Minha décima primeira com negão

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Olá meus amores!

Olha eu aqui de novo com mais uma história picante pra vcs.

Só pra relembrar a todos, me chamo Patrícia, tenho 19 anos, pele clara com cabelo comprido bem preto. Pouco seio mais um corpo cada vez maior que a academia tem me dado. Sou vaidosa e sempre no salão cuidando dos cabelos, unhas (principalmente dos pezinhos) e descoloro os pelinhos das coxas e bumbum. Chamo muito a atenção dos homens. Pra quem acompanhou meus contos anteriores, passei a ter um vicio enorme por paus pretos, não importa a idade, homem negro sempre me atrai, e se puder, faço de tudo pra dar e tmb tenho umas amigas que já fizeram umas loucuras cmg.

Um dia saindo da academia, Fernandinha (vide conto 10), me encontra na porta e diz:

- Patty! Adorei aquele dia com a tia na tua casa, quando vamos de novo?

- E teu namorado mocinha?

- Aaah! Com o Luiz não dá ele é forte e bonito mas o pau, minhoquinha! To dando até a bundinha pra ele mas não consigo mais gozar com ele.

- Rsrsrs! Entao, marcamos quando vcs quiserem ué!

- A tia não tá, viajou com o tio Henrique, só volta semana que vem!

Me lembro então daquela rola descomunal daquele Sr. da reciclagem e falei pra ela:

- Tenho um contato de um negão que já transei lá em casa, te levo na casa dele cmg. Mas já te aviso, não é novinho e muito menos bonito.

- Ahh! Patty, só preciso de uma rola que me faça gozar! Foda-se!

- Kkk! Então tá, coloca a roupa mais sexy que tu tiver e as 8 passo na tua casa.

- Beleza!

Ela vai embora e penso comigo “essa mimada e malcriada tá ficando uma puta de primeira”.

Fernanda tinha 18 anos, sobrinha da minha amiga Carla, só estudava e ia pra academia, já malhava há mais tempo que eu e só não era maior pq ela era preguiçosa, mas levava a dieta à risca e era super gostosa.

Vou pra casa, espero chegar perto da hora tomo um banho e vou decidir o que vestir. Penso que pra um cara simples que às vezes pede pra sobreviver, seria ótimo ter uma fantasia sexual. Visto uma meia arrastão preta que eu adorava. Ia do tornozelo até a metade da coxa com renda nas duas pontas. Uma mini saia jeans bem curta que quase dava pra ver o final da meia, um top de renda branco e um salto aberto pra deixar meu pezinho com esmalte preto bem vistoso. Eu adorava me olhar no espelho com meus looks pré rola e pensei: “Nossa! Hj eu me superei, to igual acompanhante chique, só não cobro quinhentos reais pra transar, faço por prazer”.

Pego o endereço do cara no meu caderno, vou pro carro, passo na casa da Fe, e chamo ela por mensagem pros pais dela não me verem com aquela roupa. Ela vem caminhando pro carro já puxando o vestido pra baixo porque era super curto e colado de manga longa, e salto fechado só aparecendo as pontinhas dos dedos do pé. Ela entrou no carro e eu disse:

- Amiga! Tu quer fazer homem gozar só de te olhar né?

- Se ele tiver com o pau apontado pra minha boca, pode gozar litros, tomo tudo!

- Uaaalll! Tu tá mais piranha que eu e tua tia juntas! Rsrs. Tu vai amar aquela rola. Vamos?

- Bora!

Coloquei o endereço no gps e saimos, torcendo pra ele estar em casa pq não tinha telefone, só o endereço mesmo.

Era um bairro modesto mas não era violento, e super calmo.

Chego no lugar e era uma casa de madeira, simples mas bem cuidada. Saio do carro meio que com vergonha pq minha roupa dizia: “me coma agora”, bato palmas, e o tio aparece, sem camisa e com um calção de futebol. longe já observo aquela rola monstruosa balançando no calção, louca pra saltar, e minha boca já responde com uma mordida de lábios, louca pra mamar. Sorrindo ele chega dizendo:

- Não é que minha princesinha caridosa veio mesmo?

- Sim, é claro! E sua putinha de luxo chegou dessa vez acompanhada.

Puxei a Fernanda do carro e quando ele viu ficou pasmo e disse:

- Nossa! Duas gostosas dessas eu não aguento! Ainda bem que meus irmãos estão aqui pra dividir.

Olha pra Fernanda e digo sussurrando no ouvido dela:

- hoje é teu dia de sorte!

Ele nos convida pra entrar e quando chegamos na porta vemos uma sala com poucos móveis e dois homens negros tmb sem camisa e short num sofá velho e rasgado, tomando cerveja e cachaça, assistindo futebol na tv. Quando nos veem eles ficam pasmos sem acreditar no que viam. Um deles era mais fortinho tinha quase a mesma idade do tio que eu dei meu “lanche”, uns 40 anos, e o outro era mais velho, bem magro e grisalho, devia ter uns 50. Eles já pareciam estar alegrinhos com a bebida e um deles fala:

- Caralho Ze! Tu não tava de história quando disse que comeu uma moreninha novinha gostosa.

