Nunca vou esquecer

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Sou Carol. Tenho 40 anos. Baixinha. Tipo GG, peituda, cabelos pretos, olhos puxados e boca pequena. Não sou nenhuma maravilha. Mas nunca fico solteira por muito tempo. Isso quer dizer que não sou de se jogar fora não é?

Então. Hoje vou contar como conheci o homem mais apaixonante...

Em Abril de 2016, combinei com a minha irmã de irmos para a Festa Flashback que acontece na cidade que passamos grande parte da nossa infância. Eu até tinha desistido de ir, porque neste mesmo mês perdi meu avô. Mas como já estava tudo combinado resolvi ir. Eu disse a ela que era a última. Porque eu pretendia voltar pra minha igreja e entrar em comunhão. Sussegar. Disse que naquela noite eu queria só dançar, beber até cair.

Fomos pra casa de uma tia nossa, nos arrumamos e fomos para a Festa que aconteceu no Clube que íamos na nossa adolescência. Muitas e boas lembranças tínhamos de lá.

Naquele dia preferi usar um vestido preto com um estilo leve, na altura dos joelhos, com saia meio rodada, decote redondo provocante mas não vulgar. Meus cabelos são longos e os usava solto. Sapatilha, pois queria dançar. Adoro dançar.

Como já era de se esperar, não deu muita gente. Umas 20 pessoas ou menos. Já conhecia a maioria das pessoas que costumava ir, mas naquele dia percebi umas carinhas diferentes.

Prestei mais atenção em um rapaz acompanhado de duas mulheres. Ele não era muito alto, mas é mais alto que eu. Magro elegante, charmoso. Estava vestido como se tivesse vindo direto do trabalho. Camisa branca, calça preta e sapato social. Dançava até bonitinho. As duas mulheres começaram a interagir com a gente, dançando junto. Fiquei na minha porque aquele dia eu ia ficar sozinha.

Depois de uma sequência de músicas mais agitadas, eu saí, me encostando na grade da entrada do salão e fiquei sentindo o vento fresco dá noite e fumando meu cigarro. Quando me virei percebi que o rapaz vinha em minha direção. Ele se aproximou e sorriu. Fiquei hipnotizada naquele sorriso. Perguntou se eu não podia ensinar ele a dançar. Eu demorei a responder porque fiquei olhando pra aquela boca. Que boca. Aquele jeitinho de morder o lábio inferior sempre que termina uma frase e espera uma resposta. Ate hoje me prende. E os olhos. Nossa. Fiquei encantada pela força daqueles olhos. O que respondi? Eu não me lembro. Só me lembro que ele pediu o meu zap e eu dei. Ele entrou para levar as cervejas. Minutos depois ele mandou mensagem. Ali mesmo na festa. Léo.

Voltei ao balcão para comprar cerveja e ele foi pra perto de mim e ficamos conversando. A noite foi passando. A festa acabando. As pessoas indo embora e por fim resolvemos ir também. Ofereci carona pra ele já que ele morava na mesma direção, deixei minha irmã na minha tia e disse que já voltava. Eram aproximadamente 4h da manhã. Seguimos eu e ele para onde ele morava e no caminho me bateu uma insegurança. Eu e um estranho indo pra algum lugar que eu nem sei onde ficava. Louca. Ele disse: Entra nessa rua até o final faz o retorno, eu moro aqui. Parei bem antes, atrás de um caminhão, porque caí na real. E se tem alguém esperando por ele?

Eu disse: Será que vou saber voltar? Conversamos coisas que não me lembro mais. Mas lembro do beijo que ele me deu. Sabe aquele beijo que você fica torcendo pra nunca acabar? Que beijo... Nunca ninguém me beijou assim. Nunca mais. Aquele beijo que voce implora mais um.

Me tirou o fôlego. Esquentou dentro daquele carro. Embassando tudo. E eu disse: Vou embora. E ouvi ele dizendo com aquela voz rouca no meu ouvido: Vai não Nega. Me derreti.

Pensei comigo. Esse homem vai me arrasar.

Liguei o ar do carro porque o calor estava insuportável ali. Tudo em mim pegava fogo. Ele tirou a camisa. Toquei o peito nu, desci as mãos pela barriga lisa, sentindo logo abaixo aquela piroca dura dentro das calças.

Ele me beijava, me apertava, tocava meus seios. Eu sinto muito tesão nos seios. Colocou a mão por dentro do decote, segurou o seio e beijou, lambeu... Voltou a me beijar e falou: Você não vai me esquecer amanhã não né Nega? Eu respondi. Nao vou. E o abracei, senti aquele cheiro de homem. Só ele cheira assim. Ainda sinto o cheiro dele.

