Vi o pinto de um cliente no provador da loja e amei!

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Olá, meu nome é Cris e estou escrevendo este relato real (o relato sim é real) incentivada por uma amiga. Não sou muito de entrar em sites de contos ou eróticos, mas a necessidade de desabafar me fez procurar um site deste tipo, já que é uma história que eu não poderia publicar em minhas redes sociais, por motivos óbvios também. O fato aconteceu cerca de 3 meses atrás. Tenho 26 anos, sou morena e magrinha. Me considero bonita, não me considero sexy, mas tenho uma boa estima, apesar de muito tímida. Trabalho como vendedora de roupas em uma loja em São Paulo (não vou dar a localização, mas ele fica em rua e não em shopping). A loja não é muito grande e é focada essencialmente em roupas femininas, mas vende também roupas masculinas (calças, bermudas e camisetas). Geralmente quem vai mais na loja são mulheres mesmo, mas de vez em quando aparecerem alguns homens, sendo que é bem raro algum deles acabar experimentando roupas. Divido o atendimento com mais uma garota, sendo que no horário do almoço a gente reveza de forma que quando uma vai almoçar, a outra cuida da loja sozinha.

A minha história, que considero muito excitante, e que gostaria que se repetisse, mas que infelizmente não aconteceu novamente ainda, foi justamente neste horário do almoço. Era perto do meio dia e minha colega de trabalho saiu para almoçar. O dia estava tranquilo, com pouco movimento. Eu estava atendendo uma senhora, quase finalizando o atendimento, quando vi que um rapaz, devia ter perto do 30 anos (acredito eu), bem branquinho, calça jeans e camiseta destas geeks (acho que era de Star Wars), entrando na loja. Não era feio, mas também não era nenhum galã, mas acho que foi isso que me chamou a atenção. Costumo trabalhar sempre de bom humor e me considero experiente já como vendedora, apesar de estrar trabalhando nesta área apenas há 3 anos. Sou sempre muito simpática, muitas vezes sei que consigo ganhar uma venda por este motivo e por fazer um bom atendimento. Enfim, me dividi no atendimento entre a senhora e fui perguntar se o rapaz precisava de ajuda. Ele disse que procurava uma calça jeans. O deixei a vontade olhando algumas peças que estavam nas araras e voltei para finalizar o atendimento da senhora. Assim que a senhora terminou de pagar, vi que o rapaz ainda estava ali vendo calças. Só tinha ele e eu na loja agora. Fui até ele e perguntei se precisava de ajuda. Ele disse que procurava uma calça mais clara, coisa que a loja não tinha no momento (como falei anteriormente, a loja possui poucas peças de roupa masculina, o foco é na moda feminina mesmo, e a reposição das peças masculinas é mais demorada e menos eclética). Botei meu papo de vendedora em prática e comecei a mostrar diversos modelos pra ele. Não muito convencido, ele ficou lamentando o fato de não possuir calças jeans com tom mais claro. Vendo que eu ia perder o cliente, tive a ideia de mostrar outros tipos de calças (sarja, por exemplo) e bermudas. A tática deu certo, pois desta vez eu tinha alguns modelos mais claros. Ele gostou apenas de um modelo de calça e perguntou se podia experimentar. Falei que sim e perguntei a numeração dele. Ele falou que vestia 40 e localizei na arara duas peças de cores diferentes nesta numeração (as únicas que eu tinha no tamanho 40). Em seguida ele perguntou onde era o provador e eu apontei para a lateral da loja, onde ficavam os dois únicos provadores que a loja dispõe. Como falei, a loja não é grande. Um outro detalhe é que por não ser uma loja grande, os provadores são daqueles de cortina e de forma oval, e não provadores em forma de box, com porta de madeira, por exemplo. A dona da loja já disse que tem intenção de num futuro breve fazer reformas na loja, instalando provadores melhores, já que está vendendo bem e a loja está crescendo. Eu mesma já tinha sugerido isso, pois, por experiência própria do dia a dia na loja, muitos clientes (homens ou mulheres) acabam desistindo de experimentar a roupa quando acabam vendo o tipo de provador existente no local.

