Eu, minha esposa e meu amigo da adolescência 19

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Acordamos por volta das 10h do domingo e meus pais não estavam em casa. Provavelmente foram dar uma volta no calçadão da praia. Liguei pro Beto para convidar ele e Fabi para almoçarmos juntos mais tarde. Beto disse que já tinha levado a Fabi embora. Estranhei por que era cedo ainda, e ele disse que teve um probleminha com a mãe dele.

Explicando um pouco para os leitores sobre a mãe do Roberto, ela era separada do pai dele a bastante tempo. Sempre me tratou bem, mas ela é meio dura com as palavras, sem se importar se vai ofender, e as vezes sem ter certeza se o que vai dizer é verdade. Acho que por conviver tanto com a mãe e perceber que este comportamento não leva a nada, é que o Beto sempre foi uma pessoa oposta, alegre e simpático.

Falei pra ele que estávamos sós em casa e se ele quisesse descer (pro meu apartamento), a gente bateria um papo. Como meus pais poderiam chegar a qualquer momento, a Pat colocou uma roupinha mais comportada. Beto chegou, nos cumprimentamos e ele sentou no sofá de 2 lugares, e eu e Pat no chese de 3 lugares, sendo que a Pat ficou sentada na cabeceira próxima ao beto, com as pernas jogadas pro meu lado, e eu estava na cabeceira de cá, e dentre outras conversas de futebol etc, perguntei a ele o que tinha acontecido.

>"ahh, cara, sempre minha mãe né? ela falou umas gracinhas que a Fabi não gostou..."

Mal Beto começou a explicar, e Pat o chamou pra sentar conosco, mas o único espaço que tinha pra ele era o meio do sofá.

--“senta aqui comigo. Vou te fazer cafuné”

Lembrando que na nossa vida P&B Patrícia já fazia cafuné no Beto as vezes, mas era algo bem de irmãos, mas agora era diferente. Beto sorriu, olhou pra mim e sorri também. Pat abriu as pernas e puxou ele pro meio dela. Ele ficou quase deitado de costas, com a cabeça entre os seios dela e virado pra mim. Eu alertei aos dois: -"se a porta do elevador fizer barulho você corre pro outro sofá".

Ele concordou acenando com a cabeça, e Pat ficou fazendo carinho nos cabelos dele enquanto ele relatava:

>"quando a gente chegou em casa ontem fomos transar. Nós dois estávamos num tesão danado por conta da transa aqui, e como minha mãe tava no quarto dela fechado, acho que acabamos falando alto e fazendo barulho demais. caiu gozo no lençol, daí a Fabi foi pro banheiro, eu fui pro tanque lavar o lençol, e de repente a luz da cozinha acendeu.

Eu já tava rindo da merda que ia dar. Ele também tava contando e rindo, e continuou:

>"Eu tava pelado na área de serviço e Fabi tava no banho. Me enrolei no lençol e minha mãe veio, perguntou o que eu tava fazendo ali, e eu não tinha explicação pra dar, daí ela começou a resmungar, que a gente não precisa acordar o prédio todo quando estiver transando e tal, e falou mais umas coisas. A Fabi ouviu e foi pro quarto chateada. De manhã minha mãe falou mais umas abobrinhas quando eu e Fabi estávamos na cozinha, a Fabi levantou da cadeira, fechou a cara e foi pro quarto, e pediu pra ir embora. Elas nem se despediram. Quando tava levando a Fabi pra casa, ela começou a reclamar da minha mãe, com razão, mas exagerou, daí acabamos discutindo também, mas tá de boa, depois me acerto com ela".

--"tadinho. Sua mãe é durona mesmo", e foi com a mão fazer carinho no peito dele, colocando a mão por dentro da camisa.

Daí variamos os assuntos, falamos sobre os nossos pais, filosofamos sobre comportamento, dei bastante corda enquanto a Pat fazia carinho nele, e ele passava as mãos nas pernas dela. Pat então puxou o Beto mais pra cima, e os dois ficaram na mesma altura. Agora os carinhos incluíam beijinhos na nuca. Beto tentava conversar com normalidade, mas o volume na bermuda dele acusava o tesão. Pat passava a mão colocando os dedos um pouco por dentro da bermuda. Beto colocou a mão sobre a bermuda pra ajeitar o pau na cueca. Pat falou:

--“como é que você vai disfarçar isso aí se os pais do Julio chegarem?”

>”tá vendo, Julio. Ela fica me atentando e depois a culpa é minha”.

-“isso é problema de vocês. Se virem pra explicar pra eles”.

Amigos, meus pais são muito tranquilos. Se chegassem, bastaria o Beto sentar no meio do sofá, eles falariam um “bom dia pessoal”, dariam um sorriso e iriam cuidar da vida deles. Pat estava a vontade com o Beto, do jeito que ela gosta, de provocar, sensualizar, e eu tava de boa ali. O papo correu inevitavelmente pro sexo.

