CONVITE PARA UMA SURUBA

Categoria: 

A GOSTOSA DA GAFIEIRA - Parte 08

Ainda ia dar sete horas da manhã, quando Jorge estacionou o carro do outro lado da rua. Pegou uma sacola de supermercado contendo alguns alimentos que comprara na noite anterior e preparou-se para atravessar a via. Então, viu a porta da casa dela se abrir. De lá, avistou Dalmo saindo de mãos dadas com Alba. Ela beijou-lhe os lábios apaixonadamente e o negrão saiu todo satisfeito. Falou alguma coisa para ela, mas Jorge já nem mais ouvia, corroído pelo ciúme. Alba não percebeu sua presença, pois nem olhou em sua direção. A mulher voltou para dentro de casa, fechando a porta. Jorge ficou na dúvida se deixava o pacote no terraço dela, como tinha planejado. Optou por deixar cair o saco ali mesmo, espalhando mercadorias na calçada. Entrou no carro furioso e deu partida. Quando se afastou bastante, a fofoqueira da rua, que estivera observando-o às escondidas, saiu de casa. Apanhou as coisas do chão e relutou em deixá-las no terraço de Alba. Mas fê-lo, finalmente, voltando a entrar em sua residência.

Alba estava cansadíssima, mas feliz. Passara outra noite maravilhosa com Dalmo. Ele a satisfizera sexualmente de todas as maneiras e ela estava toda ardida. Sentou-se no vaso sanitário para fazer xixi e sentiu-se afolozada pelo membro enorme e grosso dele. Sorriu ao relembrar aquela pica rasgando-a toda. Peidou demoradamente, como se estivesse expelindo do cu a trolha . Depois, tomou um banho demorado. Finalmente, deitou-se na cama e preparou-se para dormir. Só acordou lá pelo meio da tarde, com sua vizinha evangélica batendo à porta e chamando por ela.

- Estava aí na sua porta - disse a mulher, entregando o pacote com mantimentos a Alba.

- Ah, deve ter sido meu namorado quem trouxe - disse Alba, acreditando que Dalmo havia voltado e deixado aquele pacote para ela. Havia-lhe pedido uma grana, na intenção de pagar o que devia à vizinha, mas ele alegou estar sem dinheiro.

- Posso te pagar o que devo com essa feirinha? Não consegui a grana que te prometi.

- Não, não precisa me pagar agora. E essa comida vai fazer mais falta a ti do que a mim - respondeu a evangélica - Mas não vim aqui pra te cobrar, mulher. Vim porque quero te fazer um pedido, mas que deve ficar apenas entre nós duas...

Alba olhou de forma interrogativa para a outra. A protestante estava meio empulhada para continuar a falar, mas finalmente disse:

- Fiquei morrendo de curiosidade para conhecer um clube e não consegui dormir direito, depois que você me falou que frequentaUé, nunca foi a um clube??? - Alba, porém, lembrou-se de que a amiga era muito religiosa - Ah, desculpa, lembrei-me agora que você é evangélica.

- Sim, mas nem sempre fui. Tive até um namorado que vivia me chamando para ir a um desses antros de vício, mas nunca tive coragem. Até porque ele era muito safado e minha mãe não confiava que eu ficasse com ele até muito tarde da noite. Mas eu devia tê-la desobedecido, ao menos uma única vez. Agora que ela faleceu, me sinto mais à vontade para conhecer certos ambientes. Então, você me leva?

Alba ficou contente. Ao menos, teria companhia enquanto esperasse por Dalmo. Havia marcado de se encontrar com ele na próxima semana. Isso, se ele conseguisse alguma grana pra gastar lá. Sentiu uma pontada de ciúmes quando pensou nisso, pois sabia que ele iria conseguir esse dinheiro com uma de suas "admiradoras". Acertou com a amiga o dia para irem ao clube.

