Eu, minha chefe e seu marido Húngaro

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Eu conheci a mulher dele antes. Depois eu conheci ele. No mesmo dia eu dei minha boceta até ele implorar pelo meu rabo, mas foi ela quem quis.

Eu estava trabalhando em uma loja de maquiagem, trabalho de fim de ano, de saco cheio mas precisando da grana. No auge dos meus 19 aninhos, morena jambo da cor do pecado, cheia de ideias maliciosas na cabeça, de saco cheio de moleque sem pegada. Sempre fui do tipo gostosa, sabe mulher filé? Gostosa mesmo, peitão, bundona e nunca, nunca mesmo, escondi minha safadeza. Talvez seja por isso que minha chefe tenha puxado o assunto. A mulher em questão, Edna, uma loira alta, toda elegante, bonita, com seus 32 anos ou mais. A mulher não podia me ver que falava sobre o tal marido húngaro dela. O cara tinha uns 45 anos, um corpo de deixar qualquer moleque no chinelo, era loirão, mas não aqueles branquinhos, ele era bronzeadão.

Era eu estar sozinha pra dona vir me falar sobre ele, como ele gostava da nossa cultura e coisa e tal.

Eu fui levando o papo, querendo saber o que ela realmente queria. Foi quase no Natal que ela me chamou pra um churrasco na casa dela. Topei, óbvio, primeiro que eu não nego fervo, segundo que eu queria ver de perto o tal gostosão húngaro que ela não parava de falar.

Fui com um shortinho que eu judiei pra ele entrar na minha bunda, uma blusinha e biquíni bem mínimo no corpo.

A mulher morava numa casa maravilhosa, cheguei lá e só eu havia chegado, foi quando, claro, suspeitei que algo sexual pudesse estar querendo rolar.

Mas foi quando eu vi o tal marido dela que eu fiquei toda babada. O que ela falava não fazia jus ao tesão que era aquele homem pessoalmente,ele usava uma camisa branca sem mangas aberta no peito, uma bermudinha curta azul marinho, os cabelos loiros jogados para trás, usava um único brinco, uma argolinha um pouco maior que normalmente se usa, tinha uma cara de macho, de homem mesmo, sem barba, sorriu me dando um olhar de tirar o fôlego.

—Essa é a Ju que eu te falo tanto - ela disse rindo enquanto eu aproveitava pra sentir o cheiro no cangote dele. Perfume caro e um suor bem leve.

O corpo do cara era coisa de filme pornô, sério, sabe aqueles corpos que não parecem reais, tão meticulosamente malhados que eu me perdi aí já, só olhando aquele corpo.

—Prazer Anthony - disse com uma voz grossa bem gostosa.

—Quando os convidados vai chegar, porque eu acho que cheguei muito cedo.

—Não tem mais convidados - ele disse rindo gostoso me servindo uma gelada- somos só nós, é um problema?

—De maneira alguma- eu disse olhando nos olhos dele, sabendo exatamente o tipo de pensamentos que ele estava tendo.

—Vamos tomar um sol então - disse Edna, olha esse sol que delicia.

Tirei a bermudinha ali mesmo, queria que ele visse que eu tava armada também, e que se ele era gostoso, eu também era bem da gostosa.

Ela elogiou meu corpo, percebi que mais para mostrar pro marido do que para me elogiar mesmo, mas eu queria mesmo que ele aquele húngaro babasse no meu corpo, eu podia, ele sabia.

—Tá deixando meu marido encabulado com essa bunda- ela disse quando deitamos na cadeira.

Eu olhei pra ela com a maior cara de safada e disse:

—Seu marido não parece ser desse tipo.

—Que tipo você acha que ele é.

—Safado.

—AH é? Porque isso.

— Me joga real Edna, você quer um a três?

Ela riu.

—Não, quero assistir você dando pro meu macho - ela soltou. - Você quer?

—Montar naquele cavalo de primeira linha com o seu aval? - eu ri- É claro.

