

- Já gozou por ele?

Ela começou a me beijar e deitou na cama, veio por cima de mim, encaixo no meu pequeno pau, fechou os olhos e enquanto rebolava chamava por ele...

- Vicinius... Vinicius...

Ela saiu do meu pau, e começou a esfregar nas minhas coxas, repetindo o nome dele, cada vez mais rápido e suspirado. O rebolado dela, agora nas minhas coxas, rebolando e gozando forte, se tremendo inteira, para terminar caída no meu peito, olhando meu rosto. Pegou meu pau e terminou o serviço até eu gozar.

A semana passou normalmente, e combinamos de nos encontrar sábado à noite. Na sexta, ela veio com uma história de dar um tempo, que precisava ficar só. Eu fiquei muito preocupado, mas consegui pelo telefone convencer ela a conversar direito. Ela jurando que não tinha nada a ver com o sentimento pelo outro cara.

Sábado pela manhã ela me liga pedindo para irmos almoçar, ao invés do jantar, porque ela tinha que ir ao shopping com a mãe depois. Eu concordei.

Almoçamos em um restaurante, formos ao parque depois, namoramos, ela dizendo que não queria terminar, mas que estava confusa. Que apesar do sentimento, o cara era comprometido, e ela não iria trocar nossa relação por um sentimento passageiro.

Aconteceu que não sei porque, me deu um estalo que perguntar

- Você vai se encontrar com ele hoje, não é?

Ela muito nervosa não conseguiu dizer que não, assustada, só disse que não era nada certo, mas que talvez, se dessem de se encontrar. Disse que eles eram amigos, e que não teria problema se encontrar com um amigo.

Eu chorei, pedi para ela não fazer isso. Ela chorou. Levantou. Me deu um selinho. Virou às constas e se foi.

Eu fiquei ali, paralisado.

Passou uma hora, voltando para casa eu liguei para ela, que não atendia. Mandei mensagem. Liguei desesperado. Duas horas, mais telefonemas. Por volta das 22h ela visualiza minhas mensagens e apenas responde. " está tudo bem, eu te amo, não quero terminar. Só não quero falar nada agora, não estou bem".

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