Fim de semana na casa de praia

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Férias no fim de semana

Férias de fim de janeiro enfim chegou... Nos preparamos para um fim de semana na nossa casa de praia no litoral sul de Alagoas, local das praias mais bonitas do Nordeste Brasileiro, eu de férias integral e minha esposa com uma licença para a sexta-feira e a segunda-feira. Tudo organizado, Eu, minha esposa, e Letícia, nossa filha adotiva. Depois dos nossos filhos crescerem, resolvemos adotar uma criança, e foi assim que Letícia veio à nossas vidas, uma menina negra, muito doce e muito amada por todos nós, Letícia hoje está com 16 anos e é nossa bebezinha ( ela não gosta de ser tratada assim).

Como estou de férias, na quinta feira organizei todas as coisas para o fim de semana, com a ajuda integral de Letícia, já que Esther, minha esposa estava trabalhando, para que na sexta feira não perdêssemos tempo, queríamos sair cedinho. Quando Esther chegou a noite do seu trabalho veio a notícia que não esperávamos, ela foi requisitada pra trabalhar o fim de semana, já que aconteceu um problema sério no setor que ela trabalha e ela devia ficar pra colaborar em sua resolução. Desistimos da viagem, foi quando ela falou que não, que nós devíamos ir sim, eu e Letícia, já que estávamos ociosos por conta das férias de longos 30 dias e não era justo ficarmos, já que Letícia queria tanto reavivar aquelas marquinhas de bronzeamento que tanto as jovens gosta, retruquei, mas fui convencido pelas duas, e eu sem argumento algum, cedi. Pegamos a estrada, eu e Letícia, que como maioria dos jovens foi logo pegando seu fone de ouvido e se isolando de mim, imaginei quão seria chato aquele fim de semana com ela isolada de mim, mas, para o bem dela não medi esforços. Pai fazem quase tudo pelos filhos.

Chegamos enfim, depois de 100 km de estrada à nossa casa de praia, que já havia pedido pra a senhora que cuida dela dar uma geral, estava bem limpa, quartos arrumados, cozinha impecável, piscina limpa(verifiquei tudo, sou muito chato com isso). Mal entramos em casa, eu ainda tirando as coisas do carro, Letícia me fala lá do quarto:

- Painho (ela me chama assim) me ajuda aqui amarrar meu biquíni, vou na praia logo.

Pensei comigo, "que saco, nem bem chegamos e já vou ser babá, nem me ajuda".

Chegando no quarto que estava de porta aberta, me deparei com uma Letícia que eu não conhecia, como ela havia crescido, dentro daquele biquíni minúsculo, que mal escondia suas intimidades, rsrsrsrs. Ela com a parte de cima do biquíni colocada sobre seus seios veio pra mim, pra que eu amarrasse, quando amarrei Letícia se vira pra mim e me dá um beijo na face, a olhei de cima baixo, não deixei de notar uma protuberância no seu biquíni, nossa como essa menina cresceu, também percebi seus seios naquele biquíni do estilo cortina (só depois soube que esse era o nome), assanhadinho como quem tá com frio, mas não era frio, estávamos no nordeste do Brasil.

- Painho, vou à praia e volto já, quero curtir também nossa piscina que parece tá deliciosa.

- Cuidado filha, vou tirar o restante das coisas do carro, venha logo pra irmos almoçar.

- Tá bom painho. E mais um beijo, agora no nariz, Letícia sempre foi muito carinhosa e dengosa.