—Então vai lá, ele tá olhando pra você.

Fiquei de pé, apenas de biquíni, ele me olhava com uma cara indecente, todo safado, pedi mais uma latinha, ele me serviu, furei a bunda da latinha e tomei ali.

—Sabe como chama quando a gente toma assim, aqui no Brasil?

—Como, morena?

—Tomar na bunda- eu disse safada, deixando as mãos dele pousarem nas minhas coxas.

—E você gosta de tomar na bunda? - ele perguntou.

—Ah eu gosto, aliás é minha preferência. - passei a mão nos braços fortes dele bem lentamente - e minha especialidade.

—Gostosa, é isso que você é- ele disse baixinho, sussurrando no meu ouvido com aquela voz grossa com sotaque - Meu Deus, minha mulher te mostrou pra mim, eu fiquei doido.

—Qual o lance de vocês? - eu perguntei.

—Ela gosta de assistir, ela adora assistir, gosta que eu deite na nossa cama, adora tudo, nos mínimos detalhes, ela não gosta de sexo pesado, mas ama ver…

—E teu sexo é bruto? - falei provocando.

—Você me diz depois - ele falou.

Nossas bocas se encontraram, eu meti a língua na boca do gringo, já puxando a camisa dele, porque eu queria ver aquele corpaço todo. Que boca safada daquele macho, ao mesmo tempo que ele entrava no meio do. Meu corpo, eu sentada numa baqueta, ele veio no meio, beijando minha boca com vontade, um beijo deliciosamente molhado no ponto certo. Puxando meus cabelos com força de macho, eu gemi dentro da boca dele. Ele abriu os olhos.

—Eu preciso ver uma coisa- ele disse rindo. Rasgou meu biquíni com força, meus seios ali na cara dele, as marcas de biquíni bem acentuadas, ele pegou com suas mãos bem fortes, apertando com delicadeza, enfiou um mamilo na boca, eu fiquei ali, olhando, puxando o cabelo loiro dele pra mim, a língua dele circulava no meu mamilo, e ele me olhava com uma cara de safado, minha bocetinha já toda molhada, sentia o biquíni colar nela.

—Quero saber se a moça gosta de descer o nível - ele disse - Veja bem, não sou Brasileiro, mas aprendi com muitas mulheres um linguajar extenso de putaria.

—Quer saber se eu gosto de ser chamada de puta- eu disse.

Ele puxou meus cabelos com força, we endireitando, me olhando dentro dos olhos, com uma cara séria.

—É, é exatamente isso que eu quero saber. —Se comer direitinho, me chama de puta, vagabunda, cachorra, nada de diferente do que eu sou.

—Acho que minha mulher trouxe a puta certa dessa vez. Abre as pernas, puta!

Obedeci,delirando com aquele jeito mandão. Ele enfiou a mão por dentro do meu biquíni, ele sentiu a umidade, não tinha como não sentir, veio lambendo meu rosto, chupando minha orelha, beijando e lambendo.

—Tá completamente ensopada, não é? - ele disse baixinho.

—Pensei que você soubesse quando uma mulher está molhada - eu disse safada, provocando, porque eu queria mais daquela agressividade.

Ele tirou os dedos, enfiou na boca, me olhando com desejo.

—Eu sei, cachorra - ele disse baixinho - Mas eu gosto quando elas dizem.

—Gosta de que eu fale então - eu falei- que eu to babadinha desde a hora que eu te vi, que minha boceta tá latejando aqui.

Ele me beijou com selvageria, arrancando meu biquíni. Enfiando a mão na minha bocetinha quente, seus dedos entrando em mim e ele alisando meu grelo ao mesmo tempo, um fogo tomou conta de mim, lambi aquele ante braço musculoso, olhando nos olhos dele, deixando ele se enfiar ali no meio de mim. Entrava e saia com os dedos ali, me deixando louca, me deixando queimar por pura maldade.

