FODENDO A RECEPCIONISTA

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da havia escutado uns barulhos estranhos, e achou que a patroa estava passando mal no banheiro. Ainda ajeitava a saia, depois da foda com Paulo. Este ficara se recuperando no quarto. Não tinha ouvido os sons feitos pelo irmão e a mãe.

- Eu? Estou ma-ra-vi-lhosa, minha filha. Nem se preocupe - respondeu a coroa, ainda arfando. Pedro ficou temeroso de que a doméstica se demorasse ali, curiosa. Ainda bem que fechara a porta à chave. Senão, ela poderia tê-lo flagrado com a mãe, dentro do banheiro. Não estava arrependido, mas temia que soubessem que ele andava "traçando" a coroa. Principalmente, seu pai.

- Aproveite e tire meu marido do sanitário. Já faz tempo que ele está lá. - Gritou a coroa, sem abrir a porta. Estava resfolegando, mas satisfeita.

- Está certo, D. Beatriz. Vou fazer isso. Depois, esquento o almoço de vocês.

Quando ouviu os passos da empregada se afastando, Pedro perguntou baixinho à mãe:

- Almoço de vocês? Será que ela sabe que estamos os dois trancados no banheiro, mainha?

- Que nada, menino. Foi só uma forma dela falar. Mas, e daí, se ela soubesse?

- Não, mainha. Tenho vergonha. Não quero que saibam nunca que andei fodendo minha própria mãe.

- Está arrependido? - Ela perguntou, torcendo por uma negativa.

- Claro que não. A senhora é muito gostosa. Fode, que é uma beleza. Mas acho que não devemos estar fazendo isso dentro de casa.

- Deixe de ser frouxo. Senão, não fodo mais com você.

Ela ligou o chuveiro e ele se vestiu apressado. Saiu sorrateiramente do banheiro, para não ser visto. Mas a empregada, que estava saindo do outro banheiro empurrando a cadeira de rodas com o dono da casa, o viu. Estranhou o fato, mas não disse nada. Sabia que o patrãozinho Paulo andava fodendo a patroa, mas não era louca de se meter nesses assuntos da família. Seu Pedrinho, porém, nunca havia sido flagrado por ela em ato incestuoso. O rapaz, no entanto, ficou empulhado. Pôs o dedo frente à boca, pedindo-lhe sigilo. Ela balançou a cabeça afirmativamente. E seguiu, empurrando a cadeira de rodas.

Pedro entrou no banheiro onde esteve o pai e tomou um demorado banho. Ficou pensando em como a mãe era gostosa, e por que nunca a havia fodido, mesmo quando ela estava doidona. Com certeza, se a tivesse tarado, ela depois não se lembraria disso. Mas estava contente por tudo haver sido por iniciativa dela. E não estava chapada. Então, torcia para fodê-la outras vezes.

Quando terminou seu banho, foi para a cozinha. Sentira o cheiro de comida e sabia que a empregada cozinhava muito bem.

- Oi, Paulo, não sabia que estava em casa. - Disse Pedro, ao ver o irmão.

- Cheguei igual com mainha. Em que ficou aquele problema com a irmã de Sirleide?

- Consegui o endereço do negrão que supomos estar com ela. Mas briguei com a tua namorada e abandonei as diligências. Ela que se vire sozinha.

Aí o telefone de Pedro tocou. Ele o carregava no bolso. Identificou a chamada como sendo o número da delegacia onde trabalhava. Atendeu:

- Alô? Cabo Pedro falando...

Esteve escutando alguém do outro lado da linha, antes de dizer:

- Certo, chefe. É mesmo aqui perto de casa. Estarei lá logo, logo...

- Que foi? - Perguntou a coroa.

- Houve um crime aqui perto, mainha. Uma mulher foi assassinada pelo noivo. Vou lá...