Terminei de tirar as coisas do carro e colocar cada coisa em seu lugar e decidi também ir à praia, tirei aquela bermuda que estava e fui colocar um short, quando vesti o short me veio aquela imagem de Letícia que descrevi acima, nunca tinha visto minha filha daquela forma, e incontrolável senti meu membro se avolumando dentro do short, me repreendi na hora, não posso pensar isso, ela é minha filha. Saí da casa e fui à praia de longe avistei a Letícia tomando sol e me direcionei até onde ela estava, quando ela me viu levantou e saiu correndo ao meu encontro, também corri ao seu encontro, quando a vi cair bem próximo a mim, havia pisado de mal jeito na areia e torcido o pé, mesmo que de leve (ainda bem), tomei ela nos braços, ela chorando, coloquei-a na areia e fui olhar seu pé, nada muito sério, mas como ela é dengosa... Há painho, não consigo andar, me leva no colo, quando peguei ela no colo, sem querer seu peito veio de encontro à minha boca, e ela havia puxado bem a cortina pra bronzear bem, senti a maciez daquela pele negra no meu rosto, saí com ela até em casa, quando a fui colocar na cama ela falou:

- Não painho, estou cheia de areia, me leva no banheiro e me dá um banho pra tirar essa areia.

- Mas filha, eu não posso.

- Pode sim, nada demais, você é meu pai.

Levei-a ao banheiro e quis pegar um banquinho pra ela sentar, ela não quis:

- Não painho, você me segura.

Liguei o chuveiro e coloquei-a no banho.

- Painho me ajuda, tira a parte de cima do meu biquíni.

Quando desamarrei ela deixou cair e me deparei com aqueles dois morrinhos negros enrijecidos, cena espetacular que me deixou sem ação, percebi meu pênis crescendo dentro daquele short que não era tão grande, fiquei sem ação.

- Painho, pega meu sabonete ali na minha mochila.

Quando cheguei com o sabonete ela havia tirado a parte de baixo do biquíni e me deparei com aquela cena estupenda. Letícia encostada na parede do banheiro, toda nua com um sorriso maroto nos lábios.

- Vem painho, me ajuda aqui a me ensaboar, não me deixe sozinha senão eu posso cair e piorar meu pé.

Hesitei por alguns instantes, mas fui, entreguei o sabonete pra ela e ela não aceitou, disse que era pra eu a ensaboar por completo, comecei meio trêmulo, passei de início em suas costas, Letícia puxou minha mão para seus seios, senti nas mãos aqueles peitos de minha filha, durinhos, macios, pude sentir um leve gemido de minha filha. quando de repente ela se virou sobre o pé que estava bom e esfregou sua bundinha durinha em mim, àquela altura eu já estava excitado demais, meu pênis estava duro como pedra e Letícia se esfregou ainda mais.

- Nossa painho como você tá, legal viu.

Ao falar assim ela pegou minha mão e desceu até sua xoxota, senti, aquele montinho que antes tinha me dado aquela visão interessante, alí na minha mão, quentinha, molhada, não somente pela água do chuveiro, mas também pelo seu suco vaginal. Eu já não me aguentava mais de tesão, ensaboei a minha filha, sem esconder o meu tesão, não havia como esconder, meu pênis pulsando dentro daquele short, quando senti a mão de minha filha pegar minha pica dura e tirar daquele short.

- Nossa painho, que delicia, você nem sabe o quando eu ficava curiando pela fechadura da porta, quando você saia do banheiro, e quando você estava fudendo com mainha, e eu queria pra mim.

- Mas filha...

- termina meu banho painho e me seca e me leva pra cama, meu pé tá doendo aqui em pé.

