As vezes, ela só precisa ser punida

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Após nossa primeira vez, relatada em outro conto, eu e Patrícia continuamos conversando diariamente, e até chegamos a nos encontrar algumas vezes, mas sem ir muito além de beijos e mãos bobas.

Em uma das oportunidades que saímos, lhe dei alguns mimos, dentre eles, um urso perfumado com meu perfume, um vibrador estimulador de ponto G, um plug anal e um par de meias 7/8 pretas com perneira preta também.

Eu contava as horas para ter uma oportunidade de vê-la usando aquelas meias. Mas enquanto não saiamos, íamos conversando sobre diversas coisas, e diariamente fomos aumentando nossa intimidade e descobrindo cada vez mais nossas preferências e fantasias.

Após inúmeras tentativas frustradas para tentarmos nos encontrar, finalmente conseguimos na última semana de maio, era uma semana bem complicada, ela havia passado por alguns conflitos emocionais, e por mais que eu tentasse deixá-la alegre, raramente eu conseguia.

E essa situação também me deixava triste e minha vontade de puni-la aumentava por eu me sentir assim, e tudo já estava planejado na minha mente.

Pedi pra ela levar os acessórios que eu havia lhe dado, e avisei que eu também levaria meus brinquedos. Passei na casa dela por volta das 16:00, ela como sempre estava linda, com seus 1,67m, corpo magro, cabelos longos escuros e seus apaixonantes olhos âmbar verdes.

Ela usava calça jeans bem colada, blusinha, tênis e veio andando em minha direção, com um olhar meio tímido, nem imaginando as coisas que eu havia planejado pra ela.

Chegamos no motel bem rapidamente, escolhi uma suíte sadomasoquista que já havíamos falado a respeito, ainda assim seria nossa primeira vez naquele quarto, e estávamos muito curiosos.

Ao entrar no quarto, como de costume tiramos as roupas e fomos para a hidro para relaxar e conversar um pouco.

Ao sair da hidro, pedi pra ela ir ao banheiro vestir a meia calça e colocar a perneira na perna esquerda, apenas por preferência minha mesmo.

Enquanto ela se vestia, eu acendi velas ao redor do quarto para deixar o ambiente mais intimidador. E deixei meus acessórios na beirada da cama, para facilitar o alcance, e os cobri com uma toalha pra ela não ver o que eu iria usar.

Com tudo pronto, ordenei que ela viesse, então ela saiu do banheiro, incrivelmente linda, sua pele clara contrastando com as meias pretas em suas pernas magras bem desenhadas adornadas pela perneira, mais sensual do que eu havia imaginado.

Meu tesão aumentava e criava um volume evidente minha cueca, minha vontade era de jogá-la na cama e realizar todos os meus desejos de uma única vez, mas não, ela merecia ser punida por me fazer sentir esses sentimentos confusos, e era isso que eu faria.

Ela se aproximou de mim, dei um beijo em sua boca, e em seguida peguei um travesseiro, coloquei no chão bem a minha frente. Percebi seu nervosismo, e sei o que passou em sua mente, já que não gosta de fazer oral. Mas era isso que eu queria, causar estresse emocional, e percebi que funcionou.

Peguei um lacinho de cabelo em minhas coisas, e com ela ainda em pé prendi os cabelos dela, fazendo uma única mecha para trás, uma mecha perfeita para segurar com uma mão. E assim o fiz, segurei com a mão direita e ordenei que ela ajoelhasse sobre o travesseiro, e assim ela o fez.

Fiquei olhando por alguns segundos pra ela ajoelhada a minha frente, em seguida peguei a algema e a venda de olhos.

Fiquei novamente em sua frente e ordenei que levantasse os braços, assim que ela fez eu os algemei e os deixei algemados para frente, em cima de suas coxas, por um motivo que entenderão mais pra frente.

Ajoelhei ao seu lado e disse que exploraria todos os seus sentidos, e pra isso a privaria por um momento da visão, e coloquei a venda em seus olhos.

