Rabuda da Academia

Categoria: 

Olá pessoal, esse é o meu primeiro conto, no qual vou contar como foi minha louca transa com uma garota da academia.

Meu nome é Daniel (nome fictício), e eu não sou aquelas pessoas que se falam ter o pauzão, forte, muito menos bonito (apesar te algumas garotas me acharem mó gato). Tenho uma cara de nerd, sou muito branco, 22 anos, 1.82m de altura, um pau de 18 cm, mas bem grosso, estatura magra, porém com veias nas pernas e nos braços aparecendo bastante.

Bom, Eu nunca muito de andar em academias, por não achar muito necessário para mim, porém fui obrigado a começar a frequentar por recomendação médica, as quais não vou citar agora. Comecei a frequentar a academia dia sim e dia não. No inicio era muito cansativo, mas fui pegando o ritmo.

Uma das coisas que eu mais gostava, era ver as garotas suadas, toda suada e com umas roupas bem coladas no corpo, o que marcava muito a buceta e a bunda, só que uma garota me chamava atenção desde quando comecei a malhar. Sempre que ia à academia, ela estava lá, toda gostosa. Seu nome era Andreia (nome fictício), ela era toda gostosa. Tinha uma pele bem bronzeada, bunda bem redonda e grande, seios médios e uma cara de quem não nega fogo.

Eu por ser uma pessoa muito tímida, não converso muito com as pessoas e prefiro ficar na minha. Eu sempre tive a rotina de ao sair da academia, ao fim da tarde, passar no mercadinho, para poder comprar a janta. E nesse dia, um dia muito cansativo e estressante, ao sair do mercadinho, me deparo com Andreia, cheia de compras e me pedindo para ajudar ela a colocar suas compras no carro, pois haviam muitas coisas e algumas coisas pesadas, e certamente, eu a ajudei. Ela me agradeceu e me perguntou meu nome e o motivo de ser tão calado e não falar com quase ninguém da academia. Falei que não era muito de conversar, pois não conseguia muito bem se expressar. a conversa foi evoluindo e acabamos demorando bastante tempo, até que o marido dela ligou para ela perguntando o motivo da demora, ela falou que era o motivo da fila estar muito grande, mas já estaria indo. ela desligou e falou que precisava ir embora, pois seu marido havia ligado. Com cara de espanto, perguntei se era casada, e ela que era, mas não aguentava mais. Perguntei a ela o porquê, mas ela disse que depois me falava, e arrancou no carro. fiquei pensando naquilo, e logo fui embora.

Passados dois dias, num dia de quarta-feira na academia, vejo ela, e ao sair, na porta da academia, a vejo e ela logo pergunta se quero uma carona, logo aceito e pulo dentro do carro. Curioso pergunto novamente por que motivo ela não queria ser casada e começa a falar:

- Meu marido é chato. No inicio ele era bem mais legal.

Eu respondi como se não soubesse de nada:

- Como assim ele era mais legal?

Ela disse:

Bom, quando nos casamos, ele não negava fogo, a gente transava toda hora, mas ao passar do tempo isso foi se acalmando e hoje em dia, quase não transamos. Já pensei muitas vezes em arrumar outra pessoa, mas como le é bastante conhecido aqui, tenho medo de que ele saiba.

Falei a ela que era bem complicado mesmo e que sabia o que sentia, pois tinha uma namorada que também era assim, e acabei traindo ela, pois eu também era frenético e gostava muito de transar.

Ao falar isso, ela perguntou a mim, se eu era conhecido no bairro. disse que não, que conhecia poucas pessoas, por não sair tanto. Ela parou o carro no sinal e perguntou se eu ajudaria a tira-la daquela situação.

Meio sem entender, perguntei como poderia ajudar. ela disse que queria transar comigo e me perguntou se eu toparia.

Sem pensar duas vezes, eu logo afirmei, mas logo perguntei quando e como.

Ela me falou:

- Hoje eu não posso, meu marido vai logo ligar, e não vai dar tempo pra nada. o que você acha de faltar na academia na sexta-feira?

Eu logo falei:

- Pra transar com você, eu faço tudo. Meu sonho está se realizando. desde que entrei na academia, que eu sonho em te comer todinha.

Ela falou:

- fechado. sexta feira às 13hs nos encontramos, mas não posso ir para o motel, pois o pessoal dos moteis já me conhecem rsrsrsrs.

Eu falei que eu morava sozinho e que lá é bem difícil o movimento.

Ela me pediu meu endereço e disse que já me levaria m casa, para saber o caminho. Ao chegar, quando vou descer, ela me dá um beijo bem molhado e pega no meu pau com uma cara de safada. Meu pau, desde o início, estava duro igual a uma pedra, fazendo com que ela se impressionasse com a largura e tamanho. Nos despedimos e ela se foi. Ao entrar em casa, bati uma punheta pensado nela e depois fiz minhas coisas para enfim dormir.

Os dias não se passavam, essa sexta-feira não chegava, não tínhamos trocado os números de celular e minha vontade de fude-la só aumentava. bati varias punhetas, mas enfim a sexta feira chegou.

Acordei 8 horas e arrumei tudo, fiz minhas refeições, e umas 13:30 um carro buzina, vou olhar, e era ela, mandei colocar o carro na garagem e entramos com ela com um vestido bem solto. ela foi na frente e eu a guiando. Quando chegamos na sala, ela sentou no sofá e falou:

- Me fode aqui mesmo gostoso. Não aguento nem chegar no seu quarto de tanto tesão.

E foi levantando o vestido. Dei um beijo nela, e logo me abaixei na beira do sofá e comecei a chupar aquela bucetinha suculenta e ela gritando de tesão. depois revesamos e ela começou a chupar meu pau, e dizendo que meu pau era grosso demais, o que tornava ruim para ela fazer uma garganta profunda.

Arrastei Andreia para a cama e comecei a tirar a roupa dela. Como ela já estava sem calcinha, fui logo metendo na buceta dela sem dó. Ela mandou eu ir devagar pois ainda não estava acostumada com um pau daquela grossura.

Diminuí o ritmo, e fui esperando ela ir se acostumando, e ela falando que estava gostoso. logo comecei a estocar mais forte e com uns 30 minutos, veio a vontade de gozar. Me segurei uns 10 minutos, e gozei naquela buceta, que pingava todo o meu gozo, porém ela ainda não tinha gozado. comecei a meter os dedos naquela buceta alargada e gozada por meu pau. logo já estava com o pau a ponto de bala de novo, e ela queria mais.

Voltei a meter naquela buceta, ela delirando de tesão, mandava eu meter com força naquela buceta, chamava de puto, e com a intensidade toda, comecei a dar tapas na bunda dela, que começou a ficar vermelha. ela delirando até que senti uma pressão no pau. Ela tinha gozado. Continuei bombando uns 10 minutos e gozei novamente.

caímos na cama e quando olhamos a hora, já eram mais de 17:00hs. ela se apressou, tomamos banho juntos, e se foi.

De vez em quando nos encontramos de novo e fazemos uns fetiches, Mas isso é assunto pra outro conto.

Muito obrigado, Galera

Quem quizer falar comigo, deixa seu email nos comentarios, mando nuds e conversamos.

https://www.casadoscontos.com.br/texto/201806376

Compartilhe com amigos

Copiar Link Whatsapp Twitter

Comentar