Paulo sentiu um baque no coração. Lembrou-se de não ter atendido a chamada da namorada de Ronaldo. Se a moça assassinada fosse ela, com certeza lhe estava pedindo socorro, quando fez a ligação. Mas não disse nada ao irmão. Supôs que o cara tinha assassinado a noiva por ter descoberto seu caso com ela. Enquanto Pedro se vestia, um carro da Polícia parou na frente da casa. Pouco depois, o rapaz saía fardado e seguia com a viatura.

Paulo ligou para a ex namorada, querendo confirmar se era mesmo a amiga de Sirleide que tinha sido assassinada. Ela respondeu, chorosa:

- Sim, Paulo. Ligue a tevê: há uma equipe de reportagem lá. Estou me vestindo para ir à casa dela. Você pode ir comigo?

- Sim, posso. Estou mesmo querendo falar com você...

Pouco depois, Paulo chegava em frente à residência da médica. Estranhou o carro do irmão estar estacionado lá, na garagem. Perguntou:

- Pedro esteve agora aqui? Achei que ele tivesse saído com a viatura.

Ela se assustou com a pergunta, mas respondeu com a verdade:

- Não. Ele me emprestou as chaves para que eu viesse com o carro, logo cedo. Ele não te disse que brigamos?

- Sim, mas não disse o motivo. Qual foi?

Ela titubeou, antes de responder:

- Não importa. Eu e teu irmão não nos topamos, só isso. Vamos, que eu estou ansiosa para saber do assassinato da minha amiga. Dizem que foi Ronaldo, seu noivo, o assassino. Mas eu não acredito. O cara era tão amoroso com ela! Não creio que teria coragem nem motivo para matá-la.

Entraram no carro de Paulo e ele seguiu em direção à casa da jovem assassinada. Sirleide perguntou:

- O que você queria falar comigo?

Ele demorou um tempo para responder:

- Estive pensando, e cheguei à conclusão de que não devemos continuar nosso namoro.

Ela voltou a chorar. Disse, parecendo sincera:

- Oh, Paulo. Me perdoe, por favor. Leve em conta que eu estava aperreada com o sumiço de minha irmã...

- Eu já vinha desgostoso da nossa relação, Sirleide. Você é muito cheia de dengos, e eu já não aguento mais. Não, não tem volta.

- Você já tem alguma outra? Pode me falar sinceramente...

- Não, Sirleide. Mas quero estar livre para conhecer outras pessoas.

Ela chorou mais ainda. Pediu que ele refletisse mais um pouco e depois desse a resposta definitiva para ela. Disse que o amava, e que não podia viver sem ele. Aí, chegaram na casa da jovem assassinada. Havia muita gente reunida na frente, mas Paulo avistou logo seu irmão.

- E aí, mano, pode adiantar alguma coisa pra gente?

- Foi mesmo o noivo que a matou. Um tal de Ronaldo. Parece que foi por ciúmes. Os vizinhos a viram fodendo com um outro cara, aqui mesmo, na frente da casa dela. O noivo soube e a matou.

- Ela era minha amiga, Pedro. Era noiva de um cara que esteve conosco no dia em que minha irmã desapareceu. E, que eu saiba, não o traía. Essa história está mal contada. - Afirmou a médica, ainda com cara de choro.

- Infelizmente, há testemunhas. Um senhor viu o noivo aqui, pouco antes do crime. E estava furioso. Uma mulher viu tua amiga transando com outro, que não era o tal Ronaldo. Até anotou a placa do carro do cara. Deve estar trazendo o número aqui já, já.

Paulo teve um estremecimento. Iriam descobrir que a placa pertencia ao seu veículo. Afobou-se. Estava num beco sem saída. Chamou o irmão a um canto e confessou:

- Olha, Pedro, o cara que esteve fodendo com a defunta fui eu. Depois que briguei com Sirleide, trouxe a amiga dela em casa. Aí, trepamos aqui na frente da casa dela...

O irmão olhou para ele, espantado. Disse:

- Puta que nos pariu! Temos que esconder esse fato da Polícia e da tua namorada. Se ela souber disso, vai ficar fula.