Ainda ajoelhado, eu disse em seu ouvido que fora daquele quarto ela até poderia ser minha princesa, mas ali dentro ela era minha submissa, e faria tudo que eu mandasse. E perguntei se ela havia entendido, ela respondeu que sim.

Peguei a chibata, e dei uma leve chibatada em sua bunda do lado esquerdo, e disse pra ela que a resposta correta seria "sim senhor", e perguntei se ela havia entendido, e prontamente ela respondeu "sim senhor".

A deixei vendada e ajoelhada e andei pelo quarto para pegar um acessório que estava do outro lado do quarto, ela não fazia ideia do que aconteceria, ainda assim estava ali, a minha disposição.

Peguei o acessório, um chicote de couro, e dei uma chicotada no chão pra ela ouvir o som estalado e imaginar do que se tratava.

Para começar a explorar seus sentidos, escolhi o olfato, então peguei um gel comestível de menta e passei um pouco abaixo do seu nariz, e perguntei o que era aquilo. Ela sabia o que era mas não lembrava o nome, ou seja, ela seria punida por isso.

A peguei pela mecha do cabelo, a coloquei de quatro, ainda com o joelhos sobre o travesseiro, e desferi 4 palmadas em sua bunda, que rapidamente ficaram rosadas.

A voltei para a posição de joelhos, e disse que a ela que agora exploraria sua audição.

Peguei o vibrador, liguei perto dela e perguntei o que era, ela disse rapidamente o que era, mas esse também foi bem fácil. Então coloquei o vibrador em suas mãos que estavam sobre as coxas, e ordenei que ela o mantivesse ligado vibrando sobre seu clitóris, e que não era pra tirar, e não era pra gozar antes que eu ordenasse que o fizesse, rapidamente ela entendeu o que eu queria e o fez, e para deixar o desafio mais gostoso, passei um pouco de gel que causa sensações quentes em sua bucetinha.

Ao passar o gel com minha mão, pude sentir que ela já estava toda molhada de tesão, e minha vontade de chupa-la ali mesmo tomava conta de mim, mas ainda não era hora.

Me levantei e abri uma caixa de leite condensado, era hora de explorar o paladar da minha submissa.

Ordenei que ela abrisse a boca, e derrubei um pouco dentro e um pouco fora de sua boca. O que derrubei pra fora, fiz questão de limpar com minha boca.

Mandei ela engolir, e perguntei o que era aquilo, ela rapidamente respondeu corretamente, mas aquela cena foi muito gostosa de ver, então ordenei que ela abrisse a boca novamente e derrubei mais um pouco em sua boca, que rapidamente ficou cheia de leite condensado, que cena linda.

Ordenei que ela fechasse a boca mas não engolisse ainda, tirei por um instante sua venda, e em pé na frente dela pedi que ela mostrasse que ainda estava com o leite condensado na boca, ela o fez, e em seguida mandei ela engolir olhando nos meus olhos, ela fez, com um pouco de vergonha, mas fez.

A vendei novamente, era hora de testar o Tato, para isso peguei o plug anal nos acessórios. Nunca usamos plug, o máximo que fiz foi colocar o dedo indicador enquanto eu a chupava, e ela já havia dito que era desconfortável. No entanto, eu pedi que no meu aniversário ela realizasse essa fantasia de presente, e ela disse que iria pensar.

Ordenei que ela levantasse as mãos e deixasse o vibrador sobre suas coxas, e em seguida coloquei o plug em suas mãos e perguntei o que era. Ela respondeu que era um plug, eu a coloquei de quatro novamente e desferi 6 palmadas em sua bunda.

A coloquei de joelhos e disse que queria o nome completo, e ela respondeu corretamente: plug anal.

Eu usaria aquele plug nela, e veria aquela bunda linda de quatro com um plug anal a deixando mais linda ainda, mas não agora.

Ainda vendada, tirei sua algema, e ordenei que mantende o vibrador com a mão esquerda, e me masturbasse com a direita. Meu pau estava bem duro, e sua mão embora pequena fazia muito bem o serviço.