Ele me colocou de quatro no banquinho, me segurava tentando me equilibrar, ele gemeu algo sobre o tamanho da minha bunda, ali, naquela posição eu vi Edna me assistindo, gemi gostoso mordendo os lábios, mostrando pra aquela safada que o toque do macho dela tava me deixando louca.

Ele abriu minha bundona, meu cuzinho ali, depilado, esperando ele. O tal do húngaro enfiou o rosto no meio da minha bunda, foi tão selvagem, tão deliciosamente erótico, senti a língua dele ir direto ao ponto, e as mãos enormes dele espalmando minha bunda, eu rebolava naquela boca, deixando ele louco.

—Eu idolatro esse cheiro - ele disse - cheiro de cu, meu Deus, que cheiro é esse? Eu fico faminto, e você cachorra, tem o cu! Puta que pariu, que delicia!

—Chupa mais, chupa - eu gemi bem gostisinha.

—Tá fazendo manha, gostosa?

Ele enfiou I rosto ali, e achei que nunca mais ia tirar, enfiando a língua no meu cu, batendo aquelas mãos enormes nas minhas nádegas, eu gemia sem freios, sentindo a boceta melando ainda mais. Tremendo naquela porra de branquinho, o cara era um mestre na arte de chupar cu, aquilo era um fã de cu, dava beijos ensopados nas minhas pregas, me deixando com uma vontade imensa de sentar na cara dele. Ele esfregava seu rosto, mordia, lambia, beijava, idolatrando meu rabo.

—Isso é um rabo, Porra- ele berrou pra mulher - Isso é um rabo! Ele me puxou pelos cabelos, me encaixei no corpo dele, e quando senti o cheiro do meu cu no rosto dele, me senti tão absurdamente safada, beijei sua boca com vontade, rebolando meu rabão pra ele ficar louco.

—Eu quero rola- gemi, pedindo mesmo, como uma cadela vulgar, ele riu me coloca do o chão. Arrancou a camisa toda, seu corpo era delicioso, não tinha como negar. Quando abriu a bermudinha, pulou de lá a rola mais deliciosa que eu já tinha visto.

Era um cacete, não, não é a palavra certa, era um caralho grosso, era meio rosado, estava tão duro, mas tão duro, que eu conseguia ver as veias, e as ligações das veias, aquele pau pulsava, ajoelhei na frente dele, aquele sacão liso como o resto do seu corpo ali, era grande com bolas pesadas. Eu peguei primeiro as bolas com as mãos, olhei nos olhos dele, eu tava tão louca por ele.

—Eu não sabia que eu ia me fartar de caralho, hoje - eu falei bem próximo ao pau dele, assistindo o pulsar da fera enjaulada.

Ele me olhava com desespero, querendo sentir o calor da minha boca, a maciez dos meus lábios e a umidade do interior deles. Lambi a cabeça, pra deixar ele ligado, ele me olhava atento, sorri batendo uma pra ele.

—Enfia na sua boca- ele disse quase implorando.

—Calma- eu falei usando bem a língua e deixando ela relar naquele caralho.

Eu brincava com ele, beijando e lambendo rapidamente, deixando ele frustrado, desesperado, cheio de vontade, observei as mãos dele segurando o balcão, então do nada, sem avisos, eu soquei ele na minha boca.

Ver aquele macho húngaro gemer como ele gemeu, deixando a cabeça cair para trás, se largando todo, enquanto minha boca explorava avidamente a textura daquele caralho impressionantemente bonito. Olhei nos olhos dele, deixando ele observar meu rostinho enquanto a rola dele estava fincada na minha boca, provocando um enorme calombo na minha bochecha, sorri safada, deixando a saliva escorrer.

—Babona - ele gemeu- Eu gosto assim, deixa essa rola bem babada - ele pediu.

