Um mc pirocudo e marrento

Categoria: 

AVISO: este conto não contém erros de português, todas as gírias e palavras foram propositalmente assim escritas e utilizadas para ajudar a incrementar a construção do contexto.

______________________________________

Caralho, namoral! Se liga no papo que vou mandar pra vocês agora, não vai ser tão longo, vô tentar dar uma resumida. Meu nome é Gustavo, só que aqui no morro eu sou conhecido como MC Gutão. Pensa num filho da puta alto, com cara de ruim, cabelin na régua e o bigodin finin, bem desses que os cana se amarra em parar quando brota na pista, só pra passar a mão e fingir que tá tudo bom. 1,78m, pra ser direto, 85kg de um mulatão em forma, do jeito que as piranha da rua curte, sem qualquer neurose pra batê. Trapézio suspenso, carcaça trabalhada noite e dia desde a época das lajes no morrão, até que a sorte me sorriu e entrei pro mundo do crime. Cultural. Virei MC por conta de uns vídeo antigo que um parceiro jogô no youtube e virô o que geral chama de "viral", se ligô? O resultado foi que fui chamado até em programa de TV, comecei a ficar famoso de um dia pro outro e a vida mudô completamente. Nunca pensei em sair do morro, minha criação foi ali e continuei favelado, afinal de contas foi o que me deu aquela luz de poder cantar. Só que as parada foram rolano mó rápido, tá ligado? Teve nem um mês entre o primeiro vídeo bombar e eu já ter dinheiro pra fechar o braço direito de tatuagem, ficano com aquele pique de gringo mermo! Vieram os primeiros contratos, mais oportunidades de fazê música e surgiu até uma equipe quereno me agenciar, eu que nunca entendi porra nenhuma desses bagulho tipo ostentação. Vieram as parcerias, umas apresentações e a minha imagem foi seno vendida como a do "vagabundo do funk", por conta das letras em tom sexual e objetificante, mas capaz de fazê qualquer mina se perder no baile e dançar na pista. E na pica, é claro! Já era todo marrento, a fama então só melhorô isso.

- Festinha hoje no setô, brota, brota! - mandei no grupo do zap.

Eu tava no topo das playlists nacionais, ninguém resistia. Pra fechar a imagem seno vendida, fiz os riscos nas sobrancelhas, deixei a barba crescer e fui ajeitano pra ficar com pose de cafetão de luxo mermo, pai da putaria toda. Só 23 anos de idade e me sentino o máximo do máximo, com o poder e o dinheiro suficientes para fazê tudo que sempre quis. E vô mandá o papo, é uma liberdade dos caralho! Logo de cara, dei uma churrascada embrazada pros cria da favela, regado de bebida liberada, só adulto lá dentro, numa mansão SOCADA de piranha assanhada, todo mundo bem à vontade pra fazê o que tivesse vontade. Alguns jornais publicaram notícia, ganhei mó mídia com a notícia, só que a festa em si só começô quando os certin já tinha metido o pé. Droga pra caralho, uma cheiração da porra e a putaria comeno solta, geral LOKO LOLOKO DE BALINHA, só que nada de pele na pele pra não correr risco. Depois desse evento, eu e minha equipe ficamo preso num aeroporto por causa do pé d'água que caiu. Dormi num hotel onde tavam hospedadas umas mina do balé internacional. Foi só passar no corredor sem blusa, o corpo já grande, negro e cheio de tatuagem, cara de bandido e o jeito largadão, a tira da cueca de fora, boné pra trás e os pés espalmados no carpete do hotel, que uma delas me viu e começô a falar em francês que não entendi, só ouvi o "cu", "cu", "cu", e foi no quarto dela que recebi o primeiro chá. A safada não sossegô até sentar na vara, e olha que a gente nem falava a mesma língua. Botei ela pra mamar legal, coisa que ela teve receio de fazê, mas depois também caí de jeito na bocetinha da maluca. Ela fez umas parada maneira com as pernas, umas posição doidas, deixô até brincar no grelin e dar umas mordiscadas assanhadas pelos lábios apertados, até que não resisti e tive que foder a bucetinha apertada. Depois ficô toda "merci", "merci", "merci", eu tendeno nada. Tava galudaço naquele dia, pronto pro segundo round, só que duas amigas dela brotaram e não tive como sair, elas merma não deixaram. Uma ruiva e outra loira, ambas com uns peitos do tamanho de sei lá o que e toda aquela graciosidade virginal das bailarinas, bem delicadas e precisas. As três começaram e se beijar e me chamaram pra cama, nem tive o que pensar. O talo de piroca de 17 centímetros deu conta das três bucetas, lembrano que a primeira ainda deixô brincar no cuzin, que achei delicioso, porém dificílimo de comer. Preferi o básico, então ainda fui mamado e saí levin.