- Não me importo que ela saiba. Não estou mais com ela. Só não quero ser envolvido nas investigações.

- Deixa comigo. Mas vai ficar me devendo uma, viu?

Pouco depois Sirleide chegava junto dos dois. Perguntou:

- Não vi sangue. Como ela a matou?

- Devia estar com muito ódio. Esganou-a com as próprias mãos.

- Minha Nossa Senhora. Promete pegar o assassino da minha amiga, Pedro?

- Não sou o responsável por este caso. Estou esperando o delegado chegar, para que ele indique um investigador. Mas, se sabemos quem é o assassino, logo o teremos preso.

- E quanto à minha irmã?

- Já disse: vire-se sozinha. Aproveite que logo o delegado estará aqui e fale com ele. Mas, decerto, ele vai querer deixar passar as 72 horas de praxe, para poder iniciar as buscas. Agora, me deem licença que eu preciso trabalhar.

O celular de Paulo tocou e ele, quando atendeu, deixou ver de quem era a ligação. Era a loira Aline, querendo falar com ele:

- Já soube, Paulo? Aquela nossa amiga foi assassinada pelo noivo. Aquela que estava conosco.

- Sim, eu soube. Aliás, neste momento estou aqui, na frente da casa dela...

- Nós vamos nos ver hoje?

Ele ficou empulhado. Sirleide tinha bom ouvido e decerto havia escutado o que a loira disse, pois olhava para ele com ódio. Desconversou:

- Sim, depois te conto as coisas. Meu irmão é policial e está aqui.

Quando deligou, Sirleide disse:

- Seu safado. Esteve saindo com minha amiga, aquela quenga safada. Quanto ela te pagou, pra trepar contigo, aquela traidora?

- Não é o que você está pensando. Não saí com tua amiga.

- E como tem o telefone dela? Primeiro, flagro uma foto da minha irmã nua, no teu celular. Agora isso. O que mais terei que descobrir, Paulo?

A chegada do delegado salvou Paulo da má situação. Sirleide saiu de perto dele, furiosa, e foi falar com o policial. O rapaz aproveitou para sair dali, de fininho. Nem avisou ao irmão que iria embora. No entanto, nem havia dirigido muito, quando reconheceu o carro da mãe. Ela dirigia sozinha, e não o viu. Paulo ficou curioso: para onde ela estava indo àquela hora? Resolveu segui-la.

Pouco depois, viu a mãe encostar o carro e falar ao telefone. Não demorou muito e um automóvel parou após o dela. Reconheceu o veículo. Pertencia a um amigo do irmão, chamado Enzo. O cara desceu e trocou um longo beijo com a coroa, sua mãe. Paulo ficou enciumado. Quis descer do carro e bater no cara. Mas sua genitora desceu do próprio automóvel e entrou no do jovem amante, deixando o seu estacionado ali mesmo. Paulo continuou seguindo-os. Em breve, o casal entrou num motelzinho de subúrbio. O jovem deu um tempo, depois entrou lá, também. Uma atendente o recepcionou:

- Boa tarde, jovem. Deseja um quarto?

- Sim, mas o menor que tiver.

Ela esteve indecisa. Depois, perguntou:

O senhor está acompanhado? Não estou vendo ninguém consigo...

- Estou sozinho. Quero apenas descansar um pouco, pois estive dirigindo até agora.

- Vem de onde?

- Vim do Rio de Janeiro.

- Ah, minha terra. Que saudades. - E, dizendo baixinho, só para o rapaz ouvir:

- Não é permitido ocupar um dos quartos sozinho, pois este motel foi feito para encontros de casais. Porém, se não vai se demorar muito, posso emprestar o quarto onde durmo...

Paulo olhou com mais atenção para ela. Era uma jovem alta, não muito bonita, mas bem simpática. Podia imaginar suas pernas grossas por baixo do uniforme que vestia. Perguntou, no mesmo tom:

- E vai me cobrar quanto, por isso?