Com a rola de Anthony pulsando na boca, passeando com a língua na sua glande que babava o líquido pré gozo, eu olhei nos olhos de Edna, a mulher dele, me olhou com fome, com desejo, aprovando, abrindo as pernas, mostrando sua boceta molhada, eu continuei olhando pra ela, afundando aquele caralho na boca, babando no cacete do marido dela, conversando com meus olhos, deixa ela ver o prazer que eu estava sentindo em enfiar aquele macho na boca, o quanto minha boca babava naquele caralho, olhava nos olhos dela, enquanto o marido dela gemia em cima de mim por conta da minha Boca.

Engoli ele por inteiro, encarando ele agora, fiquei ali um tempo, com a pica atravessada na garganta, deixando ele assistir enquanto eu me sufocava com aquele cacete. Ele puxava meus cabelos, afundando ainda mais o meu rosto no meio de suas pernas musculosas, fazendo eu engasgar com tudo, cuspi, sujando meu rosto, eu sorri pra ele, mostrando a Sujeira que eu Havia feito. Ele passou a saliva na minha cara, bagunçando meu cabelo, cuspiu na minha Boca.

—Enfia mais- ele ordenou.

Soquei de novo, enfiando o pau dele na garganta, bem fundo, mais fundo do que já havia sido, de olhos vidrados, encarando sua violência, ele segurava bem forte, tapando agora meu nariz, eu amo homens cruéis, ele riu quando eu soltei aquela chuva de saliva com fios que conectavam aquela caralha dura a minha boca. Ele riu tão safado, com tanto gosto, que eu abri a bocona chamando ele pra mais uma investida daquele cacete.

—Quer mais, cachorra? - ele perguntou

—Soca bem fundo, tá achando que tá lidando com mulherzinha?

Ele puxou meus cabelos com força, afundando mais fundo aquela rola, me afogando com baba e caralho, prendendo meu nariz, e desta vez eu me debati, vermelha, suada, descabelada, ele não fazia menção de querer me soltar, apertando a minha cabeça, com cara de violência, e quando soltou, eu cuspi saliva nele, ele bateu na minha cara, pegando aquela saliva acumulada, levando até minha boceta, socou rapidamente três dedos ali, me fazendo gritar, eu tremia agora, ele ajoelhado, comigo nas mãos, e ficando seus dedos em mim. Eu quase gozei, até que ele parou.

Ficou de pé, aquele machão todo mandão, meio suado, aquele corpo dourado todo malhado, gostoso, deu um sorriso sacana e mandou eu levar a mulher dele pro quarto.

—Vai lá, ela vai te dar uma lingerie, me espera na cama, e você - ele disse olhando a mulher - No chão, de pernas cruzadas, entendeu?

Eu fui com Edna, ela estava tão excitada que acabamos nos beijando como loucas, ela enfiava a mão na minha bunda, me puxando pra ela.

Me deu uma lingerie de luxo, preta, maravilhosa, deitei na cama como uma rainha vendo ela sentar no chão pra assistir. Ele chegou rápido, ainda pelado, ainda duro. Pegou um cinto dele, mostrou que era de couro, eu fiquei louca, querendo aquilo. Ele riu safado pra mim.

—Gosta de ser punida? - ele perguntou sentando na cama.

—Ahan - gemi manhosa, pedindo ele.

—Senta essa bunda aqui, vem deita no meu colo - ele disse.

Deitei, ele alisou minha bunda, apertando, eu rebolava gostosa naquela cama, exibindo minha bunda avantajada querendo levar.

Ele bateu a primeira vez, prendi os dedos nos lençois, ele não me deixou acostumar, bateu de novo, e mais uma vez, eu tremia da cabeça aos pés, ele puxou meu rosto, socando quatro dedos na minha boca.

—Quando doer me avisa- ele disse.

E voltou a bater, bem forte, num ritmo certeiro, marcando minhas nádegas com aquele couro, me acertando, me deixando vermelha. Eu tremendo, gemendo, pedindo. Ele acelerou, batendo mais, acertando mais em cheio.