O terceiro setô de putaria que lembro que aconteceu por causa das novas condições de grana e fama foi na final do Flamengo no brasileirão, onde teve uma festa na quadra do Salgueiro, zona norte do Rio, e fui chamado prum show de última hora. Foi nesse dia que as coisas começaram a caminhar prum rumo diferente da minha vida, cada vez mais formado no quesito putaria avançada e regada ao melhor estilo marginal. O morro, como todos sabem, é dominado pelo tráfico, então aceitei o convite já ciente de que estaria no meio de um monte de maluco armado até os dente e com poder acima do meu. Fiquei meio escaldado, mas quando brotei lá, vi que seria o maior furdunço, os trafica tudo cheiradão e jogano dinheiro avanço. Cantano minha música no palco, emendei o próximo grande hit de trabalho e a galera no baile começô a cantar junto.

- Quando eu mandaaaar!

O 150bpm explodiu nas caixas de som e só vi raba balançano.

- TU PREPARA PRA SENTAR!

Filho da puta não sabia se gritava comigo ou se mandava passin no meio das rodas abertas. As piranhas solta e com o cuzin caino da bunda, eu me sentino o mais pica, visual todo no estilo, até o cabelin tava loiro descolorido pra ficar nos naipe.

- VAI CAINO DEVAGAR!

Os trafica com as armas pro alto e entoano o ritmo junto, ninguém de ninguém no meio de tanta agitação, tambor e grave estourano na quadra. Só sarneada braba!

- TEU CUZIN VAI SUAR! PORQUE HOJE EU VOU TE PEGAAAR!

O proibidão era a marca do funk putaria, ainda mais com a ostentação do ambiente contribuino. Geral de anel, brinco, biju, cordãozão, ouro, prata, bronze, latão, de tudo mermo.

-Então quando eu mandaaaaar..!

Foi nesse show que, mais pra perto do fim, quase de manhã, subiram três amigas com as roupas bem curtinhas, duas loira e uma delas negra, a mais rabuda dentre as três. Bermudinha estilo legging e socadinha no cu, não tive como não perceber, mermo pulano e cantano no palco. Elas pararam na minha frente e foram filmadas pelo público, aí começaram a dançar bem empinadinhas, totalmente focadas no ritmo acelerado da atabacada e bateno feroz com aquelas rabas no meu campo de visão. Vou mandar a real: FIQUEI GALUDÃO, principalmente na negra rabuda da porra. Tava nem aí pra nada, a piroca ia começar a marcá na calça rasgada e não tive como me segurar. Foi tanto cuzin apertado diante de mim que tive que parar de olhar, até o cheirin doce tava me dominando a mente e tonteano o corpo.