Terminei de ensaboar Letícia, e como eu também já estava molhando acabei de me molhar, peguei a toalha e enrolei a minha filha e a levei até a cama, quando a deitei na cama e eu também estava nu, Letícia pegou minha pica, e quando dei por mim ela já estava colocando minha pica dura na boca, delirei, com aqueles lábios grossos envolvendo a glande de minha pica, Letícia abriu bem a boca e a vi ela engolindo cada centímetro de minha pica, Letícia gemia devagar e sugava minha pica com sofreguidão, hesitei mais uma vez e quis retribuir aquela carícia tão delirante, olhei aquela bucetinha da Letícia, nossa, aquela buceta típica das negras, àquela cor ímpar, àquele tom de pele lindo, percebi que estava bastante molhada, aproximei, enquanto isso minha filha me chupava deliciosamente, me deitei ao seu lado, e fui abrindo aquela bucetinha, vi aquela cor rósea da parte de dentro, não resisti e meti a língua, senti minha filha estremecer de tesão e continuei a chupar sua bucetinha linda, subi agora até seu grelinho, já estava bem durinho de tesão, parei alí, suguei com sofreguidão, estava me excitando ainda mais aquela buceta deliciosa, fazíamos alí um 69 delicioso e já não havia mais pudor nenhum entre a minha linda filha Letícia e eu, éramos dois amantes se entregando ao prazer do desejo. Letícia me sugava ainda mais forte e eu retribuía com toda tesão que sentia naquele momento, percebi que ia gozar e falei pra ela parar, coisa que ela retrucou:

- Nunca painho, quero seu leitinho quente na minha boca.

Pensei:

- "como minha filha tão jovem sabe todas essas coisas, será que ela não é mais virgem? Ela já praticou tudo isso?"

Desisti de pensar e me voltei a chupar aquele grelo de minha pequena filha que estava delicioso. Não consegui segurar, explodi um gozo enorme na boca de minha filha, quando senti que também ela gozava em minha língua. Nossaaaaaa, que delicia, minha filha alí mamando minha pica e eu sugando seu gozo. Parei de sugar seu grelo, quando a olhei, pensando que ela estava toda melecada de minha gala, me surpreendi, ela estava limpinha, havia engolido cada gota (como sou vasectomizado, minha quantidade de esperma diminuiu, não sei se acontece com todos que fizeram essa cirurgia) ela me olhou com uma cara bem dengosa e me falou:

- Painho, mete essa pica gostosa em minha bucetinha, ela tá te querendo painho, mete vai.

- Mas filha, você é minha filha, e deve ser virgem ainda.

Ela deu uma gargalhada e me falou com a cara mais cínica que já vi:

- Faz muitos dias painho que deixei de ser virgem, deixa isso pra lá, depois te conto como foi, agora quero você dentro de mim.

Hesitei por um instante, até que Letícia me puxou para ela , cai em cima dela e ela mesma já foi pegando minha pica que estava bem dura e colocando em sua bucetinha, senti o quanto era apertadinha, deu um certo trabalho pra entrar, fui forçando devagar, não queria machucar minha filha, ouvi ela gemendo cada vez mais forte, e sussurrando alguma coisa que eu não conseguia entender, até que ela consegui quase que gritar:

- Mete essa pica em sua filhinha painho, mete com força, eu aguento, mete painho, aiiiiiiiiiiiiiii, hummmmmmmmmmmm, delicia painho , me fode gostoso, fode, fode, fode sua filhinha, me faz tua putinha.

Aquilo me deixou ainda mais excitado e fui metendo com mais tesão ainda em minha filha, ela gemia intensamente, coisa que eu também fazia, e mais uma vez, agora metendo a pica com mais força em minha filha, senti que ia encher sua bucetinha de gala, avisei pra ela, ela pediu pra eu segurar um pouco que ela também queria gozar comigo, tentei, mas não consegui segurar por muito tempo, esporrei, gozei como um cavalo dentro de minha filha, quando ela sentiu o jato de gala dentro de sua bucetinha, ouvi ela dar um gritinho ainda mais alto.

- Haaaaaaaaaaaaaa painho. fodeeeeeeee.

Gozamos juntos, cai de lado exausto, afinal não sou tão jovem como minha filha, ela me olha e diz:

- Obrigado painho, sempre quis ser sua desse jeito, me dá banho outra vez. Painho, mais tarde quero que me leve pra tomar banho na piscina. rsrsrsr

Percebi alí suas segundas intenções, rsrsrsr, quem sabe isso renda uma nova história, um novo conto?

https://www.casadoscontos.com.br/texto/20180765

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