Naquela noite, Alba caprichou na roupa que vestia. Primeiro, porque queria aparecer bem bonita para Dalmo. Vestia uma saia curta, ideal para enaltecer seu belo par de pernas. Segundo, porque não queria ficar "por baixo" da protestante, que fizera questão de comprar um vestido para aquela ocasião. Esta nem parecia ser uma "crente", de tão elegante e sexy que estava. Só o coque comportado que usava no cabelo demonstrava levemente sua origem evangélica. O batom vermelhíssimo que usava nos lábios a fazia parecer uma mulher bem vulgar. Alba, no entanto, parecia uma lady, apesar da saia curta. Havia caprichado no penteado e estava irreconhecível com a ausência da barriga pronunciada pela gravidez. Os homens que estavam no recinto não paravam de olhar para ela. Também babavam pela "irmã", apesar de ela ser um pouco rechonchudinha. Seus seios fartos, mas firmes, chamavam à atenção. Então, de repente, a evangélica fechou a cara.

- O que foi, Norma? - perguntou Alba.

- Acabo de ver meu ex-namorado safado - apontou discretamente à amiga. Para o espanto de Alba, ela se referia ao garçom.

- Aquele??? Puxa, eu jamais iria imaginar.

- Você o conhece?

- Sim, é amigo do meu ex-namorado. Mas vive o tempo todo me cantando.

- Pois tome cuidado com ele. Gosta dessas coisas de ocultismo, e só vivia em terreiros de macumba, quando o conheci. Desconfio que nunca mais consegui um namorado por causa de umas "coisas" que ele fez para mim - completou a evangélica, se benzendo.

- E você acredita nisso, minha amiga?

- Se eu acredito??? Já vi muitas coisas estranhas nessa vida que passei a não mais duvidar dos males do mundo - exclamou a evangélica passando a mão no braço, demonstrando estar toda arrepiada.

Avistando a "irmã", o garçom veio falar com ela. Trouxe no rosto seu sorriso mais cínico. Mas ignorou Alba, agindo como se ela não estivesse ali ao lado da outra.

- Você por aqui, nesse antro de perdição, como tua mãe costumava dizer? Quem diria, hein? Vai querer beber alguma coisa?

- Traga-me uma água mineral - resmungou Norma, baixando a cabeça como se estivesse envergonhada de ter sido flagrada ali.

Nesse momento, um sujeito veio chamar Alba para dançar. Ela recusou polidamente, mas o cara não gostou. Disse que iria denunciá-la à direção do clube. Alba ainda tentou explicar que estava esperando um namorado, mas o sujeito resmungou que a regra ali era a de que ninguém era de ninguém. O garçom voltou com a garrafinha de água e continuou sem dar atenção a Alba. Nem perguntou se ela queria algo. Então, ela avistou Jorge.

Ele estava acompanhado de uma morena muito bonita. Pareciam íntimos, pois ele conversava com ela alisando-a na cintura. Quando viu Alba, deu-lhe as costas. Alba sentiu-se ofendida. Mas logo esqueceu o incidente, esperando por Dalmo. Nada dele chegar. Então, avistou a negrona de voz grossa entrando no clube, de mãos dadas com um cara bem franzino, que ela já havia visto antes com aquela mulher com pinta de sapatão. Esta veio em sua direção, assim que a reconheceu:

- Soube que fez as pazes com Dadá - referia-se a Dalmo - então também te perdoo. Mas, se fizer mal a ele de novo, prometo te dar uns tapas.

- E o que você é dele, para se dar esse direito de me bater? - desafiou Alba.

- Ele é o meu melhor amigo, catraia. E deixe de me provocar. Podemos sentar aqui?

A protestante, impressionada com o vozeirão da negra, ofereceu os lugares vazios antes que Alba respondesse. Estava visivelmente interessada no acompanhante da negrona. Este, no entanto, não tirava os olhos de Alba.

- Se eu perceber qualquer coisa entre vocês, vamos brigar feio - disse a negrona alto e claro, demonstrando ciúmes com o acompanhante que tinha menos da metade da altura dela.

Para a surpresa de Alba, ele respondeu sem se alterar:

- Deixe de frescuras, senão te dou uns sopapos e te mando para casa.