A importância desse dia foi que, eu não sabia ainda, mas elas formavam um grupo de dança que tava começano a estourar na pista, virano viral e explodino nas playlists de mais tocadas nas rádios do país. Parte da galera que filmô a apresentação não planejada postô vídeo na internet e, mais uma vez, o papel de divulgação e marketing pesado foi feito. Aquelas treta de mídia digital e tudo mais, que só minha equipe entendia e sabia falar bonito a respeito, trouxe a fama pra elas também. O resultado de tanto investimento foi que, em menos de um mês, tava decidido que o Mc Gutão, o vagabundo ostentação do funk, faria uma colaboração com as Rabudas do Funk, assim conhecidas como grupo de dança. O nosso contrato tinha até vídeo do Kondzilla, então acabô que as assessorias começaram a marcar encontros e, por conta de todo o desenrolo, acabei diante das três Rabudas do Funk, todos sentados na mesma mesa de um escritório na zona sul, falano sobre o que faríamos, como, onde e quando. Eu não quis saber de nada, diante de uma loira bocuda e com a maior cara de boqueteira que consegui imaginar. Maquiada logo cedo, perfeita para o abate, posicionada bem na minha frente, enquanto nossos empresários conversavam e as amiga tavam distraídas. Eu mordi meu cordão de ouro, ela lambeu o lábio carnudo e passou a perna na minha, por baixo de onde todos discutiam naquele momento, me deixano encaralhado já daí, papo retão. O pai tava cresceno né, esconder 19 centímetros de piroca de cafuçu marrento não seria tarefa fácil, ainda mais seno bem dotado. O cara grande e grosso sempre acaba passano aperto, literalmente. Disfarcei, peguei um maço de cigarros e me levantei, deixano a tora bater contra a mesa, mas de um jeito que só a safada visse. Ninguém entendeu e continuaram conversano. Meti o pé pra fora, aguardei uns minutos e ela veio ao meu encontro, então fui caminhano na direção do banheiro. Mal ela passô pela porta, puxei pelo braço e caí com o cavanhaque no pescoço da loirinha, arrancano o primeiro gemidin e o arrepio dela.

- Ssssss!

A sainha curta e uma rabiola avantajada, porém nitidamente a menor das três amigas. Comecei pelas beiradas e, desceno a mão pela bucetinha, senti que a gostosa já tava se molhano antes de chegar ali, bem lubrificada pra uma penetração preto no branco, não fosse pelo fato deu estar sem camisinha. Ela não se fez de rogada, ajoelhô no boxe e caiu de boca na vara grande e grossa, toda lustrada e com a cabeça bem destacada do corpo, cheia de marca de outras xotas e cuzin que já tinha comido. Meio inexperiente, ela tava só o desejo, se babano toda e fazeno esforço pra engolir ao máximo, porém não chegô à metade e ficô entalada, me observano com aqueles olhinhos de pidona. Coloquei o cabelo dela pra trás da orelha, entortei o corpo e comecei a aplicar vara de lado, bem pra onde era naturalmente curvada, à direita e empenada pra cima. Fui enterrano e tapano o nariz dela, até que o saco bateu no queixo liso da mina e ela engasgô, ameaçano ânsia.

- Delícia! Hmmmm!

Tomou fôlego, ajustô o pique e quis mais, só que nosso tempo era curto e eu tava cheio de fome. Subi o corpo dela e caí de boca na pepeca, já meteno a língua entre o aperto dos lábios e cutucano no fundin, pra ela saber com quem tava lidano, um viciado em putaria. A safada apertô minha cabeça contra si, toda dominada ao meu controle e força bruta, quereno que fosse mais fundo. Obedeci e comecei a virar de um lado para o outro, arrancano mais lubrificante daquela bucetinha apertada.

- SSSSS!

Impaciente, coloquei um dedo e a piroca pulsô firme, mermo sem atenção, doida pra trabalhar. Eu nunca quis fazê na pele, pras piranha era só leitada no plástico, então emendei um punhetão na cara de boqueteira dela e deixei que tentasse engolir a tora de um negão que ainda tava em fase de crescimento, talvez por conta dos suplementos da academia. O pezão 41 e subindo, assim como o talo grosso da verdura. O céu da boca dela brincô na saída da uretra grossa até eu explodir em gozo e sujar a cara toda da loira de porra quente, bem espessa e grudenta. Ainda fiz questão de espalhar, todo inclinado pra espremer o restante bem na fuça, que ficô linda ao molho da minha pica.

- Caralho, Mc Gutão, tu não perdoa mermo, ein!

- Não perdôo mermo não!

