Encontrando com uma colegial

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Essa história aconteceu muito tempo atrás, na época em que ainda era casado com a Patrícia e tinhamos o casamento aberto. Já havia me envolvido com a Laura e estava abalado pela ido ao motel tentar comemorar seus 18 aninhos…

Passava muito tempo on-line no ICQ (o Whatsapp da época) conversando com os contatos que tinha e procurando novos contatos quando não tinha ninguém on-line até que um dia eu fui encontrado. A flor que era o símbolo do ICQ mudou para a carta amarela e abri e tinha uma mensagem de uma usuária chamada Florbella. – Olá.

– Oi, respondi.

– Você acredita em fantasmas?

– Acredito. Mas quem é você?

– Barb. É que vi o texto no seu perfil, falando de visões, e queria conversar com alguém que acreditava nisso.

– Ahhhh… isso é a tradução da letra de The Clairvoyant, do Iron Maiden. Mas sou espírita, acredito sim em fantasmas.

Passamos a conversar. Barb estava confusa. Havia começado a namorar um cara e ele começou a dizer que tinha visões. Eram diferentes das visões espíritas que eu tinha conhecimento e aconselhei a Barb a não insistir. Se ele próprio estava dizendo para ela se afastar dele, que fizesse isso. Após esse assunto começamos a conversar de muitos outros, principalmente literatura e música. Ela me apresentou a banda gótica Anathema e a música Far Away. Lembro que entrava em um fórum e fizeram a pergunta de que você faria se um meteoro fosse colidir com a terra, minha resposta era ir para algum mirante próximo ao mar e sentar contemplativo ouvindo Far Away.

Nessa época não era comum fotos digitais, os celulares não tinha câmera e máquina digital estava começando a ser popular, então não era costume pedir fotos para quem começava a conversar. Já fazia uma semana que conversávamos e a Barb que tomou a iniciativa. “Quer uma foto minha?” Ela já havia se descrito para mim. Estava no ensino médio, tinha cabelos castanhos claros, ondulados, magra, 1,60 com 50 quilos. Disse que queria a foto sim.

O arquivo chegou. Quando abri, levei um susto. Barb estava apenas de calcinha. Os cabelos molhados, penteados para trás, o olhar penetrante. Lábios carnudos. Seios pequenos, somente o esboço. Pode ser da idade e ainda não cresceu, mas pode ser que não irá crescer mais que isso. Barriga chapada, nenhuma gordura. Quadris estreitos, coxas finas e longas. Magra… esbelta… linda…

Não sabia o que responder. Queria elogiar, queria contar do susto, queria mudar o rumo dos meus pensamentos. “Que susto… não esperava uma foto assim… mas adorei… é muito linda… muito sensual…”

A partir daí o assunto mudou radicalmente. Barb estava com os hormônios a flor da pele. Tinha começado a pensar em sexo com o namorado maluco mas as visões dele a assustaram. Agora procurou um desconhecido na internet. Fiquei com receio, mas ao mesmo tempo não cansava de abrir a foto e me sentir atraído por ela. Questionamentos sobre nossa diferença de idade vinha em minha mente insistentemente. Ela era menor mas acima da idade que já podia tomar essa decisão segundo a lei. Tinha medo de traumatizar a menina, medo de estar me envolvendo com outra Laura, do que eu poderia esperar e dar nesse relacionamento. Mas ela não esperava muito, uma aventura sexual, se não fosse comigo ela procuraria outro da mesma forma. E poderia ser algum louco como o namorado que tinha visões. Me convenci a deixar acontecer.

No dia seguinte saí para o almoço mas na verdade estava indo encontrar a Barb na saída da escola no Jardim das Flores, em Osasco. Dei a descrição do meu carro e falei que iria parar na esquina anterior à escola.

Acabei me atrasando e quando cheguei havia uma colegial aguardando na esquina. Encostei o carro e abri o vidro com Insufilme para poder ver e ser visto. Ela abriu um sorriso de orelha a orelha. Estava muito excitada. Por outro lado, eu tomei um balde de água fria. Vestindo uma calça escolar e camiseta, o cabelo castanho claro, quase loiro, todo rebelde, toda a sensualidade da foto deu lugar a uma inocência feliz. Queria desistir.

Ela correu até o carro, abriu a porta e sentou no banco do passageiro. Me abraçou e me beijou na boca. Seus lábios úmidos tocaram os meus. Um choque percorreu meu corpo. O pensamento a mil por hora. E agoraagor

Coloquei o carro em movimento. Queria sair da frente do colégio. Um sentimento de remorso caiu sobre mim. Passei na frente do colégio e fiz uma curva a esquerda, acompanhando um muro alto. Passei um cruzamento e entrei numa rua secundária. Encostei embaixo de uma árvore.

– Que foi? Não gostou de mim? Barb me indagou, com um olhar curioso, observando minhas reações.

– Não, não é isso… é que… você… parece tão novinha…

Ela se afastou de mim encostando as costas na porta. Abaixou o rosto forçando um olhar sedutor, abriu um sorriso sapeca e perguntou: Você não quer?

