Esposa liberada

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Pretendo relatar nesse conto como esta sendo minha iniciação no mundo cuckold.

Contando um pouco sobre mim e minha esposa, tenho 37 anos, ela 30, somos casados a 11 anos, ela é uma linda morena de 55Kg, cabelos longos, cintura fina, bumbum e seios médios.

Despertei o interesse pelo Cuckold a cerca de 5 anos e a 3 abri o assunto para minha esposa que de inicio me achou louco rs, rindo para não chorar pois foi bem complicado para ela entende minha fantasia.

Tempos depois ela entendeu e a aceitou, mas disse que nunca faria nada, eu como um bom corno a incentivei de todas as formas, porem nada parecia fazer com que ela mudasse de ideia, até chegamos a conversar com alguns caras na net mas não passava disso. Foi quando eu tentei a ultima cartada, disse a ela que tinha carta branca pra sair sozinha e com quem bem entendesse.

Sinceramente isso era algo que nunca teve meu apoio no universo Cuckold, sempre acreditei que o marido e mulher deveriam se encontrar sempre juntos com o comedor, que uma mulher que saia sozinha não tinha cumplicidade com seu marido e o estava traindo. Mas assim como um dia minha convicção de macho alfa pegador caiu por terra e me vi desejando ser corneado, novamente tive que mudar e me adaptar.

O desejo de ser corneado era tão intenso que não mais importava se eu estaria junto ou não, se era um cara que estava dentro dos meus padrões de aptidão para comer minha esposa ou alguém que eu não conhecesse. O único pedido feito foi que se acontecer ela deveria me contar, não precisava dizer com quem onde ou como, só que havia acontecido, ela disse que não ia fazer nada e mudou de assunto.

Meses depois em dezembro do ano passado, exatamente em uma sexta ela me mandou uma mensagem dizendo que um colega de trabalho a havia convidado para tomar umas cervejas, eu trabalhava na parte da tarde nessa época e já eram umas 18 horas, ela disse que iriam em um barzinho e que não sabia que horas ia voltar. Disse que não havia problemas e que poderia ir, na hora gelei, mal conseguia me concentrar no trabalho, só pensava se ia rolar algo.

Umas 19 horas ela mandou outra mensagem informando que estava saindo e também uma foto de como estava vestida perguntando se estava bonita, eu respondi dizendo que estava linda e realmente estava, salto alto, jeans e uma blusinha decotada, um mulherão... Perguntou também se eu ia achar ruim dela sair com ele sozinha, eu disse que não tinha problema algum para mim, ela disse que era pra ficar tranquilo, pois não ia fazer nada a não ser bater papo. Imaginei que realmente aquela era a intensão dela, mas que não seria a intenção desse colega.

Cheguei em casa às 22:30, ela ainda não havia chegado, não pensei duas vezes e corri para o banho para bater uma boa punheta, o tesão era tanto que gozei em questão de segundos. Saindo do banho peguei o celular e pensei em mandar uma mensagem, porem não sabia se devia ou não, ou o que dizer, se ela estava bem, onde estavam, pensei melhor e achei que mandar a mensagem poderia atrapalhar as coisas e então desisti.

Não demorou muito para que eu estivesse novamente me acabando na punheta imaginando minha mulher sendo fodida por um cara que eu nem sabia quem era. Foi um dos momentos e sensações mais estranhos da minha vida, eu sentando no sofá com o celular em uma das mãos esperando uma mensagem dela, me punhetando com a outra, morrendo de tesão e ao mesmo tempo medo de tudo dar errado, afinal eu não sabia com quem ela havia saído, se estava bem, como seria depois dessa noite caso ela realmente estivesse transando com ele, mas continuei aguardando, aflito, mas aguardando.

Nessa noite cheguei a me masturbar 4 vezes, meu membro mal conseguia ficar ereto de tanta punheta, já eram mais de meia noite e a preocupação já estava maior que o tesão quando ela finalmente chegou, não pensei duas vezes e sem dizer nada a beijei e tirei sua roupa, coloquei a mão em sua xaninha que estava encharcada de um jeito que nunca havia visto, fiquei me perguntando se aquilo era lubrificação ou porra do macho.

Ainda sem perguntar nada a coloquei no sofá e transamos deliciosamente, não sei de onde consegui tirar energia para ter mais uma ereção, mas milagrosamente meu pau estava duro como pedra. Após o sexo fomos dormir sem tocar no assunto, como se nada tivesse acontecido, naquele momento eu pensei varias coisas, que não haveria mais volta, que a partir dali um macho que eu não fazia noção de quem era ia foder minha esposa constantemente, medo de perde-la ou de estragar meu casamento, enfim foi um turbilhão de pensamentos e sensações.

Passado mais de uma semana e eu não tinha coragem de tocar no assunto, estávamos deitados quando ela me perguntou se eu não tinha interesse em saber o que havia acontecido naquele dia, eu respondi que sim mas que não sabia como perguntar. Ela disse que tomaram umas cervejas e ele a convidou para o motel e mesmo com muita insistência dele ela disse não, mas que na volta pra casa eles ficaram se beijando e ela não resistiu e o punhetou e chupou seu pau dentro do carro. Perguntou se eu estava com raiva e eu disse que não, peguei a mão dela e coloquei sobre meu pau para mostrar como aquilo me deixava excitado, ela disse que não entendia como eu sentia tesão em saber o que ela tinha feito, mas que queria sair com ele mais vezes.

Em breve pretendo colocar novos relatos conforme vamos aprendendo e conhecendo novas coisas.

https://www.casadoscontos.com.br/texto/20180481

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