—Tá doendo - gritei.

Aí ele bateu, sem parar nem pra eu respirar, eu deixei, eu deixei mesmo, porque eu sempre gostei disso, eu não ia negar isso aquele macho, me bate eu dizia com olhos, ele com a mão quase toda atolada na minha Boca. Quando parou, minha boceta estava tão ensopada que para mim eu tinha me mijado toda. Ele alisou a minha bunda com carinho, tirando a mão da minha boca, beijando meu ombro. —Olha só, como você tá meladinha, toda ensopada, tá tremendo safada?

Eu olhei abobalhada pra ele, Anthony me deitou na cama, puxou a calcinha de renda preta de lado, minha boceta estava toda e completamente molhada, ele apertou os grandes lábios, observando como eu estava excitada, meu grelo sensível até demais.

—Agora você tá pronta pra aprender como um macho chupa uma boceta- ele disse isso baixinho, colocando seu rosto no meio das minhas pernas.

Eu tremia, da cabeça aos pés, tremia de um tesão incontrolável, o filho da puta ainda me mostrou sua língua antes de enfiar no meio da minha boceta, era uma língua grande, pontuda e muito rosa. Eu gritei quando ele entrou com ela ali, unindo a sua umidade com a minha. Os olhos dele me encaravam, enquanto sua boca ia conhecendo minha xota. Ele veio com tudo, beijando a minha boceta como beijava a minha boca, a mulher dele estava toda babada com a cena, ele enfiava aquela boca de uma maneira tão sensual, tão vulgar, me deixando ainda mais afoita, enfiando aquela língua gostosa dentro de mim, eu gemia tentando arrancar meus seios do soutien, e ele brincava com a língua, sugando meu grelo com tesão, tentei fechar as pernas por instinto, ele me agarrou bem forte.

—Não mocinha - ele disse baixinho e suave - Eu nem comecei…

Eu nunca tinha visto um homem trabalhar com tanto afinco em uma boceta, aquela boca sugava, lambia, beijava, mordia, cuspia, seus dedos entravam e saiam sem que eu visse, eu nem conseguia mais olhar para Edna, estava entregue ao húngaro, ele não tirava os olhos do meu, comendo minha boceta com um gosto demoníaco, chupava meu cu também, me deixando mais molhada, eu puxava os cabelos loiros dele, enfiando aquele rosto másculo na minha boceta, pedindo mais e querendo mais, ele dava mais, ele socava a língua como um Deus, sua luxúria gritando em cada centímetros do meu corpo, eu analisava as gotas de suor que escorriam no seu rosto enquanto ele sugava a minha boceta como nenhum homem na terra teria feito melhor.

—Que boceta deliciosa- Ele disse - Vem cá meu amor, vem assistir de pertinho, essa bocetinha merece, vem!

Ela veio, ele colocou ela deitada na minha coxa, olhando nos olhos dela, ele chupou, eu ardia, ele olhando nos olhos da mulher, fazendo cara de quem comia um banquete, socando a língua na minha xota, chupando meu grelo.

Ele beijou a boca dela, sugando a boca dela, puxando ela pelo cabelo, beijando a boca dela, depois a minha boceta, rindo bem cafajeste.

—Ela é gostosa, não é? - ele falou como um diabo tentando - Quer experimentar mais? Quer?

Ela fez que sim com o rosto, ele riu, trouxe ela pra perto, os dois, juntos, o casal, marido e mulher, as duas bocas se uniram ali, na minha boceta, eu puxei os cabelos dela, mostrando minha xota molhada, a safada enfiou a língua com a mesma fome do marido, os dois me olhando, enquanto eu não conseguia não rebolar nas bocas luxurientas abaixo de mim. Eu puxava os dois, usando-os como escravos, sentindo a língua deles se intercalando e se enfiando unidas em mim.

