Eu vou ser uma boa menina!

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Eu decidi começar isso, eu sabia que era errado, mas eu precisava!

Meu senhor me deixou dias sem gozar como punição, mas eu não suportava mais, eu precisava sentir o prazer de um orgasmo, eu precisava me tocar, eu precisava! Eu me sentei no sofá e olhei as horas no meu notebook, ele iria chegar do trabalho em pouco tempo, se eu for fazer isso, a hora pra fazer era agora.

Pesquisei um conteúdo qualquer na internet, não queria muito, só queria gozar. Me deitei no sofá e comecei a tocar minha buceta enquanto assistia o dito porno rodar na tela, comecei passando meus dedos por cima da calcinha e fui afastando ela aos poucos, lambi meu dedo e o passei por cima do meu clitóris, quase gozei com o toque, senti o líquido quente escorrer e continuei passeando com meus dedos na minha buceta. Esfreguei-o o mais rápido que conseguia para terminar logo, os gemidos da mulher juntados aos fortes tapas que ela recebia no rosto me excitava muito, foi necessário pouco tempo do vídeo e eu já estava gozando e gemendo em meus dedos, estava em êxtase, me sentindo nas nuvens, um orgasmo guardado pode ser o mais incrível que se pode ter. Mantia meus olhos fechados e gemia baixinho com os dedos ainda na minha calcinha quando ouvi palmas, congelei por inteiro e não conseguia nem abrir os olhos.

-Que belo show, cadelinha.

Ao ouvir sua voz eu rapidamente tirei as mãos da minha calcinha e me sentei de cabeça baixa, baixei a tela do meu notebook até ele parar de emitir os sons de gemido da mulher do vídeo.

-De joelhos, AGORA!

Sua entonação de voz me causava arrepios, rapidamente me agachei diante dele de cabeça para baixo, pernas entre-abertas e braços para trás, eu já estava excitada de novo e já sentia meu mel escorrer de mim.

-Você só tinha que cumprir uma ordem, sua putinha, não gozar, mas nem isso uma vagabunda desprezível como você consegue fazer!

Ele puxou meu queixo para cima e me fez olhar nos olhos dele, ele sabia que eu odiava isso.

-Você sabe o que você é? -Eu não conseguia responder então só o olhava fixamente paralisada.

Um tapa forte acertou meu rosto que me fez tombar um pouco pro lado, rapidamente me coloquei na minha posição e ele novamente pegou no meu queixo e me olhou nos olhos.

-Responda! -Com medo de receber outro tapa falei.

-Uma puta.

-Uma puta o que?

-Uma puta, meu senhor.

-Muito bem, e sabe o que putinhas como você merecem?

-Não senhor. -Uma lágrima escorria pelo meu rosto nesse momento, na mesma intensidade em que estava queimando de tesão.

-Eu vou te mostrar.

Ele me puxou pelos cabelos me arrastando de 4 no chão como uma cadela, sentou-se no sofá e me puxou pro colo dele, me deitando de bruços com a bunda embinada pra ele.

-Eu vou dar 20 tapas na sua bunda, de cada lado, e você irá contar cada um, se errar uma vez irei contar tudo do zero. Entendidos? -Ele disse no meu ouvido enquanto puxava meu cabelo pra trás.

-Sim, senhor.

Ele puxou meu cabelo com mais força ainda e acariciou minha bunda, passou a mão por ela e transferiu o primeiro tapa, senti a parte atingida arder e gritei.

-1. -Eu disse já chorando e gemendo.

-1 o quê?

-1, obrigada senhor.

Ele me deu o 2 tapa, e o 3, e o 4. Eu já estava chorando como nunca, sentia um misto de dor e prazer, tanto prazer que poderia gozar ali mesmo só com os tapas, mas sabia que não estava autorizada, e não queria cometer outro erro, mas cometi, no 18 tapa eu não tinha mais forças pra contar, a dor era mútua do tesão, eu só conseguia gemer e chorar, eu errei a contagem e ele a iniciou novamente, era uma tortura, eu estava chorando e gemendo o mais alto que conseguia, tentando me concentrar pra não errar novamente.

