EU TAMBÉM QUERO FODER

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EXO DO FUTURO – Parte treze

Quando acordou, não havia mais ninguém a molestá-lo. Então, novamente uma voz familiar lhe falou:

- Descanse mais um pouco, amor. Trate de recuperar as energias.

Reconheceu Eva. Ela estava sentada ao seu lado. Vestia uma daquelas roupas de couro, de quando a conheceu, só que de uma cor diferente: agora era lilás. Seus cabelos estavam do mesmo tom.

Ela acariciou seu rosto e o sargento relaxou. Perguntou novamente:

- O que houve? Lembro de ter sentido um enjoo tremendo, antes de desmaiar.

- Normal. O corpo reage assim, quando fazemos uma viagem no tempo. Depois, nos acostumamos.

- E cadê o resto do povo?

- A garota está na sala de tratamento intensivo. Mas suas feridas estão quase todas cicatrizadas. O rapaz, assim como você, teve problemas para se adaptar à viagem no tempo. Está ainda desacordado. A coroa que veio com vocês, bem...

A taxista invadiu a ampla sala nua. Estava zangada. Quando viu o sargento acordado, reclamou:

- Puta que pariu, eu gosto é de homem, caralho! Acordei com três donzelas me tarando, querendo foder comigo. Porra. Ainda bem que você acordou.

- O que fizeram contigo? - perguntou o negrão.

- Me chuparam, me beijaram na boca e até me aplicaram uma injeção no bumbum. O pior é que a tal injeção me deu um tesão do caralho. Estou aqui subindo pelas paredes.

- É um estimulante da libido. Queríamos saber se, estimulada, você aceitaria transar conosco... - Disse Eva.

- Porra nenhuma, caralho. Repito que só gosto de macho. Adoro uma bilola grossa e enorme, como a desse negrão.

Dito isso, a taxista se aproximou de Brizola e engoliu seu enorme caralho. Ainda estava mole, mas ela saberia como excitá-lo. O negrão, no entanto, se esquivou:

- Desculpe, minha linda, mas estou destruído. Fizeram-me gozar adoidado. Eu não aguentaria transar contigo neste momento.

- Ah, não. Você tem que me dar, ao menos, uma chupadinha. Estou doida de tesão.

- Vem. Uma chupadinha, dá pra dar, sim. - O policial estendeu a mão para a coroa.

- E você, nem ouse estragar a minha foda. - Disse ela, apontando para a mulher de cabelos lilás.

Realmente, a coroa estava excitadíssima. De sua xana, escorria um líquido abundante, pernas abaixo. Era um néctar adocicado, que o negrão fez questão de lamber, antes de abocanhar a vulva. No início, a mulher ficou de pé diante dele. Mas depois, resolveu-se a se deitar na enorme cama redonda. Ficou mais fácil para o policial acariciá-la, enquanto lambia entre as suas pernas. Ela parecia tomar um choque, cada vez que a boca dele lhe tocava a vulva. Imprensou a cara dele contra a xereca, sufocando-o. Ele pediu que ela apenas aceitasse suas carícias. Ela fechou os olhos e abriu bem as pernas. Ele tremulou a língua em seu pinguelo, levando-a ao delírio. Ela mordeu os lençóis da cama, se tremendo de gozo. Ele abriu-lhe a boceta com ambas as mãos e lambeu lá dentro. Ela peidou em seu rosto. Aquilo fez com que ele percebesse que seu pau começava a se animar.

O sargento olhou para Eva. Ela também estava com muito tesão estampado no rosto. Piscou-lhe um olho. O negrão fez um sinal imperceptível com a cabeça e em seguida puxou a coroa para cima de si. Quando ela tocou em seu cacete, percebeu-o duro. Baixou a cabeça entre as pernas do policial. Desse modo, ficou com a bunda empinada e exposta à visão de Eva. Esta não perdeu a oportunidade de lambê-la bem entre as nádegas.

Primeiro, a taxista quis empurrá-la de perto de si. Mas estava num cio tão grande que terminou aceitando que a outra lhe acariciasse. Concentrou-se em masturbar o militar, cujo pau estava cada vez mais rijo. Deitou-se sobre ele, tentando encaixar sua peia na racha. Conseguiu. Imediatamente, sentiu o primeiro orgasmo. Quis prolongar aquela sensação e enfiou-se no cara até o talo. Depois, ficou fazendo os movimentos de cópula, alucinada, gemendo alto e arrastado. O negrão levantou o púbis, querendo uma penetração mais profunda. A taxista estava de bunda empinada. Então, ela sentiu algo lhe chicotear as nádegas. Mas não doeu. Então, algo enorme, em forma de pinguelo, lhe invadiu o ânus. A taxista interrompeu a trepada para olhar para trás de si. Deu um grito medonho quando viu aquela aberração invadindo suas carnes.

- Não ligue, minha linda. Concentre-se na foda. Estou quase gozando -, pediu o negrão.

Mesmo apavorada, a taxista conseguiu relaxar. Aquele pinguelo inchou dentro de si, enquanto lhe adentrava cada vez mais profundo. Então, começou a gozar pelo ânus. Apressou os movimentos de cópula, se enfiando cada vez mais no cacete grosso do negrão. Começou a urrar de prazer. Agarrou-se ao amante, tendo orgasmos múltiplos. Brizola, porém, não tinha mais esperma para jorrar. Gozou numa golfada de porra tão pequena que ficou frustrado. A taxista nem percebeu seu gozo, adorando aquela aberração enfiada em seu rabo.

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