A Japonesinha do Metrô

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Estava voltando da Santa Ifigênia pra Santo André, entrei na estação de São Bento e junto entra uma japonesinha chamada Erika, 18 anos, falsa magra.

Ela usava 2 colares fininhos de couro, blusinha preta, calça jeans e um tênis, ela tinha um sorriso bonito, magrinha e era bem descolada. Eu estava com um conector de wifi e ela perguntou, se era pra pc? Informei que sim e começamos a bater papo rápido até a Estação da Liberdade. Ela queria formatar o notebook dela que estava com vírus, falei que podia verificar.

Ela me levou até seu quarto, seus pais estavam trabalhando, fiquei apreensivo, que mina louca, leva um desconhecido pra sua casa, ela voltou com um shortinho mostrando suas pernas e uma blusinha de renda, me falou que uma amiga tinha acessado uns sites de sacanagem e deveria ter infectado o notebook dela. Estava aparecendo propaganda de sacanagem direto, até que acessei uma pasta em que tinha nudes dela, a mina ficou vermelha.

Sentei ao lado dela e disse que poderia consertar o note dela, mas, o nudes eu queria ver ao vivo, ela deitou na cama e começou a tirar a bermuda, segurei sua mãos, disse calma, deitei ao seu lado passei a mão por baixo da blusinha dela e cheguei aos seios pequenos e duros, biquinho durinho, eu já estava de pau duro, mas, via uma menina inexperiente, devia ter dado pra alguns caras, sem pegadas, que só foderiam sem dar nenhum carinho.

Então, comecei a beijar o pescoço dela e comecei a baixar minha mão, entrando naquele shortinho em direção aquela xoxotinha, adentrei tirando da frente o único obstáculo que estava a frente, afastei a calcinha e esfreguei minha mão sobre aquela xana, ela fechava os olhinhos esticados e estava ofegante, enfiei meu dedo naquela gruta que estava inundada de tesão, fiquei ali mexendo por um bom tempo e beijando ela, ela me abraçou, me beijou intensamente, no momento que ela virou ela tirou a blusinha eu já tirei o desfecho do sutiã dela e voltei a bulinar aquele grelo tesudo, ela rebolava no meu dedo e roçava a pelve na minha mão, tirei o dedo e chupei aquele mel, tirei minha calça e pedi pra ela chupar meu pau.

Aquela boca não conseguia engolir meu pau, pedi pra ela dar um banho de gato, ficar lambendo igual um sorvete, quando chegava na cabecinha fiz ela passar a língua no liquido lubrificante, ela relutou, fez cara de nojinho, mas, eu disse, lambe meu melzinho que depois vou dar leitinho pra você.

Ela passava a língua e pedi pra punhetar junto, depois que ela aprendeu a fazer isso, ela ficou bem mais relaxada. Aquela menina era magra, mas, tinha uma bundinha avantajada, pedi pra ela deitar e cai de boca na bucetinha molhada, ela tinha uns pelinhos, mas, nada que incomodasse ou neutralizasse o prazer, e chupei, endureci minha língua e enfiava dura profundamente, ela urrava, me xingava de puto, de cachorro, fiz a famosa CUCETA nela, passe a língua no cu e parava na buceta, vi ela sentir prazer, então, meti o dedo em sua buceta e comecei a chupar, e ela urrou dizendo pra eu continuar, que era a primeira vez que ela tava gozando, que coisa estranha que ela nunca tinha sentido, e puxava meu cabelo e eu acelerando o vai e vem do meu dedo naquela xoxota e as minha lambidas fortes na xoxotinha dela, ela gozou intensamente e ficou toda mole na cama.

Não resisti e fui pra cima dela, enfiando meu pau, naquela gruta que estava fragilizada, dava umas estocadas e ela só me abraçava e me agradecia:

-Obrigado cachorrão por me fazer gozar, fode mais agora, enfia esse pau na xoxotinha oriental, goza dentro de mim.

Isso soou como um sino, me dando uma explosão de prazer, enchi ainda mais aquela gruta que estava habitada pelo meu cilindro carnudo, soquei bem fundo.

Depois que gozei, ainda estava com o pau duro e dentro dela, nos viramos e ela sentou em cima, abracei aquele corpinho magrinho, chupei aquelas tetas e lambi os biquinhos enrijecidos. Quando a soltei ela colocou suas mãos em meu abdômen e fez um sobe e desce delicioso, rebolava e requebrava, até que ela girou expondo aquele cuzinho pra minha visão, então, comecei a passar o dedo, e percebi que ela gostou, então, molhei com minha porra e a porra dela e enfiei o dedo anelar, ela urrou e começou a somente rebolar sobre meu pau, começou a se empurrar e pegar em seus seios e pedi pra ela se masturbar, quando ela fez isso, mexi mais rápido o dedinho do cu dela, e ela começou a dizer:

- Caralho, tô tendo a mesma sensação que tive no primeiro gozo, nossa vou gozar!

Neste momento me levantei coloquei ela de quatro e comecei mais rápido o vai e vem socando minha piroca na buceta, pedi pra ela continuar se masturbando, até que ela urrou novamente e gozou novamente deixando meu pau todo molhado e eu disse que ia gozar também. Tirei meu pau, pedi pra ela abrir a boca que eu ia dar leite pra ela.

Ela desfalecida pelo segundo gozo, fui até próximo a boca, pedi pra ela segurar meu saco com carinho enquanto eu punhetava e jorrei na boca, ela queria virar, mas, segurei, pedi a ela que tomasse meu leite que era revigorante.

O que tinha ela tomou e fiz ela limpar meu pau com sua língua.

http://www.casadoscontos.com.br/texto/201704835

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