Meu primeiro emprego

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Cheguei na vendinha do seu Francisco às 7 horas em ponto. A rua ainda estava deserta e nem o sol tinha dado as caras ainda.

Estava com medo, já a espera do pior, por isso bati na porta de metal bem fraquinho, torcendo para ele não aparecer e eu ter uma desculpa para ir para casa. Esperei alguns minutos e bati novamente. Outra vez nem sinal. Antes de eu bater pela terceira vez, ouvi um "Ei, você!" vindo de trás. Ao me virar vejo Francisco saindo da escuridão e entrando na luz da única lâmpada a funcionar.

Me cumprimentou com um beijo no rosto, um bom dia e já foi abrindo a porta.

Após acender as luzes, disse que iria pegar meu uniforme e voltou carregando um avental azul. "Veste aí para eu ver como fica". Passei a alça pela cabeça e fui repreendida. "Não, Mirela, assim não. Quero ver como você fica apenas com o avental". Gelei. Paralisei. "Vamos logo, rapariga, daqui a pouco tenho que abrir a venda". Tirei a roupa ficando apenas de calcinha e sutiã, "Assim está bem", coloquei o avental e ele me pediu para dar uma voltinha.

Francisco aproximou-se, me virou de costas e me deu um tapinha no bumbum, "O Guto falou muito bem de você ontem a noite antes de pegar o ônibus de volta para casa", sem virar para trás, falei, "Mas ele tinha falado que iria ficar alguns dias por aqui ainda!", Francisco, porém, nem se importou e logo estava apertando meus peitos por baixo do sutiã, além de me encoxar e fazer seu cacete se aninhar no meio do meu bumbum, "Falei que era melhor ele ir embora se não eu contaria para a mãe dele o que ele andava fazendo por aqui". Ouvi o zíper abrir. "Ele me falou tão bem de você que achei melhor não termos interrupção no trabalho, não é verdade?". Ele já me bulinava e me fazia gemer baixinho. "Depois de tanta propaganda, achei por bem provar desse seu cuzinho".

Ao me sentir livre, criei coragem e olhei para trás e vi o gordão colocando a camisinha e besuntando a rola grossa com o gelzinho. Demos alguns passos, até uma mesinha ao lado do balcão, e fui empurrada, ficando debruçada sobre a mesa. A calcinha abaixada até metade de minhas coxas grossas e um dedo melecado invadiu meu cuzinho. Não resisti e gemi. "Você gosta mesmo de levar no rabo, né?" não tinha como mentir, mas achei que seria melhor me calar a dar qualquer incentivo para ele. No entanto, o velhote queria me ouvir falar algumas safadezas, tirou o dedo do meu rabinho, deu um tapão no meu bumbum e enfiou não um, mas dois dedos no meu anelzinho, "Responde, vagabundazinha. Você gosta de tomar no cu?", bom, não teve como não responder, "Sim", gritei. Com a outra mão, e sem tirar os dois dedos intrometidos do meu cuzinho, Francisco deu um novo tapa no meu rabo e tornou a perguntar, "Gosta do que?". Engoli o resto de orgulho que ainda tentava manter e respondi em alto e bom som, "Gosto de tomar no cu!".

E assim, em meio as gargalhadas do gordo, a rola em formato de lança foi entrando em meu cuzinho. A cabeça, que era bem pontiaguda, entrou fácil. "Que cuzinho gostoso! Que delícia!". Enquanto ele desfrutava do meu rabinho eu me agarrava na mesinha e cerrava os dentes para não gritar. Para não gritar tanto, melhor dizer, porque a cada centímetro de rola que invadia meu cu, eu soltava pequenos gritos, intermitentes mas altos o suficiente para ser ouvida em uma manhã tão silenciosa quanto aquela. "Calma, menina, calma. Quietinha que já tô quase todinho dentro desse seu rabo gostoso". As bolas finalmente encostaram em minha bucetinha e foi a vez do Francisco urrar. "Puta que o pariu, que delícia esse seu cu".

