Toma cu, meu dono! Toma cu!!

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- Toma cu meu dono! Toma cu meu dono!

Gritava isso enquanto socava o cu no pau do meu dono safado.

-Continua falando isso cachorra que eu vou gozar tudo dentro de você, puta, vadia!

Eu rebolava e ao mesmo tempo dava ré com força esfolando o cu do cara gostoso que me fodia muito gostoso.

- Toma, toma, toma, toma, toma, toma cu meu dono! Meu cavalo gostoso! Toma cu meu donoooooooooooo!

- Puta que pariu caralhoooooooooooo! Tô gozando tudo! Tem muita porraaaaaaaaaa!

Eu tremia toda, meu grelo estava duro demais e babava. Parei e implorei:

- Soca forte que eu vou gozar também sem nem colocar a mão no greloooooooooo!!!!!!!

Gozamos e caímos na cama exaustos. Fiquei quietinha um pouquinho, mas logo, logo meu cuzinho começou a coçar de novo e eu perguntei se já dava pra ele me enrabar de novo. Ele fez de conta que não ouviu e saiu-se com essa:

- Que delicia de traveca é você! Puta do caralho! Gozei demais nesse cu! Melhor que boceta esse cuzinho apertado! Quer mais vadia?

- Meu rabinho tá coçando! Tem uma piroca pra catucar ele de novo?

- Claro que tem, cachorra! Prepara a pica, vai, mama a tora toda, vai galinha do caralho!

Eu adorava dar pra esse cara. Conheci ele na internet. Numa sala de bate-papo. Eu dei meu telefone ele me comeu no fone e eu adorei! Ele dizia que tinha 26 cm de pau e me mandava gritar “toma cu meu dono” toda hora. Me apaixonei por ele e ele por mim. Queria chamar ele para me foder de verdade, mas antes de falar isso ele me convidou pra sair. Tinha já um mês que ele me comia quase todo dia. Era verdade o papo do pau de 26 cm. Nunca medi, mas era grande e grosso demais.

Ele me pôs pra mamar e eu obedeci direitinho. Soquei a pica na boca e fiz ela engordar bem. Ele gemia e me puxava pra cima dele querendo enfiar o poste dentro da minha garganta. No meio do negócio ele perguntou se podia chamar um amigo para ajudar a me comer.

- Mas é claro que sim! Ele é gostoso igual você?

- Não sei, nunca dei pra ele rs, rs, rs

Pegou o celular e ligou para o outro cara. Combinei que ia deixar o portão e a porta da casa abertos para o outro. A gente ia ficar na sacanagem no quarto e era só ele abrir o portão e a porta e seguir o som da putaria. Dei um pulo da cama e saí pelada mesmo para abrir o portão e a porta. Voltei, me empinei toda na cama pra mamar a rola. Na posição que estava quem abrisse a porta do quarto, de cara ia ver meu bundão rebolando enquanto eu dava um trato legal no poste. Fiquei assim um bom tempo e de repente ouvi o som do portão e logo depois da porta. Meu dono gemia enquanto eu lambia a vara e as vezes descia até o cu dele.

- Ai que pau gostoso de mamar, adoro isso.

O outro entrou e foi logo falando:

- Que bundão gostoso, acho que vou meter no pelo. Pode?

- Vem, fode a puta vai!

Ele nem chegou a tirar a roupa toda. Só baixou a calça e foi encostando o pau no meu olhinho. Dei pra ele um frasco de gel, ele me lambuzou toda, passou também na cabeça do pau e enfiou tudo de uma vez só. Dei um grito. Parecia que um asno tinha me arregaçado de tão grande e forte que era o pau. Tava esperando uma coisa grande, mas aquilo era melhor que a encomenda.

Repeti a cena incial:

- Quer cu meu dono? Toma cu meu dono, toma, toma, toma, toma meu cu meu dono gostoso!

- Caralho de Cavalo da porra! Soca tudo com força vai, soca, soca, soca.

Passei a gemer gritando, rebolar e dar ré no pau. Ele só gemia e me xingava enquanto o meu dono do início só segurava a pica e me olhava em ação. O meu comedor parou de se mexer e foi só curtindo eu de quatro indo e vindo no pau dele. Ele era um cara grande e forte. Curtiu bastante eu ir e vir mas teve uma hora que resolveu tomar as rédeas da puta. Me segurou pela bunda e passou a estocar muito forte. Deu um tapão na minha bunda que me fez tremer. Depois perguntou se podia me maltratar mais. Eu nem tive tempo de responder. Ele me segurou, me botou no chão e pisou na minha cabeça. Levantou com o outro pé minha bunda e mandou o outro meter no meu cu. Meu primeiro dono que até aquele momento só estava alisando o pau, chegou perto de mim e metei sem nenhuma dó. Eu gritava de dor com a cabeça presa no chão, mas ao mesmo tempo que doía era ótima a sensação de ter virado um objeto pros dois machos:

- Tá sofrendo piranha? Tá sofrendo, mas tá gostando né? Teu pau tá doidinho pra gozar de novo né biscate?

Ele soltou minha cabeça, se ajoelhou, imprensou meu rosto com as mãos e forçou minha boca com a pica. O poste entrou e eu fiquei sufocada com a piroca na boca e o nariz apertado pelas mãos dele. Passei a gemer desesperada, mas quanto mais eu ficava desesperada mas ele apertava e mais o me primeiro dono metia com força atrás. Ele chegava me levantar do chão de tanto ser estocada. Meu pau começou a crescer muito e babar demais. De repente gozei como nunca e então descobri que adorava sofrer enquanto era enrabada. Quando eu gozei ele aliviou a pressão acho que para curtir meus urros de gozo. Não demorou muito para os dois virem pra minha frente, me botarem na cama deitada e me fazer mamar eles até eles jorrarem muita porra na minha cara. Fiquei completamente lambuzada de leite gostoso de macho.

Nesse dia eles me fizeram um convite. Eles disseram que faziam parte de uma espécie de clube de machos que curtiam cu de traveca e eles estavam organizando a segunda suruba no mato do ano. Era assim: eles contratavam umas bonecas e algumas meninas e levavam elas para uma chácara. Lá elas eram soltas na propriedade totalmente peladas e eles tinham que caçar e comer as fêmeas. Pra isso cada menina e boneca ganhava uma boa grana pra ser caçada e comida por toda a noite.

Mas essa é uma outra história.

Quer me foder?

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