Saco parcialmente leve, mamada submissiva feita, MC felizão e a pica pra dentro da cueca com a tira de fora. Fechei o zíper, lavei as mãos e saí, deixei a primeira integrante das Rabudas do Funk no banheiro, só pra ela sentir o gostin de acabada, suada, descabelada, e querer mais. Com certeza ainda traçaria aquele bumbum, pode apostar.

O segundo encontro com o grupo foi no dia da gravação do vídeo da nossa música pro Kondzilla. A canção se chamava "Cozinho" e era um trocadilho malicioso com comida e cuzin, só que disfarçado de funk putaria, do tipo que instiga e deixa a galera na dúvida. Tudo aconteceu numa mansão localizada em São Paulo, a terra da garoa, um lugar cinza e que fica colorido quando a gente dá uma dentro, no melhor dos sentidos. Um território que me mostrou que não dorme. Os assessores providenciaram muitas acompanhantes de luxo e garotas de programa pra participarem do videoclipe, porque eram necessárias mulheres gostosas, peitudas, desinibidas e sem medo de qualquer exposição, pagano um cachê excelente, com comissão à cada uma delas. A primeira loirinha que eu botei pra mamar no dia do escritório não parô de me olhar, só que a mais atraente naquele momento foi a outra loira, que dançava junto dela. Talvez pelo maiô cavado socadin no bocetão, que revelô uma pata de camelo que me deixô com água na boca. Mais que isso, usano só sunga de praia pra gravar o clipe e encaralhado, cada vez mais potente na bigorna. O molecote agora nos 20 centímetros de puro tesão, dá-lhe testosterona! Calibre grosso, sacão pesado de touro ou cavalo, disposto a qualquer putaria pra esvaziar o tanque e botá pra girá o leite guardado de dias. Não quis saber de nenhuma daquelas outras minas, descolei um adicional no diretor pra enrolar mais quinze minutos ensaiano e chamei a dita cuja num canto. Do alto do meu orgulho, mandei toda a real pra ela.

- Com todo respeito, colega! Desculpa mandá o papo assim, mas eu tô galudão pra foder contigo. Tô conseguino nem gravá esse bagulho por causa de tu. Sei que é mó errado falar essas parada porque tu pode ser casada, se ligô? Mas tô mandano papo reto porque sô sujeito homem!

Ela então me olhô e riu animada. Um piercing na boquinha deu o tom de sedução final, os lábios finos e olhos pouco puxados, meio oriental.

- A minha amiga tu só botô pra mamar, né?

Ela falô e não acreditei na ousadia de uma ter contado à outra.

- Porra, foi sem querer! É que não faço no pelo!

Rindo sem vergonha, me puxô pelo braço e fomo junto até o camarim, eu só de olho naquelas nádegas do tamanho de dois planetão, oscilando num rebolado maroto de um lado pro outro, o maiôzin bem na meiota e um volumão de buceta empacotada e inchada, pronta pro abate. Mal chegamo no lugar, ela fechô a porta e eu já puxei o elástico para o lado, sem qualquer perda de tempo. Apertei um dos enormes seios da gostosa e senti o mamilo ficano durinho entre os dedos impacientes. Apontei o martelo, arreganhei as perna e encaixei-lhe piroca logo de primeira, no pelo mermo, só pra sentir o calor inicial daquela buceta. Quem nunca?

- SSSSS! Seu piranho do caralho, eu sabia que tu tinha mó cara de putão!

- Tu se amarra em marginal, vai falar que não? Essa cara de vagabunda!

Ela mordeu os lábios e prendeu as pernas em mim, contraino deliciosamente a vulva apertada e volumosa na minha caralha seca, que brotô facilmente e já se alojô como se fosse de casa, acostumada com o espaço saliente e que me fez cócegas prazerosas por todo o comprimento da caceta.

- SSSSS! Eu sei que tu também gosta!