Como dizer não se o que queria era puxá-la para perto de mim e beijar seus lábios carnudos, devorar sua boca. Ela percebeu minha fraqueza e veio ferina. Passou os dedos por entre os botões de minha camisa tocando meu peito e falou ao pé do meu ouvido. Quer?

Não era mais a menina na porta da escola. Era a Anita da foto, sexy, sedutora, arrebatadora. Quero, respondi procurando sua boca. Demos um beijo feroz, arrebatador. Os dedos dela em meu peito arranhava minha pele. Fiquei em êxtase. Subi minha mão pela sua camiseta buscando seu seio pequeno. Seu bico projetava rijo. Desnudei-o. Mordi. Ela suspirou. Mordeu meu pescoço.

O barulho dos carros passando me chamaram a atenção. O farol havia aberto e o movimento da rua era maior que eu esperava. E para completar um pedestre havia flagrado a gente no carro e se projetava olhando pelo vidro da frente que possuía um insufilm menos escuro.

– Precisamos sair daqui. Disse.

Barb voltou para seu banco chateada. Parecia uma criança birrenta. Achei graça. Botei o carro em movimento e coloquei a mão em suas coxas. Ela mudou a fisionomia. Voltou a sorrir. Subi até o elástico da sua calça e desci junto de sua pele, encontrando sua calcinha. Passei o dedo pelo pano sobre seus lábios e ela se contorceu em minha mão. Segurou meu braço e puxou. Levou até a borda da calcinha e guiou. Senti seus pelos e seus lábios. Abriu as pernas e quando senti seu melado as fechou aprisionando meus dedos.

Eu dirigia com uma mão esquerda apenas, guiava, acionava o pisca-alerta, trocava de marcha. A outra se ocupava em explorar, tocar, esfregar. Barb convulsionava em meus dedos. Se esfregava em frenesi. Travava as coxas que chegava a machucar. Eu dirigia a esmo , virando aqui e ali procurando um lugar para encostar. Por fim estava perdido. Pedi orientação pra Barb mas ela estava perdida em outra dimensão. Abriu os olhos e disse não saber onde estava. Que não reconhecia nada.

Tomei algumas ruas e por fim localizamos a escola. Passei em frente novamente e parei sobre a calçada após a curva no muro de um terreno que existia ali. Havia dois carros estacionados da mesma forma e pareia logo após eles. Barb tentou pular em meu colo mas havia pouco espaço e pulamos para o banco de trás, empurrando os bancos frontais para mais pra frente.

Abaixei sua calça e calcinha e vi sua boceta carnuda e de lábios fechados em timidez. Me ajeitei ajoelhando no assoalho e ficando entre suas pernas apoiadas nos bancos da frente. Abri seus lábios e vi sua gruta rosada, úmida. Cai de boca. Ela agarrou meus cabelos e gemeu. Seu sabor ela doce, sua temperatura era fervendo. Passava a língua em seus lábios íntimos e em seu clitóris e ela gemia, esfregando a vagina em meu rosto. Não demorou muito e ela gozou.

Voltei a sentar no banco de trás ao seu lado e baixei minha calça revelando meu pau duro. Ela olhou para ele excitada. Eu desviei o olhar de seu rosto para sua pequena boceta virgem imaginando penetrá-la. A ajeitei de lado mas não queria que fosse assim, no banco de trás de um carro. Nesse momento ainda não tinha tido uma virgem. Ainda não havia saído com a Ana. Queria que fosse diferente. Mas estava com muito tesão e pedi para ela me chupar.

Veio afoita. A boca babando de tesão. O fogo dessa menina era demais. Chupou muito, sugava meu pau com vontade. A via colocando quase inteiro na boca e se afastar chupando. Gemi de prazer. Ela beijava, mordia e chupava. Não demorou muito e senti que iria vir-me. Avisei esperando que ela se afastasse mas puxou mais forte sugando tudo que iria despejar. Explodi em gozo. Ela absorveu tudo enquanto me masturbava procurando mais.

Quando relaxei ela abriu o sorriso mais lindo de menina mulher e veio aos meus braços. Me beijou voluptuosamente e disse que tinha que ir.

Ela indicou o caminho me fazendo parar numa rua próxima dizendo que era perto da casa da amiga que usou de desculpa. Havia dito que demoraria para chegar em casa que iria estudar.

Nos dias seguintes comentamos sobre o ocorrido e planejávamos ir a um motel. Como fiz com a Laura, usaria o RG da Patrícia que sabia do meu encontro, mas após uma semana Barb parou de entrar. Olhava ansioso o ícone do ICQ de Florbella mas sempre cinza. Quase um mês depois recebo uma mensagem.

“Oi, sou a amiga da Barb que você a deixou na minha casa. O pai da Barb havia instalado um aplicativo para logar o teclado do micro e viu o que a filha escrevia para você. Ela está sobre vigilância e não vai mais poder se encontrar com você.”.

O ICQ dela nunca mais ficou on-line e nunca mais a vi.

http://www.casadoscontos.com.br/texto/201704648

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