Me exibindo pro irmãozinho da amiga

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Olá. Sou a Kelly e vim contar um causo que aconteceu comigo quando eu tinha 16 anos.

Eu costumava, cerca e uma vez por semana, ir na casa de uma colega de escola fazer trabalhos (na verdade, ficávamos meia hora estudando e cinco conversando, vendo TV e outras coisas do tipo). Como os pais dela trabalhavam, a casa ficava praticamente só pra agente e tínhamos bastante liberdade. Mas vamos ao que interessa. A dona da casa tinha um irmão mais novo, o Márcio, 14 anos, branco de olhos verdes, magrinho e bem gostoso apesar de ser bem novo.

Eu percebia que, nas tardes que eu e as outras meninas íamos pra lá, ele sempre dava um jeito de ficar perto da gente. Percebi também que ele olhava mais pra mim do que pras outras garotas, quatro tirando a irmã dele. Até então eu sempre me relacionava com garotos da minha idade ou mais velhos, mas comecei a ficar curiosa em como seria ficar com algum mais novo e sem muita experiência e tímido como ele parecia ser, e foi então que resolvi começar a provocar. Comecei a usar roupas mais curtas e principalmente mais decotadas, já que o que mais chama atenção em mim são os seios, e realmente ele começou a babar cada vez mais me mim.

Mais pro fim do ano, a Ana (a dona da casa) me pediu pra ir lá sem as meninas porque ela tava ferrada em Matemática e queria minha ajuda, com a turma toda tinha muita conversa e ela não se concentrava. Eu, é claro, aceitei ajudar a minha amiga (e queria pegar o irmãozinho dela, sou má).

No primeiro dia que marcamos, coloquei um vestido soltinho no meio das coxas e bastante decotado. Pra minha decepção ele não estava lá, mas comecei a explicar a matéria pra Ana mesmo assim.

Lá pelas quatro da tarde, o Mário chegou. Pela cara dele parece que estranhou eu estar ali naquele dia e as outras meninas não, mas logo ele começou a me olhar com cara de tarado e ficou ali por perto mesmo. Eu e a Ana ficamos em uma mesa na sala e o Márcio sentou no sofá, fingindo que estava vendo televisão. É claro que a irmã reclamou do barulho, mas ele botou bem baixinho, quase no mudo, só pra continuar ali.

Eu aproveitei da posição e do fato de estar de vestido pra provocar. Levantei meu vestido, e como estava por baixo da mesa a Ana não viu, mas o Márcio sim viu tudo e pela cara adorou. Fiquei explicando a matéria e acariciando a bucetinha pro cima da calcinha, e pude vê-lo mexendo no pau por cima do short e com cara de que estava desesperado pra me comer.

No dia seguinte, resolvei provocar mais. Fui com uma saia vermelha curta e bem justa, e dessa vez, o Márcio estava em casa e me esperando. Fiz como no dia anterior, só que dessa vez, estava com uma micro calcinha vermelha que não cobria quase nada.

Naquela brincadeirinha, resolvi ousar mais. Fui ao banheiro, tirei a calcinha e botei no bolso e quando voltei a dar a aula pra Ana, fiz questão de mostrar a minha bucetinha pro Márcio. Vocês tinham que ver, o moleque quase enfartou. Fiquei com as pernas semi-abertas, e sempre que possível, passava os dedos no meu grelinho. Não sei até que ponto ele viu até porque eu não podia abrir muito pra irmã dele não perceber, mas só sei que antes deu ir embora ele correu pro banheiro, certamente pra tocar uma punheta.

Os dias foram passando e continuamos nessa brincadeira, mas só nos dias que as outras garotas não estavam, elas eram bem mais espertas que a Ana e iam acabar percebendo.

Um dia, a sorte acabou sorrindo pra mim e pro meu gatinho. Eu estava dando aula pra Ana como de costume, quando o namorado dela a chamou no portão. Os dois tinham brigado no dia anterior e parecia que ele queria conversar a respeito, ela estava na dúvida mas eu falei simplesmente “Conversa com ele lá fora a sós”.

Quando ela saiu, percebi que o Márcio ficou tenso. Eu movi a cadeira de forma que a mesa não ficasse mais na frente, levantei minha saia, cheguei a calcinha pro lado e perguntei “Não prefere ver mais de perto?”

Ele ainda estava nervoso, então apenas balançou a cabeça concordando e chegou mais perto de mim.

“Quer tocar?”, quando eu perguntei ele disse que sim, então eu segurei a mão dele e trouxa até a minha buceta. Fiquei guiando seus dedos no meu grelinho, e ele era bom aluno, em pouco tempo estava fazendo direitinho. Ele até ficou mais ousado, enfiou o dedo nela, me fazendo gemer baixinho.

“Eu mostro a minha pra você todo dia, mereço ver o seu pau também”. Ele ficou meio na dúvida, mas acabou abaixando o short e a cueca. O pau dele era uma delicia, branco, cabeça rosadinha, nem muito grande nem muito pequeno, reto (pau torto é o fim) e com pelos baixos. Não resisti, botei ele na minha boca.

Ele ficou doido, seu pau duro pulsava e sua expressão era de total prazer. Lambi a cabeça, enfiei ele na boca, suguei com vontade. Infelizmente, escutei um barulho que parecia ser da Ana entrando, então suguei mais forte e toquei punheta pra ele ao mesmo tempo e logo ele gozou. Eu engoli e logo tirei o pau da boca, o Márcio também foi rápido em se vestir.

A Ana falou rapidamente que tinha se resolvido com o namorado e voltamos a estudar. Continuei me exibindo pra ele por mais um tempo, mas não tivemos a oportunidade de repetir e muito menos de ir além, mas ainda lembro dessa como uma das experiências mais gostosas que já tive.

http://www.casadoscontos.com.br/texto/201612975

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