Deu-me um beijo bem devasso e mordeu minha boca, dando impulsos contra o corpo pra poder sentir a vara empenada dentro de si, eu perdido em massagear os seios, lamber, chupar, morder e me fazê. Aí lembrei da camisinha e, sem nem remover a sunga de praia, coloquei o preservativo que ela me deu, seno bem difícil porque a caralha era muito gorda pra pouco látex, então cobriu só metade, tamanho o cabeçote concentrado de sangue, músculo e tesão à flor da pele. Empurrei de novo e comecei a socar engatado no tranco da loira, preso que nem bicho no meio da cruza. Ela arranhô minhas costas e começô a morder meu pescoço, colada em mim, recebeno meu suor e começano a se descabelar. Caímo numa espécie de poltrona, eu por cima dela e ainda meteno sem parar, só gemeno baixo e dano mordida na safada. Ficamo nessa brincadeira de cruzar por poucos minutos, até que senti o gozo vino e fiz questão de sair e remover o preservativo. Botei ela ajoelhada entre as pernas peludas e falei.

- Bota a língua pra fora pra eu te dar leitin!

- Ah, não, que nojo!

Não entendi, fiquei até cabreiro e só gozei mermo porque já tava muito perto, se não teria brochado quando a gostosa simplesmente levantô e ficô de braços cruzado, me veno terminar o serviço. Fiquei tão puto que quase não caí de boca na pepeca dela, só pra deixar que fosse embora sem gozar, mas viciado que só, não consegui resistir. Voltamo à gravação em seguida e o diretor de produção teve que editar as marcas, os arranhão e chupão em nossos corpos na hora de mexer no resultado final do vídeo.

A terceira e última treta que passei ao lado das Rabudas do Funk foi após o sucesso da nossa colaboração. Cantamo junto em diversos eventos depois desse dia, mas não voltei a fazê qualquer putaria com as duas loirinhas, por mais que ainda me tentassem muito e a caceta despertasse perto delas, fazeno até volume nas roupas. As oportunidades quase não rolavam. Por ironia do destino, após um dos últimos shows que fizemo numa cidade longe da nossa, eu tornei a encontrar com a mulata, a única com quem ainda não havia me envolvido. Num resort praieiro, só de biquíni, tomano sol numa esteira à areia. O corpo escultural, o maior de todos entre as amigas, apesar de não ter peitos grandes. Uma tatuagem de pimenta numa das nádegas, convidando o olhar estrategicamente. Quadris largos, coxas rígidas e muito envolvente, além do sorriso lindo. Não preciso dizer que, de férias, não consegui tirar os olhos daquela sereia um só instante, e quanto mais fui bebeno, mais isso ficô evidente. Ela tava aparentemente com uma amiga que nunca havia visto, então imaginei que fosse solteira. Pedi um drink e paguei ao garçom pra leva nela. Ao chegar lá, apontô pra mim e mostrô quem havia feito a cortesia à moda antiga, bem romântico conquistadô. Ela me olhô e sorriu boba, colocano os lábios no canudo e bebeno com força. Aquela era uma bebida feita à base de pimenta, pra combinar com a tatuagem na bunda da morena, só que ela não se abateu e foi tomano sem hesitar, me mostrano que não era fraca. Me controlei com o início da ereção tomano conta, aquele era um excelente sinal. O que rolô depois disso foi que chegô um grupo com funk tocano alto, aí pronto, a danada se soltô de vez. O biquíni fio dental socadin no cuzin, o lombo empinado na minha direção e sacudino aflito, nervoso ao som da atabacada. Tive que segurar a vara pra não dar mole, apesar de galudão. Ela tava tão assanhadinha que consegui ver a entrada da rabiola por baixo do elástico da peça, aí a coisa foi ficano tensa. Quando desci a visão, reparei no pacote da mulata. E fiquei pistola, era grandão. Até que fui ligano os fatos e SÓ NAQUELE MOMENTO me dei conta de que, todo esse tempo, não era A cafuça, e sim O cafuçu. Um viado com um corpaço escultural, todo empinado, cabelo curto de raspado e que tava muito bem maquiado, estilo panicat e a raba arrebitada. Não acreditei naquilo, nem soube o que pensar, só sei que me perdi e me achei. Nada da pistola descer, o calibre faltô foi ficar ainda mais grosso de tesão, latejano de desejo pelo cuzin daquele sereio funkeiro. Impaciente, esperei um momento em que ele saiu pra mijar e, despercebidos, fui atrás. Quando pisei no caminho de pedra por onde ele entrou e o barulho dos meus pés nos cascalhos surgiu, o puto olhô pra trás e me viu de mão na sunga, mais encaralhado que não sei o que. Aí parô e esperou até que eu o alcançasse. Esperto, não disse nada e me deixô encarregado da situação.