— Chupa essa vagabunda, soca essa língua, isso meu amor, isso, enfia língua, olha a fome dela- ele disse olhando pra mim, enfiando o rosto da mulher na minha boceta - Olha que cadelinha, quero ver a linguinha, mostra - Ele falava isso rindo tão gostoso, cuspindo na boca dela, fazendo ela chupar mais a minha boceta.

Ele veio beijando meu corpo, chupando meus seios, beijando minha boca, ele deitou ao meu lado, arrancou meus seios para fora, apertando com força, sussurrando no meu ouvido enquanto a sua mulher enfiava a língua bem funda em mim.

—Eu gosto de ver minha mulher chupando boceta, eu amo ver isso, olha como ela é empenhada, tá gostando, meu amorzinho - percebi que o amorzinho era pra mim - Mostra pra ela quem manda, quem é a fêmea aqui, esfrega essa boceta na cara dela, marca teu território cadela, marca!

Ele apertava a cara da mulher no meio de minhas pernas enquanto eu rebolava, esfregando minha boceta na cera dela- Meu Deus, eu nasci pra ver essa boceta na boca da minha mulher. Que delicia meu amorzinho, olha isso, você fica deliciosa assim, toda babada, sabia?

Ele me beijava carinhoso, tirando o cabelo do meu rosto, assistindo eu ser chupada.

—Agora, presta atenção, olha pra mim- ele disse perdendo o tom suave, puxando meu cabelo, grudando sua boca na minha orelha, falando baixo, mas seco e duro - Mostra a vagabunda que você é, bota essa puta no lugar dela, fode ela como você quer que eu te foda.

Ele me largou, ficando de pé, aquele monumento de homem, tão poderoso, tão dourado, tão duro e musculoso, olhando pra mim.

Puxei Edna pelos cabelos, trouxe ela pra mim, beijando aquela boca com violência, enrolei seus cabelos louros nas minhas mãos, encarei ela.

Cuspi na cara dela,passiva e obediente, ela abriu a boca, esperando mais, pedindo mais. Soquei quatro dedos naquela boca, comecei a foder aquela boca, com força, enfiando com vontade, fazendo ela engasgar, assim que ela cuspiu, vermelha, me olhando com os olhos esbugalhados, eu fui até a boceta dela, Soquei a mão nela, ela estava úmida. Prendi o grelo, e comecei a socar nela com vontade, aquela mulher gritava, pedia pra que eu parasse, eu esfregava seu grelo, deixando ela tremendo, o corpo dela suado, eu socava num ritmo demoníaco, ela tinha espasmos, rebolava, choramingava, e ele ali, parado, deliciosamente grande e dourado, olhando aquela cena, deixei ela perder o ar, e aí não parei mais, até que ela tremeu, gritando, gozando na minha mão,, como uma catarata, ela tremia, os seios pequenos dela estavam duros, esfreguei o líquido na cara dela, lambuzando ela com aquilo, beijei sua boca, sugando sua língua, ela tremia, exausta. Virei ela com tudo, enfiando minha língua naquele cu, ela gemeu bem alto, eu dedilhava seu grelo e afundava a língua no seu cu, ela se perdia nos gemidos desconexos, cheia de um desejo ardente, gritando, e subindo pelas paredes. Puxei ela pelos cabelos, beijando sua boca.

—Chupa minha língua, suga teu gosto da minha boca, o gosto do teu cu, safada! - eu falei olhando nos olhos de Anthony - Não é gostoso? - cuspi nela. Rindo, safada.

Senti a primeira puxada com força no meu cabelo, senti a respiração quente dele na minha nuca, ofegante, quase me davam calafrios, eu queria aquilo, como eu queria aquilo. Primeiro veio de forma de uma cuspida, bem na minha da boca, em câmara lenta, deliciosa, certeira, matando a minha sede por seu corpo, ele então, enfiou a língua na minha orelha para que pudesse sussurrar com seus dentes afiados de tubarão.