E a negrona encolheu-se toda, ficando quieta, como se tivesse medo dele. A evangélica suspirou. Estava adorando o jeitão daquele homem. O garçom cochichou algo no ouvido do franzino. Este assentiu com um gesto e o cara saiu de perto. Voltou com uma cerveja geladíssima e três copos limpos. Encheu o de Alba, antes de servir a evangélica e os outros. A princípio, Norma rejeitou a bebida. Pouco depois, a "crente" estava mais alegre que o normal. O franzino, sob protestos da negrona, convidou a gordinha para dançar. Essa não se fez de rogada. Alba ficou a sós com a negrona, na mesa. Esta resmungava:

- Filho da puta. Se acha que vai me escantear para ficar com a jamanta branquela, está muito enganado.

- Vocês namoram?

- Ele é casado, mas amo esse homem. Sabe foder como ninguém. Nem Dadá trepa tão bem!

- Vocês já foram amantes? Quero dizer, você e Dalmo?

- E quem já não foi amante de Dadá? Aquele cara parece que tem o amor grudado na cabeça da pica. Todas que o comem, se apaixonam por ele. Eu mesma, antes de conhecê-lo, só gostava de mulher. Mudei de opinião desde a primeira vez que trepei com ele... E você está fadada a ser a próxima vítima de Dadá - profetizou a negrona, já demonstrando sinais de embriaguez.

- Você acha que ele vai me fazer sofrer?

- Tenho toda a certeza! Se não acredita em mim, pergunte à última vítima dele. Ela hoje vive internada numa casa de saúde, como doida. Mas, de vez em quando, tem seus momentos de lucidez.

Alba teve um arrepio, que lhe percorreu desde a nuca até o cu. Perguntou à negrona:

- Ele costuma lidar com ocultismo?

- A negrona parou de falar de repente, olhando fixamente para ela. Depois, desconversou:

- Eu já estou falando demais. Deixa eu ficar na minha.

Sob insistência de Alba, ela complementou:

- Procure a tia de Dadá. Ela tem histórias bem interessantes para te contar. Difícil é encontrá-la. Já faz mais de dez anos que o negrão a procura. Mas, depois, a gente conversa melhor. Tô de olho em meu amado. Veja lá como ele se enfia naquela galinha, tua amiga...

- Por que você não vai lá e o traz de volta para a mesa. Acho que minha amiga já está melhor da cachaça...

- Tá doida? E eu quero levar tapa? O cara é fera!

- Ué, você deu uma sova no meu ex-namorado, dia desses...

- É verdade, mas o meu Bembem é professor de caratê, judô, Jiu Jitsu e o caralho-de-asas. Vai por mim...

Alba olhou pro nanico, analisando-o dos pés à cabeça. Ele dançava bem e parecia um cara bem confiante em si mesmo. Acreditou no que a negrona lhe dizia. Aí, avistou Dalmo. Ele estava em companhia de uma loira muito bonita, que Alba não conhecia. Ardeu de ciúmes e quis se levantar para ir lá. A negrona impediu-a.

- Não vá lá. Deixe-o. É sua chance de esquecê-lo. Ele não é homem para você - a negrona falou com um timbre bem feminino, com uma voz que lembrou alguém que Alba não conseguia distinguir quem era. Ela arrepiou-se toda, olhando a preta fixamente nos olhos. Esta levantou-se, puxando-a firmemente pelo braço.

- Vamos lá fora. Preciso tomar ar. E te contar uma coisa...

No entanto, chegando num pátio ao lado do salão de danças, ao ar livre, a negrona calou e passou um tempo com o olhar fixo no vazio. Depois, acendeu um cigarro e, só então, deu atenção a Alba:

- O que você quer comigo? Por que me trouxe aqui fora? - perguntou.

- Ôxe, mas foi você que me pediu para vir aqui. Disse que tinha algo a me dizer.

A negrona olhou fixamente para Alba e depois, de supetão, tascou-lhe um beijo nos lábios. Alba recuou. Disse não transar com mulher. A outra insistiu. Jogou a bituca fora e pegou Alba pelos pulsos, imobilizando-a com facilidade. Voltou a beijá-la na boca. Alba continuou resistindo. Ficou aliviada quando ouviu atrás de si:

- Ei, o que as putinhas estão fazendo sozinhas aqui fora?

