Curiosa

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Curiosa

Conheci um carinha recentemente que me encheu de curiosidades. Uma delas: “Se você olhar para um homem, qualquer homem, diretamente para o pau dele, deixando evidente que está olhando exatamente para o pau, ele ficará duro imediatamente”. Achei tolice, claro, mas, curiosa do jeito que sou, resolvi testar.

Sou fisioterapeuta e me chamo Karina. Num dos hospitais onde trabalho, tem um flanelinha que me come com os olhos. Nunca dei trela para ele, apesar de ele ser um gato: alto, magro, barriga rasgadinha, olhos castanhos claros, quase verdes, e um par de pernas grossas que arrancaria suspiros se o encontrasse numa praia de sunguinha. Ademais, o safado tem quase 1,90m de altura e certamente esconde um mastro descomunal entre as pernas. Tenho certeza que já estive no imaginário daquele coitadinho por diversas vezes, sempre nas sessões de punheta. Ele me olha com tanto desejo que fico sem graça. É tudo muito discreto e rápido, mas acho quase impossível ele nunca ter batido uma pensando em mim. Portanto, por todos os atributos, ele foi a ‘vítima’ da minha primeira investigação sobre o poder do olhar feminino quando fitamos rolas moles.

Num dos meus plantões este ano, fui ao hospital de saia curta – trocaria de roupas antes de assumir o turno, mas queria chegar arrasando, bem sexy, e testar meu olhar fulminante. Quando cheguei e parei o carro, ele veio – era sempre ele quem me recebia no estacionamento:

– Bom dia, Dra. Karina!

– Bom dia!

Em todas as outras ocasiões, esse cumprimento de “Bom dia!” era trocado depois que eu descia do carro e me dirigia para a entrada do hospital. Dessa vez, propositadamente, demorei-me ao volante, sentada dentro do carro, aguardando a aproximação dele. Assim, as saudações foram trocadas ele em pé, à minha frente. Aproveitei a situação e minha posição de mulher sentada para fitá-lo, diretamente, bem na direção do pau, tendo o cuidado de, seguindo as orientações do meu amigo, deixar bem claro para onde estava olhando. Era como se meus olhos dissessem para ele: “Ei, sortudinho, estou olhando para o seu pau, percebe?!”. A reação foi imediata. Em segundos o volume se formou. Não faço ideia do tamanho – só tive três parceiros na minha vida –, mas a barraca que se armou me deixou muito assustada e excitada. Fiquei nervosa, confesso. Dei um sorriso, sem olhar para os olhos dele, e entrei para assumir o plantão.

Durante o dia, eram doze horas de plantão, comentei com outra amiga sobre o ocorrido. Demos boas gargalhadas e ela prometeu que ainda naquele dia faria o teste com ele também. Segundo ela, não verificaria pelo teste em si – a intenção era ver se o cara era mesmo bom de pica, se a ferramenta era mesmo calibrosa como eu imaginei que fosse. Depois do almoço ela foi pegar a nécessaire no carro e voltou eufórica, informando que eu tinha razão, que o moleque tinha um pau enorme. Eu desconsiderei tudo, deletei da minha memória – afinal, queria apenas brincar com a imaginação e testar as dicas do meu amigo safado. Minha amiga foi mais longe e confessou, dias depois, que tinha raptado o garoto e ido a um motel com ele. “Amiga, ele me deu um tratamento cinco estrelas, uma surra de rola que jamais levei de nenhum dos médicos aqui do hospital nem de nenhum outro namorado” – palavras dela.

O primeiro teste estava resolvido. Testado e aprovado. Contei tudo para meu incentivador. Disse o que tinha feio, falei da aventura da minha amiga... Ele fez nova revelação:

– Dizem as más línguas que o tamanho da testa da mulher é exatamente o tamanho da lasca da xoxota.

Eu quase morro de rir ouvindo isso. Nossas conversas eram sempre virtuais, não nos conhecíamos de fato. Nós nos encontramos num site de relacionamentos e estava legal da forma que estava, apenas virtualmente. O cara era muito engraçado, tinha um humor maravilhoso e eu me divertia muito com ele. Não deu outra. Quando paramos de conversar, fui até meu quarto, procurei uma régua e fui medir – Eu não acreditei! Minha lasca da xoxota, da entradinha embaixo até o clitóris, tinha exatamente o mesmo tamanho da minha testa. Liguei para ele, claro!

– Marcos, você não existe!

– Não entendi.

– Eu medi aqui ‘as testas!’ (Gargalhadas)

– E...

– E que são exatamente do mesmo tamanho! (Gargalhadas)

– Pena que não pode medir o meu pé.

– Como assim?

– O tamanho do pé de um homem é muito próximo do tamanho do pau, sabia?

– Como é a história, homem? (Gargalhadas) – Eu estava espantadíssima, alegre, sorridente, feliz... E curiosa. – Amanhã mesmo eu começarei a checar os pés dos meus amigos!

Desliguei e fui tentar dormir. Inútil. Comecei a imaginar meus amigos e refletir se em algum momento da minha vida eu já os tinha observado dos pés à cabeça. Não, nunca. Começaria amanhã, cedinho.

Acordei. Tomei um demorado banho. Escovei os cabelos. Lanchei. Dei retoques na maquiagem, fiz a assepsia e saí para o trabalho. Dentro do hospital, pelos corredores, eu não parava de olhar para o chão. Vi pezinhos, pés normais, pezões – Será? Eu parecia louca, estava desvairada, completamente tomada pela sedução de imaginar que tal pé tal pau seria uma relação proporcional quase na razão de 1:1, ou seja, 30 cm de pé implicando 30 cm de rola! Precisava testar. Meu noivo chegou de viagem e eu, sem pedir licença, taquei-lhe a trena no pé!

