Primeiro no ônibus, agora no banheiro

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Posso até dizer que aquela gozada no ônibus deu uma acalmada no meu fogo, mas saciada eu ainda não estava (sugiro ler o conto anterior, intitulado Gozando no ônibus). Depois de escrever o conto, ainda passei muitas horas no aeroporto até a hora no meu voo. Até então o cansaço, o tédio (eu odeio esperar) e o frio imperavam. Se reclamei do frio do ônibus, é porque ainda não sabia o que me aguardava na sala de embarque.

Quando finalmente entrei no avião, relaxei e me permiti dormir naquela uma hora e meia. Desembarquei, peguei um Uber e fui para casa. Precisava de um banho, antes de tudo, além de deixar a bagagem e pegar as coisas para mais um dia de trabalho. Durante o trajeto já fui conversando com ele, dizendo que tinha chegado bem, e ele me falou sobre como estavam as coisas no trabalho.

Depois de um longo banho quente vi que estava muito atrasada, chegaria no trabalho umas 11h, na melhor das hipóteses. Resolvi chutar o pau da barraca e mandei uma mensagem para ele:

- Onde você está?

- No escritório ainda.

- Pode ir ao banheiro?

- Posso... Por que?

- Quero gozar com você. Estou louca de tesão e não vou aguentar esperar até a noite.

Não precisei dizer mais nada e o safado já atendeu ao meu pedido.

Se naquela hora eu já estava ardendo de tanto tesão, depois de escutar sua voz dizendo que só foi ler minha mensagem já estava de pau duro e que só eu mesma para fazê-lo gozar no banheiro do trabalho... Minha buceta encharcou na hora.

Ele parecia esquecer que aquilo era, em grande parte, culpa dele. O safado me provocou a madrugada inteira e, conhecendo sua puta como bem conhece, sabe que aquela gozada não daria conta de me saciar.

Pelo contrário, quando começamos com nossas brincadeiras safadas para amenizar esse desejo louco que nos consome, e que (por ora) não podemos matar sempre da forma que queríamos por causa da distância, levamos um bom tempo nisso, onde é comum ele me fazer gozar várias vezes.

Seja por “inocência” (estranho usar essa palavra me referindo a ele) ou ironia, lá estávamos nós dando continuidade as safadezas da madrugada. Mas agora a situação era a inversa, ele que estava num lugar que podia ser flagrado, e eu estava nua na minha cama, na paz de meu apartamento, totalmente à vontade.

Ouvindo sua voz imperativa falando o quanto me queria eu ia passando a mão em meu corpo, sem pressa, onde, a cada toque, sentia-me arrepiar e estremecer levemente. Nem tinha chegado a minha buceta, mas já a sentia quente, muito molhada e meu grelo a pulsar.

Pensando nas suas mãos grandes e fortes agarrei meus seios com força, apertei meus mamilos e cheguei até a bater neles. Se eles já estavam bem durinhos, depois disso... Ele falava sacanagens ao meu ouvido, me xingava das coisas que ele sabe bem o efeito que tem em mim, e eu ia percebendo sua respiração cada vez mais ofegante.

Fechei os olhos e o imaginei batendo aquela punheta gostosa para mim, e quase que automaticamente já me vi diante dele, ajoelhada, pronta para abocanha-lo. Chupava-o olhando nos olhos, bem devagar, tirava da minha boca, batia aquela pica dura no meu rosto (coisa que enlouquece os dois), encarava-o com malícia mordendo meu lábio, e depois engolia-o todo.

Pensar naquele caralho gostoso crescendo na minha boca e ficando todo lambuzado com minha saliva me deixava muito excitada. Só o queria naquele momento dentro de mim e esse desejo era mútuo. Ele não tardou a dizer que me queria de quatro, para me fuder do jeito que eu gosto, bem fundo e com força. Mexia no meu grelo imaginando ele metendo tudo, batendo na minha bunda, puxando meus cabelos e me xingando. Tudo isso parecia delicioso, mas eu queria mais.

Estava tão excitada que sentia meu mel escorrer da minha buceta para o meu cu, o que aumentava minha vontade. Então disse-lhe, entre meus gemidos, que o queria assim, mas também enfiando os dedos no meu cuzinho, abrindo-o lentamente para ele.

Acho que por pedir isso, mas também pela forma que gemia, ele gozou gostoso para mim. Precisei me conter bastante para não gozar junto, pois eu queria enlouquecê-lo ainda mais. Continuei mexendo na minha buceta, diminuindo o ritmo, deixando ele se recuperar um pouco, mas não muito.

- Agora que você gozou pensando em comer minha buceta, quero que goze comendo meu cuzinho!

Sei bem como provoca-lo, e pedir para ele comer meu cu é uma das coisas que o tira do sério. Comecei a falar que estava louca para sentir a sua língua no meu rabo, enquanto ele fodia minha boceta com os dedos e vice-versa. Sempre que ele faz isso é praticamente inevitável que eu goze, seja na sua boca ou em sua mão. Mas estava me contendo. Apesar de já ter voltado a mexer bem gostoso no meu grelo, e consequentemente a gemer para ele, queria fazê-lo gozar de novo para mim.

Com isso ele já estava de pau duro novamente e isso me deixa louca. Esse tesão que nós temos um pelo outro acaba nos permitindo seguir de uma foda para outra, praticamente sem parar, e ali não estava sendo diferente. Nos vimos deitados de ladinho, eu com minha bunda toda empinada, gemendo em seu ouvido e cravando as unhas em sua nuca, enquanto ele ia penetrando meu rabo com aquela pica grossa e mexendo na minha buceta. A sensação dele todo dentro do meu cu, estocando cada vez mais, ao passo que tocava meu grelo foi demais para mim.

Gozei intensamente, me contorcendo na cama, gemendo alto. Do outro lado ele ouvia e logo gozou de novo para mim. Agora sim, podia ir trabalhar revigorada. O atraso, além de ser mais que justificado, me deixou bem mais produtiva.

Ah, também fiquei saciada, por um momento. Mas as provocações que seguiram pela tarde e início da noite me fizeram voltar para casa correndo ao fim da última aula para gozar ainda mais com o meu macho gostoso. Depois da viagem cansativa, um dia puxado de trabalho e tantos gozos nas últimas 48h praticamente insones, agora vou dormir relaxada, principalmente porque sei que amanhã tem mais.

Espero que tenham gostado.

https://www.casadoscontos.com.br/texto/20180485

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