- Então! Tá vendo falador? E hj tem mais uma de brinde. Olha essa outra loirinha gostosa.

Ao nos ver super gostosa e naquelas roupas minúsculas, observo que aqueles calções aumentaram de tamanho. Mordo os lábios, pisco pra Fernanda e digo:

- Vamos animar essa festinha?

Ela sorri pra mim e vamos caminhando até os os dois sentados! Eu vou no mais velho, e ela no fortinho, nos ajoelhamos na frente dos dois, e Fernandinha vai imitando meus movimentos, passo minhas mãos delicadas nas pernas negras daquele macho, aproximo meu rosto até o pau por cima do short e sinto um leve cheio de suor e xixi, o mais incrível que minha buceta melou com aquele cheiro. Dei uma mordida por cima fazendo ele gemer:

- Ahh! Caralho! Chupa minha rola safada!

Tiro o calção dele e agarro firme naquela rola de 18 centímetros lisa e levemente curvada pra baixo com a cabeça esbranquiçada pela idade. Lambo de cima a baixo que nem um sorvete, venho com a língua da base até a ponta pela lateral do pau e soco na boca, chupo e punheto feito louca tava tão gosto que esqueci da Fernanda, pro lado e ela tá pelada só de salto, agachada com a bucetinha rosa rente ao chão mamando nos paus dos outros dois. Ela já tava profi na arte de chupar rola preta. Viro pra frente, levo meus cabelos pra trás, pego uma mão do velho, levo pra minha cabeca pra ele segurar, me abaixo de frente pro pau e falo:

- Fode minha boca com essa rola gostosa!

Eu coloco minha mãos na perna dele, ele colocas as duas na minha cabeça e começa a meter na minha boca.

- É isso que tu quer vagabunda? Entao engole minha rola!

- Chupa meu pau vadia!

A cada dia e a cada transa, eu estava gostando mais daquele tratamento e daqueles xingamentos dos negros. Se o preço do prazer que eu sentia era se submeter àquilo, então estava mais que conformada que no sexo eu era uma puta de verdade.

Tiro aquela pau enorme da boca, dou uma punhetada com uma cuspida e subo em cima dele, minha buceta tava pegando fogo. Olho pro lado e a Fernanda tava sentando numa rola, e gemendo de boca cheia com a outra cravada na garganta. (Garota esperta). Me viro pro meu macho, acerto o pau na entrada da minha xana e começo a cavalgar, com as mãos dele cravadas na bunda, ele dá um tapa que chega a arder:

- Senta novinha puta! Sente nessa rola!

- Enfia tudo nessa buceta gostosa

- Tá gostando desse pau? Tá?

Eu só sussurrava gemendo “uhum, uhum”.

Nisso sinto o fortinho passando a mão na minha bunda e nas minhas coxas. Dou uma olhadinha pra trás e vejo ele admirando minha bunda punhetando o pau e apreciando o irmão invadir minha buceta. Ele me olha nos olhos e eu digo bem baixinho com carinha de pidona:

- Mete no meu cuzinho mete!

Ele sem cerimônia, bate com pau na entrada e soca. Dava estocadas fortes e tirava, me levando à loucura, perdi as contas de quantas vezes gozei. Ouço uns gritos de “aí, ai” da Fernanda e olho pro lado de novo, ela tava de quatro com o tio segurando ela pelo cabelo levando a cabeça dela pra trás, socando forte aquela rola monstruosa dele no cu dela.

- Toma no rabo loirinha!

- Não era isso que tu queria vindo aqui? Rola no cu?

- Então toma sua vagabunda!

Depois de varias minutos ali sendo preenchida por duas rolas deliciosas, ouço um gemido alto do tio comendo a Fernanda e vejo ele vindo em minha direção com o pau gozado, já abro bem minha boquinha pra abocar aquele mastro deliciosa, com gosto do cuzinho da Fernanda e da porra saborosa dele. Aquele três paus preenchendo todos os meus buracos me deu tanto tesao que gozei mais intensamente, meu corpo tremeu levando os dois a loucura. Eles gemem alto e gozam juntos e sinto a porra quente dos dois invadindo meu cu e minha buceta. O tio tira do meu cuzinho bem devagar e sinto escorrer em direção a minha buceta e ao pau do velho. Olho pra trás e a Fernanda abocanha e mama todo aquele pau gozado, ela termina de chupar, olha pra mim e diz:

- Quero mais!

Saio de cima bem devagar, despejando todo aquele leite de dentro da minha buceta pro pau dele. Era tanto que aquilo parecia um sundae de porra, nos ajoelhamos as duas e mamamos a rola do velho pra finalizar aquela transa incrível.

Nos vestimos e eles permanecem ali, exaustos segurando os paus e o mais velho então diz:

- Mocinhas! Vcs estão de parabéns! Bonitas, novas, gostosas e piranhas. Vamos querer mais.

Dou um sorriso, pego a Fernanda pelo braço e damos mais uma chupada nos paus moles deles e digo:

- Nós que agradecemos por essa rolas deliciosas que vcs tem. E tmb vamos querer mais. Bjo.

Espero que tenham gostado lindos.

https://www.casadoscontos.com.br/texto/201807348

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