Enganchando as mãos grosseiras nos meus ombros macios, o filho da puta nem esperou eu me acostumar com seu cacetão e partiu para um tudo ou nada, gritando feito um louco a cada tranco que dava no meu rabo, "Leva na bunda, rapariga. Leva no tiozão aqui", até que eu desisti de me conter e comecei um pequeno escandalozinho naquela lojinha velha e caindo aos pedaços, "Ai meu cu, ai meu cuzinho. Ain", "Cuzinho o caralho. Você tem um cuzão de puta, Mirela. Um cuzão que eu vou arregaçar todo dia", até a caixa registradora abriu por causa do balanço da mesinha que estava recostada no balcão.

Ao ouvir o sino característico da gaveta de dinheiro ser aberta, o velhote ainda tirou um sarro de mim, "Acho que você merece um pagamento adiantado por ser tão cuzuda assim", parou um instante, pingando suor nas minhas costas, soltou o peso em mim, contorceu-se todo para alcançar a caixa registradora, tirou um maço de dinheiro e colocou em minha mão. "Toma, rapariga, pelo seu serviço de hoje". Agarrei o dinheiro com força, amassando tudo.

Francisco agarrou meu cabelo e virou minha cabeça de lado, para que nossos olhares se encontrasse, "Tá precisando de grana, tá?". Não respondi, mas também não soltei o dinheiro. Levei dois trancos fortes na traseira, "Responde, rapariga burra. Tá precisando?", "Tô, tô sim!", "Vai liberá o rabicó pra eu brincar sempre que eu quiser", ele apertava seu corpo contra o meu, me esmagando sobre a bancada. Nem conseguir responder eu conseguia. Fiz que sim com a cabeça, com os olhos cheios de lágrimas.

Ele então parou, limpou meu rosto com seu dedo ainda lambuzado de KY e falou, "Menina, você é linda. Linda!", o dedo escorregou até meus lábios e ficou passando de um lado para o outro, "Vou ser muito bonzinho com você, Mirellinha, mas você vai ter que ser comigo também, estamos combinados?", timidamente respondi, "Sim", ele soltou meu cabelo mas não ousei virar a cabeça, continuei a encará-lo com um beicinho de piedade e tudo. Suas mãos alisavam meu bumbum e meu peitinho, agora com um certo carinho, o que me fez soltar um gemidinho bem baixinho e fechar os olhos. "É uma taradinha mesmo. Dá um sorrisinho pro tio, dá?", abri meus olhos e sorri. Primeiro foi um riso forçado, mas quando ele continuou a me bulinar, principalmente quando seus dedos encontraram minha xoxotinha melada, meu sorriso tornou-se sincero, "Assim que eu gosto. Bem safadinha!".

Em seguida, o velhote segurou em meus ombros novamente e deu um apertão, "Fala pro tio Chico aqui o que você quer que eu faça agora".

Eu estava muito, mas muito excitada, nem tinha como negar. Então, para tentar esconder esse meu lado, desviei o olhar para frente e disse, "Eu quero que você coma meu cuzinho por que eu sou uma putinha safada".

Era o que ele precisava ouvir. O velho transformou-se em um trator, metendo com tudo, sem parar, socando, socando, cravando seu cacete até as bolas.

Como eu tinha finalmente aceitado que aquela seria minha rotina, consegui gozar e, com isso, apertei o que restava das preguinhas do meu cu e fiz o gordão gozar também.

Sem ter muito fôlego, o velho caiu sentado na primeira cadeira que encontrou, já com o cacete mole. Tirou a camisinha e mandou eu jogá-la na privada.

Voltei e me sentei na cadeira de frente para ele.

No relógio quase dava 8 horas.

Nos trocamos e ele abriu a loja.

Apesar da dorzinha persistente, a manhã foi bem tranquila. Vários conhecidos do seu Francisco apareceram o o parabenizaram pela contratação. Alguns me parabenizavam também. Apareceram algumas pessoas que eu conhecia, mas pouco falaram comigo. Aprendi bastante em apenas um dia de trabalho. Na hora do almoço, como era de costume da cidade, ele fechou a venda e fomos a um restaurante próximo. Eu comi em silêncio, ele não parava de falar com as garçonetes e com o dono do restaurante, rindo alto e falando como eu era prestativa.