—Se eu soubesse que você seria fraquinha assim eu comia minha mulher mesmo - ele falou e meteu aquela manzona na minha cara, estalando, me deixando mais abobalhada ainda. Eu agarrei ele pelos cabelos, busquei sua boca, tapei ela com um beijo, um beijo que nunca mais eu teria, envolvendo ele, puxando ora mim, dividida entre a puta e a princesa, implorando seu amor, implorando que ele me comesse, implorando para que ele me fodesse com tanta força que eu jamais esqueceria de como eu me sentia quando não havia sentindo aquele membro latejar dentro de minhas entranhas.

Eu não precisei pedir, eu não fiz manha, eu não falei absolutamente nada, e Anthony fez a única coisa que eu precisava, que eu queria, que ali seria o ápice do meu prazer, ele me pegou em seus braços, me virou como uma boneca, me agarrou e ao beijar a minha boca, ele enfiou o caralho dele inteiro na minha boceta, eu cravei as unhas nas costas dele, e senti meu corpo tremer num orgasmo tão selvagem, que minha boca explorava a dele com fome primal, e veio a estocada, ele de pé na cama, eu no colo dele, aquele ogro me fodendo a boceta, entreguei os pontos ali, eu era a cadela mais depravada que existe, mas eu era a cadela dele, daquele macho. Voltei a mim, agarrando ele pelos braços, puxei seus cabelos suados, meti a língua traiçoeira na sua orelha, e disse bem baixinho:

—Me mata de foder, eu tô falando sério!

Equilibrada por seus braços musculosos que brilhavam com as gotas de seu suor, eu sentia seu caralho entrando na minha boceta, as veias, a cabeça.

—CAMISINHA - eu agarrei ele, tentando parar aquela máquina de sexo, sabendo que quando meus dedos escorregavam no suor do seu peitoral, eram um sinal que eu não pararia ele.

—Relaxa minha princesa - ele disse rindo, arrancando o pau de mim, mostrando a rola encapada, Camisinha deixando aquele pau ainda mais pulsate.

—Quando você - balbuciei.

—Sabe de nada, minha princesa - ele disse safado.

Ele de ladinho, metendo gostoso, fazendo juras de putaria no meu ouvido, me chamando de cadela e depois de meu amorzinho, beijando a minha boca. Ele, metendo ainda, olhou para a mulher.

—Vem, já sabe o que fazer nessa hora!

Eu levando aquela rola na boceta, sentindo o calor delicioso daquele macho enquanto a mulher dele veio de quatro até mim, pegou um dos meus pés, socou os quatro dedos do meu pé na boca, se acomodou como um animal doméstico e assistiu o pau grosso do marido entrar em sair da minha boceta. Eu gargalhei tão maravilhada com o poder daquele macho, tão delicada com aquilo, eu revia ele de pernas abertas, enquanto a Edna sugava meu pé.

—Não é um amorzinho? - ele disse baixinho, rindo como um cafajeste - Tá vendo, é assim que você vai ficar quando eu devorar essa sua boceta.

—Então eu já te aviso que você vai ter que foder muito, mas muito mesmo essa boceta pra eu ser mansinha com você.

— Eu gosto do seu jeito, menina - ele Disse.

—E eu gosto do seu caralho.

Ele metia fundo, mostrando pra mulher como ele entrava em mim, socando tão gostoso que eu queria mesmo era levar no cu.

Mas foi ele quem pediu, baixinho,, já cheio de dedos pra cima de mim.

—Come esse cu, mas come de acordo, fode meu rabo!

Ele cuspiu na rola, passou ela em minha bunda, encaixando no meu cu. Empinei minha bunda naquele caralho, fazendo ele entrar de uma vez no meu cu. Ele ficou sem reação, eu não contente, comecei a foder aquela rola, rebolando meu cu no pai dele, ele olhava abismado, sem fazer nada, só me vendo foder aquele pau com meu cu, eu sentava, eu segurava meus seios e sentava, de ladinho mesmo, rebolando gostoso, ele me agarrou, metendo junto.