– O que é isso, Karina?

– Não interessa agora, depois falo.

Pé: 19,4cm. Agora, vamos para a rola.

– O que é isso, Karina?

Um detalhe: existe rola dura e rola mole. Para ficar dura tive que chupar – missão mais que tranquila, pois adoro chupar o pau do meu noivo. Fiz um delicioso boquete e, quando a bicha estava bem arrumada, no tamanho máximo, trena nela! Medida: 19,3cm. Não era possível! Fiquei alucinada, precisava de mais testes, de mais gente para aumentar meu espaço amostral e reduzir a margem de erro. Pensei no garoto do estacionamento. Pronto, seria ele novamente.

No dia seguinte, no estacionamento, trocamos novos cumprimentos e ele perguntou se poderia lavar meu carro. Respondi que sim, desde que ele me fizesse um favor:

– Que favor, Dra. Karina?

– Posso medir o tamanho do seu pé?

Ele sorriu e, sem questionar os porquês, tirou o chinelo. Aproximei-me com a trena e medi: 28,5 cm... “Será?” – Pensei. Estava diante de um problema. E agora? O tamanho do pé eu já tenho... Pensei na minha amiga, ela poderia ajudar. Falei com ela, mas ela se recusou, alegando que já tinha saído com ele quatro vezes em oito dias. Que tinha dobrado plantão, tirado extra só para ter um pretexto em casa... “Estou viciada no trato desse garoto, amiga. Não quero mais! Tenho medo de me apaixonar. Meça você mesma! A pesquisa é sua, então ponha a trena no pau do rapaz! Só garanto uma coisa. Não vai precisar chupar para ele ficar no tamanho máximo, porque todas as vezes que saímos, ele me confidencia que é louco para comer você também!” Ouvi as declarações em seco e fiquei, deveras, excitada com a revelação. Sou fogosa, adoro trepar e adoro paus grandes! – Achava que o do meu namorado era grande. Decidi eu mesma obter a prova dos nove. E seria no próximo plantão.

Três dias depois, assumo o plantão, turno A. Mais olhares pelos corredores, mais pés de todos os tamanhos, mais curiosidade, mais vontade de medir o pau do garoto. Na hora do almoço, troquei com uma amiga que veio me substituir, temporariamente. Fui ao estacionamento e, antes de entrar no carro, flagro-me olhando para os pés do garoto. Ele se aproxima. Recordo-me da curiosidade do olhar e, sem rodeios, fulminei olhar certeiro para o pau dele novamente. Barraca armada, em segundos, reação imediata.

– Você pode pegar um material ali comigo? É rapidinho.

– Claro, Dra. Karina.

Abri a porta do carro. Ele entrou e saímos. Próximo ao hospital tem um motel – o mesmo onde ele comeu minha amiga. Sem dar uma palavra, dirigi-me para lá. Entramos. Fechei a porta do quarto e, com a trena na mão, determinei:

– Baixe o short, quero ver o tamanho do seu pau!

Ele baixou – minha amiga tinha razão, já estava duríssimo! Medi: 28,5 cm.

– Pronto, garoto, podemos ir.

– Queria apenas medir o tamanho do meu pau, não acredito?!

– Sim, apenas medir. Vamos embora.

– Não vamos, não! Jamais forçarei nada com a senhora, Dra. Karina, mas a senhora não sairá daqui sem pelo menos chupar o meu pau!

Seria maldade não pegar e chupar aquele pau. Eu tinha forçado tudo, tinha provocado. Não era justo, realmente, ir embora sem obedecer. Fiquei de cócoras, puxei-o para junto de mim, trazendo-o pela cabeçorra daquela rola digna de um quadro e fiz, talvez, o melhor boquete da minha vida. Ele demorou a gozar, mas gozou muito, com jatos fortes e fartos. Não engoli – arrependo-me de não ter engolido –, mas adorei a quantidade de sêmen que aquele garoto produziu e me entregou.

No percurso de volta, pedi segredo, que ele fosse discreto:

– Se você souber fazer, comerá mais médicas do hospital. Somos carentes, quase todas. Você é bom de cama, faz gostoso e é bonito. Guarde segredo que eu garanto que comerá mais gente que trabalha lá. Prometo a você que falarei sobre seus dotes para mais amigas.

– Será, Karina?

– Prometo a você.

Ele não atendeu, infelizmente. Dias depois, os boatos surgiram nos corredores do hospital e tive que pedir transferência para outra cidade, antes que meu noivo descobrisse. Minha amiga passou despercebida – ele nunca comentou sobre ela, mas não conseguiu esconder de todos que tinha sido chupado pela médica mais linda do hospital. Paciência!

Adorei tudo. Adorei as olhadas, as medições, a chupada que dei no garoto... Continuo descobrindo mais safadezas com meu amigo virtual – estamos até combinando um encontro. Não sei no que isso vai dar, mas o desafio que ele me fez, referindo-se a algumas peculiaridades de sexo anal, se for verdade, vai mudar a minha vida. Sou fogosa, adoro transar, mas minha ‘rabeta’ permanece virgem – Segundo ele, até testar o motorzinho. Será que aguento mais essa curiosidade?

https://www.casadoscontos.com.br/texto/201712875

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