--“Fabi falou alguma coisa sobre ontem a noite?”

>”ela adorou, falou que você tava uma delícia”.

--“nunca imaginei que gozaria com uma mulher. Foi delicioso”.

>”ela tem uma boca muito gostosa mesmo. Julio pode confirmar, né Julio?” e riu pra mim.

--“Julio me falou que ela chupa diferente de mim. Quero aprender a técnica dela rsrs”

Beto começou um “ahh mas...”, e olhou pra mim e perguntou:

>”posso falar, Julio?”

-“pode, claro, diz aí”.

>”então, Pat, você chupa muito gostoso também. Só de lembrar meu pau já ta pulando na cueca”.

--“que bom que você gosta. Eu acho que não te chupo bem por que seu pau mal cabe na minha boca”.

E o meu pau mal tava cabendo no short ouvindo esse papo. Beto já alisava o pau sobre a bermuda, e falou:

>“ter pau grande tem suas desvantagens. Lembra Julio da garota que não quis me dar no carnaval?”

-“lembro. Ela mal entrou na barraca e saiu e foi embora. Podia ter dado pra mim pra não perder a viagem”, e rimos.

--“ela podia ter pelo menos te chupado né? Você tem um pau gostoso”, e enfiou a mão mais pra dentro da bermuda, encostando no pau dele.

Ele jogou o corpo ainda mais pra cima e pediu:

>”ajeita meu pau na cueca, Pat. A bermuda ta apertando ele”.

Pat meteu a mão mais pra dentro da bermuda e pegou o pau dele trazendo pra cima. A cabeça saiu da bermuda, e ela abriu o fecho e o velcro, colocando o pau dele dentro da cueca. Ela Olhou pra mim e eu fiz expressão de incentivo para ela continuar a vontade. Pat perguntou:

--“dá tempo de você fechar se os pais do Julio chegarem?”

>”dá sim. Eu fecho rapidinho e sento no outro sofá”.

A cueca do Julio ficava estufada. Pat abraçava o Julio com carinho, e passava as duas mãos sobre o peito, barriga, e agora a mão ora passava por cima da cueca sentindo o volume do pau, ora entrava na cueca, e fazia carinho na extensão do pau, e continuou a conversa:

--“Beto, você mordeu meu peito ontem, lembra. Doeu tá?”

>”eu não resisti, tava tão lindo que exagerei”, e virou a mão pra trás passando no peito dela.

--“eu falei com o Julio que você vai ter que dar muitos beijinhos pra compensar”.

>”pode ser agora?”, sorrindo.

--“bem que eu queria, mas se os sogros chegarem não dá pra ajeitar o sutiã”.

>”tira ele então”.

--“peraí então que vou colocar outra blusa”, e foi pro quarto.

Eu tava com muito tesão pelo papo dos dois, e estava tranquilo, deixando rolar. Beto me perguntou:

>”e aí, tudo tranquilo?”

Eu deixei ele mais a vontade do que já estava:

-“sim, a Pat tava querendo te dar uns amassos rsrs”.

>”cara, me desculpa mas a Pat sabe excitar a gente. Meu pau ta explodindo”, e tirou o pau da cueca. A cabeça parecia inchada, e ficou passando a mão. Pat chegou com uma blusa mais grossa, que disfarça o uso ou não do sutiã e viu aquele pau pra fora.

--“que delicia, Beto. Pra quem é isso tudo?”

>”ele ta pensando em você”.

Pat falou pra mim:

--“que amigo exibido que você tem, amor. Liga pros seus pais. Dá uma desculpa pra ver onde eles estão...”

Sim, claro. Fui pegar o telefone fixo pra ligar pra eles, por que naquela época ligação de celular pra celular era um absurdo. Enquanto isso os dois ficaram no sofá abraçados, fazendo carinho, ela passando a mão no pau dele. Meu pai atendeu e perguntei se ele ia almoçar em restaurante, pra trazer marmita pra mim e Pat, mas ele disse que estava na casa da minha tia e iriam almoçar lá, e me convidou pra almoçar lá também. Recusei, claro, e nos despedimos.

É, amigos, agora eu ia dar a notícia, e já sabia o que iria acontecer. Os dois abraçados, olhando pra mim, Beto com o pau fora da bermuda e a mão por dentro da blusa da Pat, falei:

-“eles foram na casa da minha tia, mas já estão chegando aqui no condomínio”.

Carinha de decepção dos dois. A Pat agarrou o Beto, deu um selinho com pressão nele rindo, e já ia levantar, acho que pra trocar a blusa de novo, daí falei:

-“brincadeira. Eles estão na casa da minha tia e vão almoçar por lá”.

--“sério, Julio?”

-“sim”, falei rindo e pensando no que iria acontecer.

https://www.casadoscontos.com.br/texto/201807139

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