- Porra, pode parecer que eu tô perseguino teu grupo, tá ligado? Mas é que Rabudas do Funk é forte demais pra mim!

Ele riu e botô a mão no meu ombro.

- Tá escondeno o que aí?

Olhô na cara de pau pra minha piroca estalano de teso e apertô firme, me fazeno pulsar e deixar que sentisse a potência do tranco. Olhei com a cara de pidão e me fiz de molecote.

- Porra, tô galudão nessa tua bunda! Eu não sabia que tu era viado, nem nunca comi nenhum. Mas tu vale muito a pena uma putaria!

O vagabundo do funk sempre tenta. O cafuçin riu e me puxô pela mão bem tímido até um terreno aparentemente baldio e com uma casa em construção que parô na metade. Fomo até um cômodo não acabado, ele abaixô e, sem qualquer receio, FOI NO TALO DO MEU CARALHO DE PRIMEIRA MARCHA, isso porque era especialista em ré. FIQUEI TENSO, TREMI NA BASE, os pelo das perna até subiram de aflição. A cabeça deslizou na pele grossa e ao mermo tempo sensível do céu da boca dele, o piranho então segurô minha pistola e bateu firme na cara, como se precisasse muito daquele julgamento para continuar seno viado. Isso mexeu comigo, a submissão simplesmente tomô níveis acima do normal. Ele esfregô meu saco no rosto, sentiu o cheiro dos pentelhos fartos e lambeu meu tórax e as coxas malhadas, só pra voltar a cair de boca no caralho, quereno tirar leite a todo custo.

- Tu gosta de pica, é?

- Se eu gosto? Eu me amarro, MC!

Abocanhô, deixô tudo babado, sugô feito mamadeira e me deixô a ponto de bala, decidino sobre qual seria a forma ideal de finalizar aquela putaria profissa. Mas eu tava perdido no novo território, meio que sem saber como fazê, o que, onde, quando. O puto então foi sorveno a cabeça da minha piroca sem dó, me deixano na corda bamba do tesão e do gozo, controlano bem meu leite no saco como se fosse experiente naquilo. A cabeça ficô tão inchada que pareceu que ia explodir, eu socano firme na garganta do ninfeto e atolano 21cm de tora grossa como se nada fosse, ele lixano as unha pra mim, totalmente mestre no que fazia. Comecei a dar trancos, quereno uma reação daquele putinho, só que tudo pra ele foi MUITO moleza, apesar deu bem duro que nem pedra. Quando cansei, ele parô de chupar e mandô a real.

- Tá afim de comer um cuzin, MC?

Jogou uma raba de não sei quantos quilos em cima do meu colo e me olhô pidão. Eu enlouqueci, não soube o que fazê. Só pensei em tanto tesão, aflito por esvaziar o tanque de leite no aperto do cu que tanto manjei e em como ele tinha bem menos restrições do que as parceiras de grupo. Segurei as nádegas, abri espaço e deixei desceno lentamente na ponta da minha caceta preta e grossa, pistoluda da porra, lotada de filho pedino pra sair. Tava sem camisinha, então o safado me olhô e pediu.

- Avisa na hora de gozar que eu quero tomar esse leitin!

Eu fiquei louco, não resisti e sentei o lombo do lolito com força no meu colo, arrancano dele um gemido profundo e sentino o aperto dominar o taco por completo, os sacos até contraídos pelo tesão compartilhado.

- SSSSSS!

- ISSO! HMMMM!