Eu percebi que ele tinha tatuagens. Mas me chamou atenção a tatuagem enorme que começava abaixo do peito descendo pela barriga. Acendi a luz e o que vi me deixou assustada. Ele tem um Zé Pilintra tatuado. Me arrepiei. Ao mesmo tempo era assustador e lindo. A religião dele totalmente contrário a minha. E agora?

Ainda há tempo pra fugir. Pensei. Mas queria mais um pouco. Queria mais daquele beijo. Aquele cheiro. E sentir o gosto dele. Tudo que eu queria era aquela piroca na minha boca. E foi o que eu fiz... Abri a calça dele, eu tremia e quando vi aquela piroca tão linda, cheirosa eu não resisti. Lambi a cabeça macia, chupei, fui lambendo da base até a cabeça. Coloquei o saco todo na boca e depois voltei mamando, com vontade, com força, uma delicia. Que delícia. Ele gemia rouco. Me puchou pelo cabelo e me beijou a boca me olhando nos olhos disse mais uma vez. Amanhã você não vai me esquecer, vai Nega? Eu dizia: Nunca.

Ele enfiou a mão por baixo do meu vestido e tocou minha buceta que já estava toda molhada e quando eu percebi o que ele ia fazer eu disse. Você está louco? Aqui não. Ele disse. Quero chupar sua buceta. Desde a hora que eu ti vi que eu quis fazer isso. E enfiou a mão embaixo do banco do motorista e empurrou pra trás e deitou o banco. Eu não acreditei que aquilo estava acontecendo. Quando dei por mim eu estava com as costas apoiada na porta do motorista, com uma perna passando por sobre o câmbio da marcha, no banco do carona e ele abaixado a frente do banco do carona. Abriu minhas pernas e começou a enfiar a língua na minha buceta, me deixando louca, eu gemia, agarrava seus cabelos.

Senti enfiar a língua, chupou meu grelo com força, e quanto mais eu tentava empurrar sua cabeça mais ele chupava e lambia. Eu dizia: Você é louco Léo. Enlouqueci quando senti que ele começou a fuder minha buceta com os dedos e ao mesmo tempo me chupava e lambia toda. Ainda bem que ela estava lisinha. Depiladinha. Eu queria gritar. Isso é loucura. E não pude segurar o gozo. Gozei. E muito, puxando-o pelos cabelos em direção a minha boca e o beijei. Ele me abraçou com força, me beijando, me cheirando, foi se acomodando no meio das minhas pernas e eu senti aquela piroca quente tocar minha buceta molhada. Eu dizia só sabia dizer: Isso é loucura. Não temos camisinha. Não mete. Neste instante, ouvi um galo cantar. Devia ser já 6h e o dia amanhecia.

Léo dizia no meu ouvido. Não vai me esquecer amanha não né Nega?

E eu: Nunca vou ti esquecer. Ele continuava a esfregar e eu louca pra sentir aquela pica grossa entrar fudendo minha buceta que já estava latejando. Ouvi o galo cantar de novo. Ele me abraçou com força, me beijando o tempo todo, fechei os olhos e senti ele forçar a pica na entrada dá minha buceta e eu gemi a cada centímetro dela que entrava, preenchendo tudo e meu corpo tremeu ao mesmo tempo que ele soltou um gemido e disse. Nega. Vc vai me esquecer amanhã? Eu dizia: Não. Não. Eu nem sabia mais ao que dizia não. Se para ele não meter sem camisinha ou se porque eu nunca iria esquece-lo. Só sei que já estava quase gozando. Ele foi tirando a piroca e eu o segurei com força quando derrepente ele mete outra vez. Bem lá no fundo. Todinho. Duro. Com força. E eu gozei. Ficamos em silêncio. Que loucura. Todo meu corpo tremia e minha buceta latejava. Ele respirou fundo. E se sentou. Preciso ir eu disse. Avisei que eu iria embora ainda naquele dia. E ele me pediu para ir mais tarde. Pra gente se ver antes e irmos pra algum lugar mais... Apropriado. Então eu disse sim. Que iria ficar. Ele me puxou pra perto e me abraçou. Outra vez ouvi o galo cantar e o dia clareou. E mais uma vez ouvi ele dizer. Nega. Não vai me esquecer não é? E eu disse com toda certeza. Nunca vou ti esquecer. E nunca esqueci. Não tem como esquecer. Nós encontramos mais tarde. Mas aí já é outro conto. Que depois eu conto.

http://www.casadoscontos.com.br/texto/201703187

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