O Primo Prometido

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Ter uma família grande acarreta em diversas coisas, muita gente sabe da sua vida e muita gente se preocupa com você... se você já viu aquelas famílias italianas gigantescas em novela com muita gente falando alto e bebendo provavelmente você já tem uma boa ideia de como minha família funciona. No meio de tantos familiares eu tinha ele, um primo de primeiro grau bem mais velho que eu quase 25 anos de diferença, mas desde muito pequena eu percebia que nós tínhamos uma ligação forte. Eu cresci e como toda boa adolescente problemática eu procurava meu primo para me dar conselhos afinal ele era o único que me ouvia de verdade e dava atenção aos meus pequenos grandes problemas de menina, numa das nossas conversas ele me aconselhou a ir fazer faculdade fora, disse que seria bom pra mim que eu cresceria muito e aprenderia muito.

Então quando chegou a hora eu fui embora, me matriculei em uma faculdade distante quase 4 hrs da minha casa. Meu primo que acompanhou todo meu crescimento obviamente acompanhou mais esse passo em minha vida, quando eu ia de visita para minha cidade ele me trazia de volta para minha cidade Universitária, sempre muito prestativo e brincalhão, na verdade eu dava esses adjetivos para ele pra fingir que eu não via que no fundo das brincadeiras dele nós tínhamos uma ligação e que toda vez que a gente se encostava dava pra sentir de longe a energia. Em uma das viagens em que ele me levava de volta nós entramos pela primeira vez nesse assunto.

- Eu não sei explicar, parece que tem algo que me diz que você está na minha vida a muito tempo, como um anjo... Eu não sei ao certo, mas sempre tem essa ligação...

- Então eu sou seu anjo da guarda primo?!

- Eu to falando sério! Pega minha mão! – ele estendeu sua mão direita pra mim e sem pensar eu segurei e imediatamente eu pude sentir meu corpo todo se arrepiar. – Tá vendo, é como uma ligação de vidas!

Eu ri e encabulada puxei minha mão rápido e ele apenas sorriu. Após algum tempo novamente estava eu no carro do meu primo voltando pra minha República, dessa vez o estresse que a faculdade me causava estava sendo tão grande que passei boa parte do caminho em silêncio e olhando pra paisagem desejando voltar para minha casa e esquecer a faculdade. Quando chegamos a minha República meu primo entrou para uma ducha rápida já que nenhum dos moradores estava lá mesmo, enquanto isso eu sentei na sala e as lágrimas vieram, pesadas e cansadas como eu. Meu primo apareceu já pronto para ir embora e me viu aos prantos.

- O que houve Emily? Pare de chorar menina! – ele passava a mão pelo meu rosto carinhosamente secando minhas lágrimas.

- Eu não aguento mais JT, eu tô exausta!

Ele me puxou do sofá para ficar de pé e me envolveu em um abraço apertado, minha cabeça repousou em seu peito com seu coração acelerado.

- Pare de chorar Emily! – Me deu pequenos beijos no topo da cabeça, lateral do rosto, bochecha, de repente ele estava já no canto da minha boca, eu me assustei e me afastei dele. Sequei minhas lágrimas rápido e pedi que ele fosse embora e que eu ficaria bem.

Após esse episódio confuso eu decidi me afastar dele, não houve mais caronas e nem conversas, mas o destino e os acasos da vida nos reaproximaram quando um parente próximo faleceu, encontrei ele no velório e conversamos durante horas e tudo o que nós sentíamos sobre a conexão estava cada vez mais forte, por diversas vezes nós não estávamos nem conversando, estávamos apenas nos olhando profundamente até que um de nós finalmente desviava o olhar e puxava um assunto qualquer. Eu não conseguia negar que me sentia atraída por ele, meu corpo todo se arrepiava só de estar ao seu lado. Nosso convívio voltou a ser mais diário e cada vez mais era completamente visível nossa atração, então em uma festa de família em uma chácara, em um determinado momento quase sem querer nós nos afastamos de todos e sentamos em um banco longe da vista de todos, começamos conversando sobre meu trabalho e o dele e acabamos naquele silêncio apenas com olhares profundos.

- O que foi que aconteceu aquele dia JT? – eu quebrei o silêncio com a pergunta que mais me perturbava durante todos aqueles anos, tanto tempo havia passado que eu até achava que tinha inventado aquilo.

- Qual dia?

- O dia que você me levou, eu estava chorando e você... bem, eu não sei!

- Eu tentei te beijar... Mas não me interprete mal, eu estava em pânico, só queria que você parasse de chorar!

- Então eu não fantasiei essa história, você tentou de verdade! Eu me afastei de você por isso, eu tive medo! – eu levantei na te tentativa de respirar melhor porque estava muito confusa, ele se levantou também parou na minha frente.

- Eu não quero que você tenha medo de mim Emily, eu sou seu anjo!

