Traiu o marido com o bem dotado - parte final

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Depois daquela foda que tivemos no trânsito Cilene estava louca pra repetir a dose.

Não parava de elogiar-me por ter lhe dado um orgasmo delicioso.

Ficava me provocando direto durante o expediente, deixando-me louco.

Brincava dizendo que ela estava se comportando como uma putinha.

Ela respondia que a partir daquela foda havia se tornado minha putinha e estava feliz.

Apesar dessa liberdade em nossas brincadeiras, eu ainda a respeitava muito.

Um dia após o almoço ela me chamou lá do banheiro, assim que abri a porta ela estava sentada na patente e começou a desabotoar minha braguilha.

Como trabalhávamos sozinhos naquele pequeno escritório dentro da multinacional, não corríamos o risco de sermos pegos em flagrante. Raramente alguém batia em nossa porta.

Ela tirou meu pau pra fora e disse que não aguentava mais de vontade de chupá-lo e já foi abocanhando-o.

Chupava e batia punheta e não parava de elogiar meu caralho. Que delícia ver aquela boquinha tentando engolir meu pau. Chupava com vontade e esfregava ele no seu rosto. Pedi pra ela se virar de costa pra foder sua buceta mas ela ficou com medo e pediu pra que eu gozasse no seu rosto.

Continuou chupando e acariciando minhas bolas até eu explodir e gozar na sua boca. Assim que ela recebeu o primeiro jato de porra tirou a cabeçona da sua boca e deixou os jatos seguintes lambuzar seu rosto.

Eu estava maravilhado com aquela cena pois, Cilene não era somente uma mulher bonita, ela era casada e também minha chefe. Uma super profissional bi lingue e no entanto, estava esfregando meu pau em seu rosto todo lambuzado com minha porra. Eu me senti poderoso.

Os dias foram passando e Cilene aguardava uma oportunidade para irmos ao motel. Apesar daquela época não existir celular, ela era uma mulher casada e tinha hora certa pra chegar em casa.

Um dia ela havia sido convidada para um chá de bebê de sua prima, que entrara no sétimo mês de gravidez. O convite restringia a entrada de homens então seu marido não poderia acompanhá-la.

Foi num sábado a tarde. Cilene levou um presentinho para o futuro priminho e deu uma desculpa que não poderia ficar muito tempo.

Nos encontramos numa estação do metrô e seguimos para um motel que ficava no início da via Anchieta.

Cilene estava animada e muito excitada, havia se passado 4 meses da nossa foda no trânsito. Essa oportunidade estava sendo muito aguardada por nós dois. Enfim juntos... num motel de luxo.

Apesar da minha pouca experiência, tinha apenas 19 anos, eu sabia que não podia contar apenas com o meu pau para dar prazer à Cilene. Eu já sabia qual as partes do corpo que a mulher sente prazer e o que ainda não tinha feito, aprendi com os amigos mais velhos que relatavam, numa roda de conversa, suas proezas sexuais.

Estava quente aquela tarde, até chegarmos ao motel nós estávamos com os corpos suados.

Convidei Cilene para tomarmos uma ducha juntos, eu queria percorrer minhas mãos naquele corpinho mignon, de falsa magra, apalpando todas as suas curvas.

Eu entrei no box primeiro e liguei a ducha numa temperatura agradável, assim que Cilene apareceu nua na porta eu pude ver o quanto ela era linda e gostosa.

Passei a ela uma toca para proteger seus cabelos da água e puxei-a de encontro ao meu peito, ela enlaçou seus braços no meu pescoço e ficamos nos beijando por longo tempo.

Deixei minhas mãos passear a vontade alisando suas costas e sua bundinha redonda e carnuda. Passei a banhar todo seu corpo com o sabonete numa mão e massageava o seu corpo com a outra. Depois desci até seus pés e fui subindo com o banho até sua bunda. Cilene estava totalmente relaxada em meus braços, abrindo sua boca e recebendo minha língua. Apertava-me contra seu corpo toda vez que sentia minha mão em sua xaninha e no seu buraquinho.

Eu brincava com meus dedos em sua vulva enquanto sentia sua respiração cada vez mais acelerada, em meus ouvidos chegavam gemidos de quem estava sentindo muito prazer e uma voz baixinha repetindo meu nome.

- John... John... não para por favor, está tão gostoso.