Mas enfim, o rapaz não desistiu e se dirigiu a um dos provadores com as duas calças na mão. Enquanto ele ia pra lá, aprovetei para dar uma arrumada nas calças que eu tinha mexido, ganhando tempo na organização, já pensando no próximo cliente. Geralmente quando um cliente vai experimentar roupa, eu vou e me posiciono perto do provador, mas mais na parte de trás, dando total privacidade para a pessoa e sem importuná-la muito. Se a loja está vazia, e se o cliente está demorando muito no provador, de vez em quando eu pergunto se ficou bom, se precisa de uma outra numeração pra eu ir pegar, essas coisas para tentar ganhar o cliente. Como a loja está vazia e nenhum cliente pelo visto queria entrar naquele momento (ainda bem rs) fui até próxima do provador e me posicionei no lugar de sempre. Neste momento percebi que ele tinha deixado uma fresta, até que grande, da cortina do provador aberta. Da onde eu estava não dava para ver nada, mas já me deu um frio na barriga nesta hora. Nunca tinha acontecido algo do tipo comigo, todos os homens que experimentaram roupas em um atendimento meu (foram poucos) sempre fecharam bem o provador. Rapidamente tentei entender se ele tinha feito isso de propósito ou não, pois se fosse já iria para perto da entrada da loja, para não ter nenhum problema. Ai comecei a perceber que não. Dentro do provador sempre fica uma espécie de "puff" para a pessoa apoinhar as coisas dela (geralmente carteira, celular etc) e um cabide para pendurar a roupa. Acontece que o "puff" estava localizado mais para fora do provador, atrapalhando o fechamento da cortina. Todo dia de manhã, antes da loja abrir, a gente faz uma geral rápida na loja, passando uma vassoura e uma pano rapidinho no piso. Eu e minha colega de trabalho revezamos nisso, mas eu sou sempre muito mais rigorosa e perfeccionista, então deixo tudo sempre arrumadinho. Foi neste momento que lembrei que minha colega já tinha contado uma história de que uma vez, durante a arrumação, na correria ela deixou o "puff" mais para fora do provador e aconteceu algo parecido com uma moça que provava roupas. Acredito que o cliente fica sem jeito ou achando que não pode mexer no "puff" e deixa ele do jeito que está, travando o fechamento completo. Na ocasião, minha colega disse que, quando isso aconteceu, do próprio caixa dava ângulo para ver dentro do provador, tanto diretamente quanto pelo provador. Ela viu a cliente de calcinha e sutiã na ocasião.

Voltando a minha história, como hoje minha colega que tinha feito a geral de manhã, e ao lembrar de tudo isso, deduzi que o que aconteceu foi de forma sem querer, fiquei meio se reação, pois além de tudo sou tímida quando a questão envolve algo mais íntimo, mas um misto de curiosidade e tesão começou a tomar conta de mim. Estou há quase 1 ano sem namorar ou ficar com alguém, então os sentimentos, muitas vezes, ficam a flor da pele rapidinho. O bico do meu peito já ficou durinho nesta hora (acontece muito quando sinto frio ou quando fico com essa excitação). Na loja nunca tinha acontecido e como eu usava uma blusinha mais leve neste dia, dava para perceber. Se alguém entrasse na loja neste momento, eu já ia ficar muito sem graça. Tomei coragem e fui um pouco mais pra frente, de forma que eu pudesse tentar ver algo, a princípio pelo ângulo do espelho mesmo, e sem que o rapaz me visse. Ao chegar próximo, gelei de vez. Deu para ver sim, ele estava tirando a primeira calça que tinha levado para experimentar e percebi que ele não usava cueca. Ele estava de lado então pelo espelho deu para ver claramente que ele não usava nada por baixo. Tentei olhar rapidamente pelo espelho pra ver se ele tinha deixado a cueca no "puff" ou no cabide, mas não, ele simplesmente não estava usando mesmo. Nessa hora nem pensei muito, nem sei o que me deu, acho que o tesão falou mais alto, e dei mais uma passo para frente, de forma que fazendo isso eu poderia vê-lo diretamente pela fresta e não mais só pelo espelho. Era arriscado, pois a partir deste momento ele poderia me ver. Foi neste momento que vi o pinto dele, enquanto ele pegava a outra calça. Gente, e que pinto gostoso. Não estava ereto, mas era grandinho (não sei dizer em centímetros quanto media, mas não era pequeno não), e com uma cabeçona roxa bem exposta. Acho que isso que me deixou impressionada, pois mesmo não ereto ele já era grande. Eu também nunca imaginei que um rapaz de pele bem branquinha poderia ter um pinto grandinho assim. Eu só namorei sério uma vez e só transei com dois rapazes na minha vida toda até então, sendo que um deles era moreno e o outro era negro mesmo (embora nenhum deles tinha o pinto grande, apesar do que se poderia imaginar). Gelei demais na hora, mas não sai de lá. Eu não acreditava no que estava acontecendo. Perguntei se ele precisava de ajuda e ele respondeu dizendo que o tamanho 40 não tinha servido e se eu tinha o tamanho 42 para ele experimentar. Acredito que ele não me viu lá, apesar de muito provavelmente sentir que eu estava próxima por causa da minha voz.