- Na verdade, eu sou o seu cabeção! – começamos a rir e nos abraçamos, nossos corações batendo forte, um peito contra o outro, seus braços fortes envolvendo meu corpo, meus braços em seu pescoço... paramos de rir e nos afastamos sem sair dos braços um do outro, nos afastamos o suficiente para olharmos um para o outro e ali estava a chama, seus olhos verdes grudados aos meus, sua respiração pesada, seus lábios entreabertos... Vagarosamente como que por instinto nossas bocas foram se aproximando, nossas respirações pesadas, estávamos a milímetros um do outro quando eu senti seus lábios resvalarem nos meus pedindo permissão para um beijo, nos olhamos buscando alguma dúvida nos olhares, mas só havia confirmação e então seus lábios encontraram os meus por alguns segundos.

Afastamos nossos rostos para olharmos e termos a certeza do que estávamos fazendo, foi então que uma de suas mãos passou pela minha nuca me puxando para um beijo caloroso e lento, nossas línguas se encontraram e lentamente estávamos saboreando aquele momento até que escutamos passos e rapidamente nos afastamos, eu virei de costas passei a mão pelos lábios, soltei meu cabelo e fingi estar arrumando meu rabo de cavalo. Era uma outra prima nossa que estava nos chamando para janta que estava pronta.

- Já estamos indo! – nos olhamos rapidamente, cúmplices de um segredo. Ele tentou me segurar pelo braço para conversar e entre os dentes eu respondi baixo “agora não”, ele assentiu e fomos para o jantar em família, não tivemos a oportunidade de conversar a sós o resto da noite e eu fui para meu apartamento frustrada e confusa.

Os dias se passaram e de forma alguma eu conseguia encontrar meu primo, eu queria entender o que foi aquele beijo. Durante a noite eu sonhava com a boca dele passeando pelo meu corpo e acordava em um salto desesperada olhando em volta a sua procura, mas os dias foram passando e eu comecei a achar que dessa vez quem ia se afastar era ele.

Criei o hábito de pelo menos uma noite da semana eu fazia um jantar e abria uma garrafa de vinho, saboreando minha própria companhia e aquela noite eu estava fazendo isso quando meu celular tocou, era ele...

- JT eu to meio ocupada agora! – eu falava um pouco mais alto que o normal porque tinha colocado o celular no viva voz.

- Eu preciso conversar com você Emi. Você está em casa?

- Estou, mas não quero conversar com você JT, estou na minha noite de folga e não mereço passar ela me estressando com você!

- Nossa, essa doeu ein! É o seguinte, eu preciso falar com você e vou aparecer no seu apartamento as 21hrs, se você não me atender eu vou escalar esse prédio ok.

- Você já está velho pra isso! – deixei um riso escapar e ele soube que estava tudo bem.

Ele riu e disse que não se atrasaria e desligou, eu terminei minha janta e metade da garrafa de vinho já havia ido, fui para meu banho e quando sai meu celular estava tocando, era ele... deixei ele subir, quando eu abri a porta ele estava lindo, tinha o cabelo grisalho meio bagunçado contrastando com sua pele morena de sol e seus olhos verdes intensos, vestido com uma camisa e calça social, meu primo tinha seus quase 50 anos, mas fazia esportes todo dia e ganhava de lavada de muitos novinhos, analisei ele de cima abaixo e sem querer mordi o lábio em admiração. Ele sorriu, segurou meu queixo com uma das mãos e me deu um beijo na bochecha e foi logo entrando.

- Você me deve uma explicação! – tentei usar um tom de brava, mas o vinho estava me dominando já.

- Eu sei... Eu precisei pensar um pouco sobre, me desculpe Emi... – ele fazia uma cara de cachorro arrependido que não tinha como não perdoar, pra me conter fui até a cozinha e dei 3 longos goles no meu vinho que agora estava quase acabando, fui até a sala carregando a garrafa e ofereci a ele que negou, pois estava dirigindo.

- Eu pensei muito sobre tudo JT, desde aquela época até hoje, eu remoi aquela história durante anos... Quando finalmente eu falo dela com você, você me beija! Ai resolveu sumir! Eu não sei mais o que fazer...

- Eu preciso te dizer Emi, eu fugi de você agora porque eu não sabia como reagir, eu queria te ver, mas não sabia se você estava brava ou não, ou se queria me ver... a coisa mais certa que eu fiz até hoje foi ter te beijado aquela noite!

- Agora eu to muito confusa! – eu não sabia se era o vinho ou não, mas eu estava sentindo meu corpo arrepiando, levantei do sofá, dei mais alguns goles no vinho acabando com a garrafa e olhei para ele sentado me olhando, me analisando. – Sabe primo, eu tenho esse corpo maravilhoso, poucos tiveram a chance de ver, sou ruiva e instigo os homens por onde eu passo, eu tenho fogo! E você vem aqui e me diz que estava com medo... Eu não tenho tempo pra isso!

Eu estava usando uma camisola de cetim preta de alcinhas finas, sem sutiã e com uma calcinha fio dental vermelha com rendas, deixei as alças deslizarem pelos meus ombros e em menos de um segundo eu estava semi nua na frente dele, que continuava sentado me admirando. Ele ajeitou seu volume dentro das calças, levantou e veio até mim, sua boca a centímetros da minha e então se abaixou e me vestiu de novo me deixando mais confusa ainda.