Sentindo aquela mulher linda entregue aos toques das minhas carícias, o meu pau ficou em posição de sentido na hora.

Ela sentiu o volume que ele fazia em sua barriga e desceu uma mão até ele e ficou araciando-o.

Depois ela pegou o sabonete e começou retribuir o banho que eu havia lhe dado.

Depois concentrou sua atenção apenas no meu pau e nas minhas bolas. Passava o sabonete por toda extensão do meu pau depois enxaguava. Ajoelhou-se para examiná-lo mais de perto e dava beijinhos na glande que estava toda intumescida.

Ela virou-se para o alto e quis saber se em minhas punhetas, quando eu tinha 16 anos, ela ficava nessa posição?

Eu respondi-lhe que foram tantas as punhetas que havia batido pensando nela que não existia posição que não havia pensado.

Ela começou a chupar o meu pau bem gostoso, fazendo um vai e vem lento, deixando a glande toda babada a escorrer pelo membro. Depois descia com sua boquinha até a base e subia lambendo e recolhendo a saliva que escorria.

Cuspia ela na cabeça e abocanhava-a, repetindo toda a operação diversas vezes.

Eu a levantei e coloquei seu corpo encostado à parede, sentei-me entre suas pernas e comecei a chupar sua buceta, fazendo minha língua percorrer toda a extensão da sua vulva, do seu ânus ao seu grelinho.

Cilene rebolava sua bunda na minha boca e gemia, não aguentando mais de tesão pediu para eu fodê-la ali mesmo, em pé.

Eu pedi pra ela empinar sua bunda e passei a pincelar a cabeça do meu pau na sua bucetinha encharcada. Cilene estava tão louca pra ser penetrada que jogava sua bunda contra meu pau na esperança de encaixá-lo.

Assim que meu pau ficou lambuzado com o néctar que escorria da sua xana, eu forcei a cabeçona na entrada da sua racha e deixei ele deslizar pra dentro até sua bunda ficar colada na minha virilha.

Ela amparava seu corpo com as mão no azulejo enquanto eu socava sem parar o meu pau na sua buceta apertada.

Que delícia de foda. Cilene parecia estar em gozo permanente de tanto que gemia e pedia pra fodê-la mais.

Não demorou muito e o seu primeiro orgasmo chegou, Cilene gemeu e berrou tanto que parecia que ia perder os sentidos.

- John, puta que pariu, que orgasmo doido você me faz ter. - dizia tentando recompor suas forças.

- Você é deliciosa Cilene, eu amo ver você gozar que nem louca.

Fomos pra cama, pedi pra ela me chupar e deixar meu pau duro novamente. Eu não tinha gozado, tenho um bom controle.

Depois ela sentou-se, encaixando meu pau na sua xana, e começou a cavalgar-me. Puxei seu corpo a frente e passei a mamar seus peitinhos, lamber os biquinhos duros e beijar sua boca gostosa.

- Que delícia de pau você tem John, ele preenche toda minha buceta, tá sentido ela engolir ele inteiro?

- E como estou Ci, sinto ela apertar ele como se fosse engoli-lo.

- Enfia o dedo no meu cuzinho igualzinho aquele dia no carro.

- Eu adorei o jeito que você gozou aquele dia quando meti o dedo lá.

- Ai que delícia, porra John, isso me deixa louca. Continua enfiando o dedo no meu cu, assim gostoso.

- Goza pra mim goza, rebola mais que eu também vou gozar.

- Ai caraio que delicia, porraaaaaaaaaaaa.

Cilene começou a gozar e ter espasmo pelo corpo todo, eu gozei junto, jorrei toda minha porra no interior daquela grutinha fervendo, sentindo ela apertar meu pau e seu cu se fechar em volta do meu dedo.

Depois duns 5 minutos com nossos corpos colados e suados ela deixou seu corpo escorregar do meu lado.

-John você vai fazer meu coração parar desse jeito. - enquanto falava ela mordiscava minha orelha.

- Você é deliciosa Ci, como é gostoso foder com você.

- John, você já comeu algum cuzinho com esse pauzão?

- Não Ci, eu sai com poucas garotas e ficava com vergonha de pedir pra elas me darem o cu.

- Mas um dia você vai pedir e se você não souber como foder um cu elas vão arregar pelo tamanho da sua piroca - soltou uma gargalhada gostosa ao termino da frase.