Ele, pra completar, rebolô e ignorô a entrada, experiente até naquela matéria, um viadão completo e focado em me dar prazer. Sentô com vontade, trazeno minha rola com o quadril todo dobrado e enfiada no pelo dentro de si. Senti o arrepio ganhar o corpo e me controlei pra não gozar, me perguntano o que poderia acontecer caso assumisse o controle e ele me emprestasse o cuzin pra brincar livremente por alguns minutos. Só que nem precisei de pedir, ele se posicionou de quatro, arrebitô o lombo e mexeu pros lado.

- Vem, sua vez!

Ah, não! Segurei as anca como se fossem alças, olhei pra baixo e vi o tronco entrano no buraquin apertado e tomado de carne malhada, bem dividida e aconchegante. O cacete entrô e já ficô à vontade, todo tomado de fogo e muito tesão ao redor. Um cu ao meu controle e ordem, pedino leitin que eu até poderia jogar, caso quisesse. Dei-lhe um tapa firme e engatei o movimento, dando solavancos pra socar bem no fundo da cuceta do viado, deixano ele arrepiado. Entortei o corpo, virei para os lados e fui explorano bem marginal, empurrano quadril diretamente entre as nádegas, só pra sentir o comprimento da bigorna arrastano pelas preguinhas apertadas e tímidas do gostoso.

- SSSSS!

- Hmmmm!

Puxei o cabelin curto dele por entre os dedos e me senti montano uma motocicleta, objetificano ao máximo a situação, tudo bem proporcionado pelo ninfeto. Começamo a suar e ofegar, mas tava tão bom que não quis mais pará. O prazer foi bem diferente, mais concentrado e duradouro, ao ponto de conseguir ficar um bom tempo meteno antes de gozar. Deixei ele cavalgar, sentá, quicá, fazê o que quisesse, e ainda pedi pra fazê o quadradinho comigo dentro, algo delicioso e que me deixô pistola.

- Sssss! Vou gozar nesse cuzin!

- Deixa eu tomar esse leite, por favor!

Ele pediu com tanto jeitin que acabei cedeno, de tão ensandecido que tava. Saí de dentro da cucetinha apertada, ainda brinquei de tirar e botar outra vez e fui até o rosto dele. Abriu bem a boca, colocou a língua de fora sem eu precisar de falar e se preparô.

- Oorhhh! Ssssss!

Comecei a gozar em jatos intensos e fartos de gala quente e bem esporrada, toda acumulada na boca do melhor dançarino das Rabudas do Funk. O viado com pinta de sereio engoliu e voltô a me chupar com vontade, só pra limpá o restante da gala retida na uretra grossa de um cafuçu feito eu. O saco finamente vazio e saciado como nunca por uma surra de bunda de um rabudo do funk, fiquei levin pra sentar num canto e recuperar as energias, mas nem assim ele parô de me mamar, levantano a caralha como se estivesse novinha em folha.

- Porra, assim não tenho como meter o pé!

- Que meter o pé, mete é essa piroca em mim!

O pedido foi uma ordem, a vara pulsou firme e deu estalos pedino a rabeta do dançarino. Ele voltô a sentar em mim e me acostumô muito mal com aquele cházin de cu apertado, o primeiro viado que comi. Depois peguei de ladin e, por último, fiz o papai e mamãe todo preso no corpo dele, com as pernas e braços imobilizano em total submissão, do jeito que vagabundo gosta. Acabei encheno a rabiola de gala quente, viciado no gostin do cuzin quente e embrazado no pelo, todo rabiscado de leitada. Só saí quando o caralho adormeceu e desinchô, mas quereno entrar de novo e passar a temporada no corpo do putin, morar ali dentro. A partir daí, tive que contratá-lo oficialmente para dançar pra mim, apareceno em meus vídeos e nos meus camarins, prontin pro abate, de shortin curto e socadin no cu, do jeito que o MC Gutão gosta. As piranhas se amarram!

https://www.casadoscontos.com.br/texto/201805474

Compartilhe com amigos

Copiar Link Whatsapp Twitter

Comentar