Quando finalmente chegou ao vigésimo eu senti um alívio, ele acariciou minha bunda onde tinha batido e soltou meu cabelo, enfiou dois dedos na minha buceta que já estava completamente molhada e começou a mexer eles dentro de mim, nem me dei conta e já estava rebolando nos seus dedos e prestes a chegar a outro orgasmo quando ele tirou seus dedos de dentro de mim, me tirou de cima dele e subiu as escadas em direção ao banheiro para tomar um banho. Eu enxuguei minhas lágrimas e fui para o quarto, sabia que tinha que esperar ele lá. Fiquei parada na posição que ele exigia esperando ele sair do banheiro, sentia minha bunda arder, e podia apostar que ainda estava completamente vermelha mesmo depois de 30 minutos do seu longo banho, ele saiu do banheiro de toalha na cintura, se agachou no chão e me fez levantar a cabeça, sem nenhum aviso me deu um tapa forte no rosto, mal tinha terminado de me recompor ele tirou sua toalha e me puxou, enfiou o seu pau na minha boca, ele fez movimentos rápidos e segurava minha cabeça pra estocar mais fundo e controlar, ele tirava seu pau da minha garganta e enquanto eu tentava buscar o ar ele passava toda saliva que escorria da minha boca no meu rosto junto de um forte tapa, ficou nisso um bom tempo até que me levantou e me jogou na cama, me colocou de bruços e tirou minha calcinha, beijou meu pescoço e susurrava o quanto eu era uma putinha desobediente, foi descendo pelas minhas costas até chegar na minha bunda.

Beijou onde tinha machucado com seus tapas e continou descendo até chegar na minha buceta que estava completamente molhada, lambeu, beijou e começou a chupar meu clitóris, segurava forte cada lado da minha bunda e eu me recontorcia de prazer. Gemia como nunca e clamava pelo meu gozo, implorava e quando estava quase perdendo o controle ele parou. Montou em cima de mim e começou a forçar aos poucos a cabeça do seu pau no meu cuzinho, ele foi enfiando e eu sentia uma dor terrível pela falta de lubrificação com um misto de prazer, ele estava deitado sobre mim suspirando na minha nuca e quando estava inteiro dentro de mim começou a fazer movimentos de vai e vem, ele apertava minha bunda e enfiava e tirava bem devagarinho me torturando.

Ele começou a estocar mais forte e mais fundo e eu comecei e involuntariamente rebolar sobre seu pau e gemer mais ainda, ele me batia com força e com raiva e eu já estava novamente pedindo pra gozar. Ao perceber o quanto eu estava excitada ele me colocou de quatro começou a socar seu pau com mais força enquando puxava meus cabelos e batia na cara, e me fazia implorar pelo prazer.

-Por favor, meu senhor, deixa eu gozar.

-Deixar quem gozar?

-A sua vadia

-Então pede! Fala que você é uma putinha desobediente.

Eu já estava chorando pela dor que sentia, mas a excitação era mais alta.

-Deixa a sua putinha desobiediente gozar. Meu senhor, por favor! -Eu implorava gemendo aos prantos.

-Goza, minha vagabunda, goza no pau do teu dono! -Ele disse enquanto enfiava em mim e segurava meu quadril com força.

Foi o melhor orgasmo que eu tive, eu suava, tremia e mal conseguia emitir sons de tanto prazer que eu sentia, eu não conseguia continuar apoiada jos meus braços então deitei e ele continuava segurando meu quadril com força deixando minha bunda empinada e continuava metendo no meu cuzinho.

Eu gozei mais duas vezes enquanto ele estapeava um lado da minha bunda e segurava meus cabelos, sentia seu pau pulsando dentro de mim e sabia que estava prestes a gozar.

Ele tirou seu pau de dentro de mim e me virou de frente pra ele, colocou seu pau na minha boca e começou a enfiar na minha boca e segurar meu pescoço enquanto eu estava deitada.

Ele enfiava com força e tirava, me fazia sentir suas bolas em meu queixo, eu estava completamente babada e ofegante quando ele apertou meu pescoço com toda a força que tinha e enfiou seu pau no fundo da minha garganta, eu sentia sua virilha no meu nariz.

Estava me debatendo sem ar embaixo dele quando senti seu leite quente ser despejado na minha garganta, ele tirou seu pau e as mãos do meu pescoço e eu me engasguei tentando puxar o ar e ao mesmo tempo engolir toda sua porra. Ele se deitou do meu lado e eu deitei no seu peito e estavamos juntamente ofegantes, estava quase adormecendo.

Ele se levantou e me pegou no colo e me levou pro banheiro, eu mal conseguia ficar de pé enquanto esperava a água preencher a banheira, ele se sentou na banheira junto comigo enquanto passava sabonete pelo meu corpo, ele beijou meu pescoço e susurrou no meu ouvido.

-Você sabe que eu não gosto que não cumpra minhas ordens, meu amor.

-Eu sei, meu senhor, me desculpe não irei te desobedecer mais.

-Tudo bem, minha princesa, eu te amo. -E me deu um beijo em meu pescoço.

-Eu também te amo, meu amor.

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