—Você quer me matar? - ele perguntou.

—Tá com medo? Pede arrego - eu falei na lata.

— VAGABUNDA, respondona, Maloqueira safada, então rebola, vamos, quero ver você rebolar.

A pica dele entrava tão perfeitamente no meu cu, que parecia mentira, Edna assistia a perfeição que era o pau dele entrando e saindo do meio do meu cu, rigoroso, ele entrava e saia, meu rabo rasgava ali, domado, eu era dele,e aquele animal me devorava, sem perder a malícia, rebolando seus próprios quadris de uma maneira exemplar, me levando na dele, fazendo eu dançar pra ele, tomando no meu cuzinho, mais do que gostoso, o macho sabia do negócio, sabia conduzir o crime, metendo de acordo, gingando, eu rebolei junto a ele.

—Você pega tudo que eu faço - ele gemeu.

—Falei que você ia ter que comer muito esse cu ainda, até eu ser tua putinha incondicional.

— Rebola então - ele disse- Samba nesse pau com esse rabo, vai morena, rabuda, rebola essa Raba, me faz perder pra vc, vai, rebola.

E eu rebolava, o macho me olhava, inconformado com meu rebolado, analisando aquilo de perto, assistindo meu rabo engolir seu pau.

—Pegou uma mulher do teu nível, loirão?

—Caralho, eu tô é abismado com esse rabo.

—Então veja, eu posso dar esse cu até você gozar bem quente nessa camisinha querendo ter gozado bem dentro do meu cu, depois eu ainda vou exibir esse meu rabo bem rasgado pra tua mulher, vou mostrar como meu cuzão tá rasgado por culpa do marido dela.

—Exibe, faz um show desse cu, eu amo esse cu, mulher! Eu amo esse cu, você não tem ideia.

—Assim? Seu macho gostoso, filho de uma puta, que delicia foder esse pau,eu Deus, como. Você é gostoso, caralho!

— Bomba no gostoso, vamos!

—Manda, fica no controle - eu disse - Ou pelo menos finge, eu tô fazendo você comer na minha mão, quietinho, só deixa que foda essa rola.

—Cavalga- ele disse quase sem voz.

Sentei nele, no meu macho tão grande e gostoso, sentei na rola, bati no peitoral suado dele, pulando naquela cama, 3 sentando naquela rola, chamei Edna até mim, puxando seus cabelos, coloquei ela sentada na boca dele, ele chupando o cu dela, eu puxava o cabelo dela, fazendo ela me encarar.

—Quero seus olhos nos meus enquanto eu fodo essa pica no meio do meu rabo.

Ela me olhava quase apaixonada, passando a mão nos meus seios,e beijando, eu não largava o cabelo dela, sentando naquele pau com força,, ouvindo ele gemer com a boca sugando o cu dela.

Nos duas rebolando, ali, naquele homem que daria conta de mais uma e talvez mais outra, metendo no meu cu, deixando a mulher deliciada com sua boca.

Meus beijos com Edna haviam se tornado mais sensuais, as duas gemendo, sentindo aquele homem, ela prendeu meu cabelo, passando a mão em mim.

—Da gostoso, eu sabia que você ia dar gostoso pra ele- ela disse na forma de um elogio.

E Anthony arrancou a camisinha, gozou em ambas, ajooelhadas, disputando seu leite, ele urrando, a porra dele explodiu em nossos rostos, chupamos aquele pau juntas, melado de porra, nós duas rindo, se lambendo, ele deitou na cama, me chamou para deitar com ele, apoiei minha cabeça no peitoral suado dele, ela fez o mesmo. Ele beijou minha Testa, Os dois se beijaram logo depois, depois ela me olhou.

—Casa com a gente- disse Edna.

Eu ri, mas algo no beijo de Anthony me fez entender que aquilo talvez não fosse apenas uma brincadeira.

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