Fui correndo pegar a numeração que ele pediu e nessa hora percebi que eu já estava bem molhadinha de exitação. Pior que eu usava uma lagging, mas a sorte que era preta, então não daria pra perceber (eu acho). Minha respiração estava alterada, ofegante, não estava acreditando no que estava acontecendo. Peguei 3 calças e voltei. No caminho pensei: e agora? entrego de forma discreta pra ele ou vou lá na frente da fresta e entrego na frente dele mesmo. Seria arriscado, pois poderia acabar com toda "brincadeira", afinal ele poderia ficar constrangido e assim tentar fechar de vez o provador ou sei lá o que ele poderia fazer. Nisso, nada de ninguém entrar na loja, ainda bem (não sei como eu lidaria com mais clientes neste momento). Resolvi então arriscar tudo e fui entregar as peças diretamente na frente dele. Ele ainda estava tirando a segunda calça apertada quando cheguei entregando as peças. Agora deu pra ver tudo e de muito mais perto. Além de grandinho, era grossinho. Pelo visto ele gostava de se cuidar, os pelinhos do púbis estavam bem aparadinhos, deu pra ver o começo da barriguinha dele, bem magrinho e com aquela pica gostosa. Nesta hora eu já estava toda tomada pela situação e não sai dali, já estava satisfeita é verdade, então se ele se constrangesse e resolvesse ir embora, sinceramente eu não estava mais nem aí de perder a venda. Consegui ver sua bundinha também, peludinha até, toda bonitinha. Um perfil bem diferente do que eu estava acostumada com homens, mas um tesãozinho. Ele com certeza deve ter percebido minha presença lá, sinceramente não sei, mas não se importou e não esboçou nenhuma reação diferente. Ele começou a experimentar a calça 42 e eu vendo tudo, a poucos centímetros dele e analisando tudo. A vontade neste momento já era de extrapolar tudo e pegar naquele pinto. Quando ele terminou de vestir, eu besta acabei soltando: moço, ficou bonita a calça, vestiu bem. Pronto, agora era certeza que ele sabia que eu estava vendo ele. Ele agradeceu, mas disse que não tinha gostado, apesar de ter vestido melhor (e era verdade, o caimento não tinha ficado bom, mas eu falei aquilo sabe-se lá porque, talvez na ânsia de soltar algum elogio para aquele garoto que eu tinha visto nu na minha frente e merecia algo do tipo). Vendo que ele não ia levar as calças, corri para pegar algumas bermudas para ver se estendia aquela sessão de exibicionismo, a esta altura sem saber se era sem querer mais. Nisso, antes passei pelo caixa, só pra ter certeza se realmente de lá dava pra ver, já prevendo uma situação caso algum cliente entrasse na loja (era verdade o que minha colega tinha dito, dava pra ver bem, só que só pelo espelho). Levei as bermudas e ele disse que não queria levar bermudas não, que ele procurava calça mesmo. Convenci ele a experimentar uma pelo menos, já que estava ali. Fiquei na mesma posição de antes, queria ver aquela pica gostosa mais uma vez. Dito e feito, ele tirou a calça, só que desta vez percebi que ele tinha uma pequena ereção. Fiquei perplexa, o que já achava grande, ficou um pouquinho maior. Confesso que fiquei encharcada, isso me deixou completamente louca. Fiquei pensando como seria aquele pinto completamente duro na minha frente. Passou mil e uma loucuras na minha cabeça, dar uma de doida e entrar no provador, ir mais próximo e pegar nele, até mesmo me ajoelhar e cair de boca pra mamar aquele pinto cabeçudo lá na loja mesmo. Novamente, não sei da onde tirei a coragem, acabei falando algo, que a princípio eu iria me arrepender pois estragaria tudo, mas acredito que foi mais pelo medo de ser vista naquela situação se alguém entrasse na loja (o que poderia acontecer a qualquer momento): moço, desculpa falar, a cortina tá muito aberta e como está dando pra ver o seu pinto, se algum cliente entrar posso ter problemas. Na hora pensei: nossa Cris, caramba, olha o jeito chulo que você falou, devia ter falado pênis e não pinto, ou até mesmo dizer apenas que dava para ver ele nu, mas eu estava tão transtornada com a situação que saiu daquele jeito mesmo. Vi que ele ficou sem graça (ficou vermelhinho, como era bem branquinho, deu para perceber), e respondeu dizendo que já estava terminando, já iria se vestir e ir embora. Completamente transtornada pela situação, quando ele começou a vestir a sua calça para sair do provador e ir embora, novamente numa reação sem pensar muito, dei dois passos pra frente e peguei no pinto dele. Comecei a fazer um movimento para punhetar ele e o rapaz ficou sem reação, mas não fez nada para me conter. Finalmente aquele pinto ficou completamente duro e grosso na minha frente, mal cabia direito na minha mão. Nesta hora solto mais uma pérola minha: aí moço, desculpa, é que fazia mais de ano que eu não via um pinto na minha frente e toda essa situação aqui na loja, e o seu é branquinho e grande assim na minha frente, acabei não resistindo. Nisso escutei uma moça entrando na loja, tirei rapidamente a mão dele e fui atender a moça. Fui toda atrapalhada em direção da cliente, nem lembro direito como foi o atendimento, acho que devo ter falado nada com nada. Nesse meio tempo o rapaz terminou de se vestir e foi em direção da porta da loja. Nisso perguntei se ele não ia levar nada, se tinha experimentado e não ficado bom (foi uma forma de disfarçar caso a cliente tenha visto da onde eu tinha vindo). Ele apenas respondeu: não vou levar nada não moça, eu experimentei e gostei bastante, mas vou dar mais uma olhada e qualquer coisa eu volto. Ele deu um sorrisinho sacana nesta hora. Tentei insistir, como vendedora, falei pra ele voltar mesmo e me procurar.