Voltamos à venda e sentamos nas mesmas cadeiras de antes.

Ele olhou para o relógio e resmungou sobre ainda ter meia hora antes de abrir. Depois abriu o zíper da calça, tirou seu pau meia bomba e falou para mim, "Dá uma mamada no meu pau, Mirela. Tô precisando relaxar". Ajoelhei entre suas pernas, segurei na rola e beijei a glande afilada. A cada beijo ela se enrijecia mais até ficar no ponto para eu colocar a boca. Comecei a chupar, devagarzinho, dando uma leve girada na cabeça a cada vez que eu descia. Dessa vez ele nada falou, apenas gemia baixinho ou murmurava algo que eu não entendia. De vez em quando ele dava uma olhada para mim e sorria.

Ficou lá, largado na cadeira, com as mãos atrás da cabeça, como se fosse um rei e eu sua cadelinha pessoal.

Continuei a mamar seu pau até que ele afastou minhas mãos, segurou minha cabeça pelos dois lados e praticamente passou a se masturbar com minha boca. Sem aviso, seu leite começou a jorrar e inundar minha boquinha. Tentei me safar mas ele era mais forte e me segurou até dar-se por satisfeito. Parei de me debater e fui liberada. Na maior cara de pau, ele fechou o zíper e sorriu para mim, bocejando e fechando os olhos. "Cuida da loja que eu vou tirar uma pestana". Limpei minha boca no banheiro e retornei para abrir as portas novamente.

O período da tarde foi um pouco mais agitado, com algumas vendas a mais que de manhã, mas nada exagerado. Francisco poucas vezes me ajudou. Aproveitou até para sair da loja e me deixar sozinha por alguns minutos. As horas voaram que eu nem percebi. "Por hoje é só", ele disse enquanto abaixava as portas. Tirei o avental e entreguei para ele, já me dirigindo para a saída, mas ele segurou meu braço, "Calminha, Mirela, ainda temos que inspecionar o estoque", e assim ele me puxou até os fundos da venda que funcionava como seu depósito. Minha cabecinha poluída já pensava o pior, mas realmente fizemos uma contagem dos itens que estavam armazenados lá.

Eu já estava tão distraída com a contagem que nem me dei conta quando ele me puxou com tudo e me beijou a boca. Fui sendo arrastada com ele que caminhava para trás e acabou sentando em uma poltrona velha. Tirou as calças e colocou uma camisinha que estava no bolso da camisa. Abaixou minha calça e minha calcinha e puxou minha perna, me fazendo montar sobre ele, encaixando seu cacetão em minha xoxotinha e me fazendo pular. "Vai lá, putinha, pula gostoso que o velho aqui tá cansado". Fiquei subindo e descendo, sentindo o cacetão abrir caminho pela minha bucetinha pela segunda vez. Agora nem doeu. "Gostosinha, você, hein?", Elogiava e esfregava as mãos em meus peitos. Depois me puxou para si e passou a chupar meus mamilos enquanto suas mãos apertavam as polpinhas do meu bumbum, aumentando um pouco meu ritmo. "Meninas dedicadas vão para casa mais cedo", no entanto, eu não tinha muita vontade de ir embora, estava tão gostosinho sentir aquela rola me preenchendo daquela maneira que até me esqueci que eu tinha uma casa para voltar.

Fui para frente e deitei sobre seu corpo gordo e suado, colando meus peitinhos em seu peito cabeludo e roçando meus mamilos em uma nova textura. Minhas mãozinhas alisavam sua barba malfeita e nossos lábios se consumiam em um beijo molhado.