Ela sorriu. Ajeitou os longos cabelos. Aí, falou:

- Não te cobro nada, se a ruivinha aqui te agradar. - Disse ela, passando a mão nos quadris, enaltecendo suas curvas.

Paulo agradeceu aos céus, pela sua sorte. Tinha pouco dinheiro nos bolsos. Não perderia aquela chance de dar umas e, ao mesmo tempo, vigiar a mãe. Topou logo.

- Mas vai ter que esperar eu largar, o que não deve demorar muito. Estou aqui desde ontem.

- Não tem problema, eu prometo estar acordado quando você chegar. - Disse ele, olhando de soslaio para o livro de entrada do motel. O último quarto a ser ocupado era o 19. Decerto sua mãe estaria lá com o filho da puta do amigo de seu irmão.

Pouco depois, Paulo estava todo nu, deitado na cama, esperando a ruiva. Ela não demorou muito a chegar. Sem o uniforme do motel, parecia mais bonita. A mulher trancou a porta à chave e foi logo tirando a roupa.

Atirou-se sobre o jovem, mamando de imediato no seu curto, mas grosso, cacete. Falou:

- Estou há tempos sem sexo. Doida pra chupar uma rola. Aqui, trabalho muito. Nem dá pra ter namorado pois, quando chego em casa, só durmo. É que fico morta de cansaço...

- Você tem camisinhas? - Perguntou ele.

- Claro, amor. Já viu motel sem preservativos? Deve ter várias, na gaveta.

Ele abriu o móvel e ela pediu uma camisinha a ele. Estava querendo vesti-la no cara. Quando o cacete ficou duro, ela elogiou:

- Uau, que pica grossa. Mas vou logo avisando que não dou o cu, viu?

- E por que não?

- Porque dói. E porque acho nojento chupar um pau que estava metido num cu.

- É só chupá-lo antes e mete-lo no cu depois...

- Só se deixar que eu te enfie o dedo no rabo, também.

- Não, não curto isso.

- Então, sem acordo. Só deixo foder o meu se eu foder o teu, também.

Paulo ainda parou para pensar, mas decidiu-se a não se deixar enrabar. Ela ficou decepcionada, mas continuou chupando-o. Ele fê-la girar na cama e ensaiou um 69. Ela falou contente, vindo por cima:

- Ah, assim eu amo. Chupa minha xereca, chupa.

Ele chupou. Com carinho, no início, e depois com gula. Cada chupada mais forte, ela imitava-o na felação. Depois, ela não aguentou mais:

- Ahhhhhhhhhh, você é fera. Está me fazendo gozar.

- Sim, mas não pare de me chupar.

Ela, no entanto, não demorou a gozar. Em poucos minutos, estava alucinada, muito mais aproveitando o próprio gozo do que satisfazendo a ele. Quando Paulo percebeu que ela começou a se tremer, apressou as lambidas.

- Aiiiiiiiiiii, gostoso. Uiiiiiiiiiiiii, tarado... Chupa meu grelo, vai...

Ele chupou-lhe o clitóris. Ela abriu muito a boca e esfregou a xoxota na cara dele. Ele enfiou-lhe um dedo na tabaca e conseguiu achar-lhe o ponto G. Ela deu um pulo, agoniada. Logo, estava esguichando mel na boca dele. Então o rapaz, depressa, girou na cama e montou sobre a ruiva. Enfiou-lhe o caralho, de uma vez, na xereca.

- Goza, monstro. Goza, que eu já gozei demais -, urrou ela.

Ele não respondeu, ocupado em fodê-la cada vez com mais entusiasmo.

- Ahhhhhhhhhhhhh... gostoso... me fode toda... vaiiiiiiiiiiiiii...

Então, Paulo deixou escapulir a rola da boceta dela e enfiou-lhe de vez no cu. Primeiro, ela arregalou os olhos, surpresa. Depois, gritou de dor. Em seguida, fez o que o rapaz jamais esperava: meteu-lhe o dedo no cu.

FIM DA DÉCIMA PRIMEIRA PARTE

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