Em seguida minha colega chegou do almoço e eu fui sai correndo de lá para almoçar. Na verdade antes tive que ir no banheiro ver a situação da minha calcinha encharcada. Confesso que não gosto muito de me masturbar, sei lá, coisa de garota tímida, mas neste dia não teve jeito, eu tava completamente transtornada, se não fizesse isso não conseguiria terminar de trabalhar a tarde. Foi bem gosto, fiz tudo pensando naquela pica gostosa que tive em minhas mãos por alguns instantes. Fui almoçar e torcendo para o rapaz voltar depois. Não voltou, eu também não contei nada para minha colega (não temos muita intimidade e fiquei com medo dela me prejudicar com a patroa). Só tive coragem de contar para uma amiga próxima. Depois, refletindo, bateu até um arrependimento, muito por conta de que as iniciativas foram exclusivamente minhas. Não me senti bem por um tempo, mas conversando com essa minha amiga, ela disse que eu era é muito sortuda, que no meu lugar teria feito o mesmo, e que com certeza o rapaz gostou e que não ficaria pensando nada de mal dela não. Ela me incentivou a contar a história para eu tentar me libertar disso também, pois fiquei muito tempo pensando nisso sem parar. O que de certa forma foi bom, pude expressar tudo o que senti. Confesso também que já pensei em fazer o contrário, de eu ir em uma loja e deixar que algum vendedor me veja nua, mas não tenho coragem, seria algo forçado e não natural.

https://www.casadoscontos.com.br/texto/201801548

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