Acelerei meu quadril, "Isso é muito bom, seu Francisco. Muito gostosinho!", ele apertou meu bumbum, me dando uma forcinha no meu cavalgar e sussurrou em meu ouvido, "Você também é muito gostosinha, rapariga", parei de falar e segui gemendo e pulando, com nossos lábios roçando uns nos outros mas sem beijarem-se, apenas sentindo um ao outro. Apressei meu bumbum mais ainda e comecei a gemer forte quando o orgasmo tomou conta de meu corpo. "Isso, assim. Goza com meu cacete, goza. Vou fazer você gozar muitas outras vezes ainda". Passei a subir e descer irregularmente, devido o forte gozo, mas Francisco, empolgado por fazer um ninfetinha gozar, apertou meu rabo e o fez subir e descer e, para ajudar ainda mais, levantava o próprio quadril me comendo de baixo para cima, "Para, para!", mas ele não me dava ouvidos, "Não, não aguento mais!", tombei sobre seu ombro e fiquei babando em um êxtase que acabou comigo.

Finalmente ele parou e ficou apenas alisando meu bumbum, ainda com seu cacete a pulsar em minha xoxotinha. Ele esperou pacientemente eu me recuperar um pouco, "Agora levanta e vira de costas para mim, meu benzinho. Quero ver o rebolado da putinha", ordem dada, ordem obedecida. Francisco abriu as pernas e eu me ajeitei, de costas para ele, empinando bem meu rabo, encaixando sua lança na minha xotinha e fui descendo, deslizando no pau grosso. Segurei nos joelhos de velhote e comecei a rebolar como ele havia pedido. Fazia um grande círculo com meu quadril, praticamente tirando a rola para fora, mas sempre conseguindo deixar a cabecinha dentro. Mesmo já tendo gozado uma vez, meu tesão foi crescendo e meu gingado ficando cada vez mais exagerado. Além de girar eu já subia e descia bem empinadinha, dando umas olhadinhas para trás e rindo toda safada para meu gordinho. Porém, é como dizem, tudo o que é bom dura pouco e, mesmo eu tendo apenas 18 aninhos, ficar levantando e abaixando daquela maneira me cansou, por isso diminui a velocidade, "Vamos lá, putinha, se anima aí!", ele falava e bofeteava meu rabo, "Tô quase gozando com esse rebolado gostoso que você tem", o que me deu uma animada e decidi fazer um último esforço, mexendo meu bumbum com a maior velocidade que eu conseguia, praticamente dançando funk no colo do gordinho. "Que rabo, que rabo! Mexe essa bunda, putinha, mexe esse cuzão!".

Parecia que os dedos grossos de Francisco rasgariam minha bunda de tanta pressão que faziam. Soltando um "Aaaaaahhhh... Aaahh! Isso! Caralho!" e depois emudecendo, eu sabia que sua camisinha estava cheia. Ao soltar meu rabo, ele me agarrou, puxou contra ele e fiquei em seu colo, com meu corpo subindo e descendo junto com a respiração rápida e difícil de meu velhote ofegante. Seu cansaço me deu até preocupação, vai que ele tem um treco, como iria explicar um velho gordo e pelado morto, ainda bem que não passou de um pensamento pessimista, "Adorei, minha princesinha, adorei mesmo. Vamos ter muitos momentos como esse a partir de agora", e como ele estava certo.

Nos meses que se seguiram nossas fodas tornaram-se quase um ritual, trepávamos praticamente todos os dia. Na bucetinha, no cuzinho, as vezes apenas uma chupetinha rápida. Tudo dependia do humor e do tempo que ele teria a sós comigo. Era raro passarmos um dia sem uma foda e de vez em quando ele conseguia me comer duas vezes no mesmo dia, principalmente às segundas-feiras, já que descansávamos aos domingos. 3 fodas em um único dia só foi possível em meu primeiro dia de trabalho onde sua excitação estava à flor da pele.

Mas ele não era o único a ter desejos. Eu mesma cheguei a dar um pulinho em sua casa em um feriado que tinha caído em uma segunda-feira e estava por demais excitadinha para esperar mais um dia. Acho que pela visita inesperada, ele acabou por se empolgar e me comeu sem camisinha. Apenas por trás, mas já tomou gosto pela coisa, "É bom sentir assim, pele com pele".

Não sei como ninguém desconfiou de nada. Na verdade, houve uma pessoa que desconfiou, mas fica para o próximo conto.

https://www.casadoscontos.com.br/texto/201801104

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