Era o franzino. Viera procurar por elas e flagrou-as na putaria. Mas não parecia zangado. Propôs:

- Eu posso muito bem satisfazer as três. Que tal a gente ir para um motel, agora mesmo?

- Eu não estou afim - resmungou Alba.

- Vá com sua puta, a que você acaba de conhecer - rosnou a negrona.

- Vamos os quatro. Eu sempre tive vontade de fazer uma suruba - respondeu a evangélica de mãos dadas com o franzino, ainda visivelmente embriagada.

- Melhor nós duas voltarmos para casa, Norma. Você já está para lá de Bagdá - disse Alba.

- Não, hoje eu quero levar umas pirocadas. Fiquei com vontade.

- Eu levo as duas em casa - ouviu-se uma voz masculina dizer.

Era o garçom. Norma agarrou-se ao pescoço dele. Beijou-o na orelha, um beijo lambido. Ele meteu a mão entre as pernas dela, apalpando-a sem nenhum respeito. Alba insistiu em as duas irem sozinhas, mas a outra queria porque queria estar com o garçom. O franzino se ofereceu para levar todos em casa. Houve reclamações da negrona.

Meia hora depois, estavam todos num mesmo quarto de motel. Enquanto os casais se animaram para tomar um banho coletivo no apertado banheiro, Alba fingiu estar cansada e deitou-se vestida num sofá que havia no quarto. Adormeceu quase que imediatamente, apesar de estar pensando no negrão. Sofria em tê-lo visto com outra.

Não sabia dizer quanto tempo esteve adormecida. Acordou com alguém mexendo em sua xoxota. Abriu os olhos, assustada. Era o franzino. Tentava tirar as roupas de Alba, que dormira vestida. Ela debateu-se, recusando-se a trepar com ele.

- Vá procurar outra. Eu não estou afim.

- Todas estão dormindo, depois de satisfazerem o garçom. Sobrou você, que agora já deve estar descansada. E eu ainda não me satisfiz.

O quarto estava iluminado por uma luz vermelha. Realmente, todos dormiam. Alba olhou entre as pernas do cara. Ele tinha um caralho enorme, parecendo uma penca. E estava pulsante. Ele tentou encostá-lo em sua boca, pedindo que ela o mamasse. Mais uma vez, ela se negou. Então, de repente, o cara pressionou um nervo do pescoço dela. Alba sentiu uma dor lancinante, que logo se transformou num torpor gostoso. Tentou se mover, sem conseguir. Estava paralisada. Sentiu o cara se ajeitar entre as pernas dela, depois de despi-la. Tentou reagir, mas não conseguia mover um só músculo do corpo.

Ele encaixou a jeba no rasgo dela e foi enfiando devagar. Ali, ela sentia bem o prazer de ter a pica entrando e saindo sem pressa, até bem profundo. Aos poucos, ela foi se adaptando ao estupro. Ele retirou tudo de dentro num momento em que ela estava quase gozando. Ficou ansiosa para tê-lo dentro de si, novamente. Ele intensificou a tortura, botando e tirando lentamente a manjeba. Ela queria urrar de gozo, mas não saia um único som de sua garganta. Nem quando o cara virou-a de costas, lubrificou seu orifício traseiro com cuspe e foi enterrando a pica enorme no cu dela. Era extensa, apesar de não muito grossa. A glande parecia adentrar, por um longo percurso, o seu intestino, até que sentiu as bolas dele tocar-lhe a porta do ânus. Mais uma vez tentou mover-se, para conseguir uma posição mais adequada, mas não conseguiu. Então, ele retirou tudo de uma só vez, postando-se à sua frente. Masturbava-se, apontando a cabeça da pica em direção ao rosto de Alba. Ela sabia o que ia acontecer em seguida. Esforçou-se para abrir mais a boca...

FIM DA NONA PARTE

http://www.casadoscontos.com.br/texto/2017031065

Compartilhe com amigos

Copiar Link Whatsapp Twitter

Comentar