- Existe um jeitinho de comer cu sem dor Ci?

- Tem John, quando meu marido fodeu meu cu pela primeira vez eu não senti dor.

- Então me ensina, eu to louco pra foder o seu cuzinho.

Cilene me puxou pro box pra tomarmos uma ducha, depois ela explicou-me que antes é preciso fazer uma limpeza no reto com o chuveirinho. Mas ela não iria fazer na minha frente e mandou-me esperar na cama.

Quando voltou, ela pegou o interfone e pediu um lubrificante.

Depois se deitou ao meu lado e demos início a novas preliminares.

Comecei primeiro a lambeção no seu pescoço e descendo para os seios até chegar no seu ventre.

Cilene tinha uma bucetinha pequena para sua idade, mas muito bonita. Seu cuzinho parecia nem existir entre sua bundinha carnuda. Eu tinha que abrir toda suas coxas para que aquele botãozinho ficasse visível.

Concentrei minha língua só nele, dando voltinhas ao redor e deixando minha saliva inundá-lo.

Depois Cilene virou-se de bruços e empinou a bunda para que o acesso da minha boca ficasse mais fácil.

Fiquei vários minutos lambendo sua rosquinha ouvindo seus gemidos de tesão.

Depois ela levantou-se e foi buscar o lubrificante.

Pediu-me para deitar e veio por cima na posição 69.

Ela entregou-me o tubo do lubrificante e passou a chupar o meu pau.

Eu passei a enfiar meu dedo no seu cuzinho embebido naquele creme.

Quando ela sentiu que meu pau estava no ponto ela se posicionou de quatro.

- Vem John, agora vou explicar como você vai deixar a sua putinha feliz. - sorriu e piscou-me um olho.

Eu obedeci e me posicionei de joelhos encoxando sua bunda. Ela então me explicou o que deveria fazer, afundou sua cabeça no travesseiro e empinou ainda mais sua bunda com as pernas abertas. Nessa posição ela ficou toda arreganhada e dava pra ver o buraquinho acima da sua buceta.

Eu passei bastante lubrificante no meu pau e comecei a fazer do jeito que ela pediu.

Encostei a cabeça do meu pau no seu ânus e fiz força pra penetrar. Quando sentiu dor ela puxou o corpo a frente. Esperei alguns segundos e forcei a cabeça de novo. E assim foi, depois de algumas tentativas a cabeça pulou pra dentro, vencendo a esfíncter. Esperei ela relaxar e depois foi só alegria tanto a mim quanto a ela.

- Tá sentindo meu pauzão arrombar seu cuzinho minha putinha?

- Puta que pariu John, doeu pra passar a cabeça mas agora tá gostoso.

- põe a mão nas minhas bolas e sente o quanto meu pau tá enterrado no seu cu cadelinha.

- Tá tudo dentro gostosão, fode sua putinha igual nas punhetas que você batia. Pode foder a vontade tesão.

Há 3 anos atrás eu imagina nós dois nessa posição. Agora não era mais imaginação, a mulher que me fez bater um monte de punhetas está com meu pau atolado no seu cuzinho, pedindo pra eu fodê-la enquanto rebola no meu pau.

- Caraio John seu puto, fode essa putinha até ela gozar no seu pau.

- Rebola puta, sente meu pau no fundo do seu cu. - enchia de tapas sua bunda e dava fincadas forte.

- Delícia de pau, fode gostoso sua putinha fode John.

Eu via e não acreditava, como aquele botãozinho que parecia invisível conseguia agasalhar um pau grosso de 18 cm no seu interior?

Cilene começou esfregar seu dedinho no grelo, ia gozar de novo.

- John seu roludo... fode meu cuzinho com força. Enfia tudo na sua putinha caraio.

Passei a bombar todo meu pau até minhas bolas bater na sua buça, tamanha violência.

Cilene gritava, xingava e pedia mais forte.

- Mete tudo John... eu vou gozar, mete mete caraiooooooooo to gozando porrraaaaaaaa.

- Toma sua putinha, rebola pra receber mais rola, rebola...

Cai por cima dela ainda socando meu pau no seu buraquinho e ela ficou rebolando e gemendo por longo tempo.

Foi o orgasmo mais louco da minha vida por muito tempo. Porque foi com uma mulher especial.

Nós saímos ainda algumas vezes e foi muito bom, mas nunca igual esse dia...

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