Mandei ela se levantar, tirei a venda, a beijei na boca e enquanto a beijava fui levando-a para cama.

A cama desse quarto sadomasoquista possui algemas, então a algemei na cama, e disse que não iria venda-la pois eu queria que ela visse cada detalhe do que iria acontecer ali.

Peguei a caixa de leite condensado e espalhei em seu corpo, e em seguida fui lambendo parte por parte, era maravilhoso sentir aqueles dois sabores misturados, e sua pela se arrepiando a cada lambida.

Retirei minha cueca para que ela pudesse me ver nu pelo espelho do teto, mas a cada chupada ela fechava os olhos de tesão, e vê-la sentido tesão me deixava cada vez mais excitado.

Chupei sua bucetinha com cuidado no começo, e percebendo que ela estava mais à vontade inseri o vibrador, que deixou as coisas mais gostosas ainda.

Quando percebi que ela já estava bem à vontade, lubrifiquei meu dedo indicador com o lubrificante que estava ali ao lado, e fui inserindo em seu cuzinho, bem devagar, para prepara-la para o plug.

Ela já estava pronta para ser realmente punida. Cheia de tesão e sedenta por qualquer coisa que eu propusesse.

Soltei as algemas, a virei de bruços e algemei novamente, e sob seu quadril coloquei 2 travesseiros pra deixar sua bunda bem levantada.

Nos acessório ainda tinha um bullet vibrador, que me permitiria estimula-la é ainda assim ficar com as mãos livres.

Liguei o bullet, lubrifiquei e coloquei cuidadosamente em sua bucetinha, que já estava bem melada de prazer.

Desferi duas palmadas em sua bunda, em seguida quatro, entre a bunda e coxas, rapidamente ela foi ficando vermelha.

Mas ainda não era o suficiente pra mim, eu queria realmente marca-la com minha punição. Novamente peguei o chicote, mas dessa vez não seria apenas para assusta-la.

Dei uma chicotada fraca pra ela sentir como era, e ela mordeu o lábio.

E fiz uma proposta, eu daria uma quantidade específica de palmadas em cada lado da sua bunda, e se ela errasse, eu a puniria com o chicote.

E assim o fiz, desferi 3 palmadas na esquerda e 5 palmadas na direita, porém intercaladas, e perguntei a ela qual foi a quantidade. Ela não soube responder.

Dei 6 chicotadas espalhadas em sua bunda, coxas e costas.

Realmente esse chicote causava um Dano bem maior que as palmadas. Pois rapidamente seu corpo ficou marcado e vermelho, a visão era perfeita. Aquela mulher com corpo lindo, algemada, sendo punida severamente por mim, fazendo minhas vontades.

Repeti o jogo, desferindo 5 palmadas na esquerda e 2 na direita, e novamente ela errou, me fazendo puni-la novamente com o chicote.

A cada chicotada sentia que ela se aproximava de um orgasmo, então lubrifiquei o plug, e inseri lentamente no cuzinho dela, que mesmo se sentindo desconfortável, aceitou ele por inteiro.

Minha vontade de bater naquela bunda aumentou ainda mais, e ao dar outra chicotada percebi que ela estava gozando. Então continuei punindo-a com a mão esquerda e com a direita fiquei estimulando sua bucetinha até vê-la gozar, o que aconteceu bem como eu havia imaginado, a cena era incrivelmente linda, e eu analisava cada detalhe para que nunca saísse da minha mente.

Fiquei ali observando ela se contorcer sentindo prazer, toda vermelha e marcada pelo meu prazer.

Em seguida a soltei das algemas, e a coloquei deitada sobre mim, e fiquei passando a mão pelo seu corpo, do jeito que gostamos de ficar, nos olhando pelo espelho do teto.

Essa é a primeira parte dessa história, em breve volto para contar o que aconteceu depois.

https://www.casadoscontos.com.br/texto/201805498

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