- Eu não sei quem foram esses meninos que estiveram com você, mas hoje você está com um homem! – me pegou em seus braços e me levou até o quarto. Me colocou de pé de costas para ele, fez um rabo de cavalo em meus cabelos cobreados, puxou minha cabeça para trás pelo rabo de cavalo, começou a beijar meu pescoço e nuca , lentamente e sem nenhuma pressa ele deu a volta em meu corpo e ainda me segurando pelo rabo de cavalo ergueu minha cabeça colando sua boca a minha, meus braços o envolveram naquele beijo quente e sua ereção fazia pressão contra meu corpo, ele me ergueu e minhas pernas entrelaçaram seu corpo.

Me levou até a cama e deitou meu corpo, beijou meu pescoço e meu colo enquanto passava a mão direita em meu seio, apertando e beliscando de leve meu mamilo, ele expôs meu seio e sua boca sugou meu peito forte e delicado, prendia meu mamilo entre os dentes me arrancando suspiros e logo após abocanhava tudo o que podia, passando a língua ao redor do meu mamilo e repetiu o processo com o outro seio. Enquanto sua boca me sugava eu senti sua mão forte acariciar minha buceta por cima do tecido encharcado com movimentos leves, eu arcava meu corpo procurando ar. Em um movimento habilidoso ele tirou toda a minha camisola e se ajoelhou no chão puxando meus quadris para a beirada da cama, apoiou um dos meus pés na beirada da cama enquanto a outra perna ficava esticada sobre seu ombro, ele passou a mão por toda a extensão do fino tecido da minha calcinha, abaixou sua cabeça e deu leves e delicados beijos. Puxou o tecido de lado e respirou profundamente e soltou seu hálito quente em minha buceta me fazendo arrepiar de tanto tesão, colocou a ponta da sua língua quente no começo da divisão dos meus grandes lábios e foi descendo e se aprofundando com movimentos circulares, com a mesma mão ele segurava a minha calcinha e abria meus grandes lábios, sua língua quente me saboreava, descia até a minha entrada e voltava me causando espasmos quando eu não estava mais aguentando eu pedi, eu implorei.

- JT, me come, me faz gozar!

Ele sorriu e deu uma longa lambida em meu sexo, levantou e começou a abrir calmamente sua camisa, eu me sentei e comecei a abrir sua calça, apressada liberei seu membro das calças e passei minha língua pela sua glande, eu senti sua mão acariciando meu cabelo, lambi toda a sua cabeça vermelha para depois lentamente colocar em minha boca, aos poucos eu ia engolindo seu pau e massageando suas bolas, eu descia a boca por todo o seu membro fazendo forte sucção para no final raspar levemente os dentes na glande até que ele se afastou, deu a volta na cama extremamente lindo com seu membro em riste e deitou e com gestou pediu que eu me deitasse ao seu lado. Deitei de barriga para cima e ele de lado, beijou minha boca e acariciou meus seios, me fez lamber dois dedos e pediu que eu afastasse e dobrasse as pernas, assim que obedeci senti seus dedos me penetrarem, deslizando fácil em meu mel, ele começou movimentos de vai e vem e eu grudei as unhas em seu braço, ele apoiou a cabeça ao pé do meu ouvido.

- Eu vou te fazer gozar como nunca! – aumentou o ritmo dos dedos e eu comecei a arfar e gemer. Abaixou sua cabeça em meu seio e me sugou forte, mordiscando meu mamilo rígido, não demorou muito e meu corpo todo entrou em êxtase, eu estava gozando e tendo espasmos pelo corpo todo. Ele parou os movimentos e ficou me observando tremer e começou a sorrir.

Quando eu estava recuperando meus sentidos eu abri meus olhos depois de um longo transe e o vi entre as minhas pernas, seu pau estava passando na minha buceta, lambuzando com meu mel que estava escorrendo. Ele abaixou seu corpo junto ao meu e eu passei as pernas na sua cintura, ele me beijou fazendo carinho nos meus cabelos e começou a me penetrar, eu gemi em sua boca e ele se enterrou em mim e não parava de me beijar, os movimentos de vai e vem começaram lentos e depois assumiram uma postura forte e violenta, com fortes estocadas ele me olhava nos olhos feroz. Mudamos de posição sentei por cima dele de costas e ele começou rápidos movimentos, uma mão segurava meu seio esquerdo e a outra me masturbava, meu corpo estava amolecendo então deitamos de lado, ele continuo com fortes estocadas e a masturbação, senti meu corpo entrando em êxtase novamente, mais um gozo e dessa vez mais forte que o anterior todo meu corpo se contraiu, e em mais algumas bombadas ele tirou o pau de mim e gozou forte.

Exaustos e felizes deitamos um ao lado do outro com a respiração cansada. Olhamos um para o outro em êxtase.

Espero que tenham gostado! Beijinhos!!

https://www.casadoscontos.com.br/texto/20180150

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